Mais micro, menos macro: quando os balanços são o destaque na bolsa
Como investidores, sabemos que os mercados estão sujeitos às mudanças no cenário macroeconômico - e, no caso do Brasil e outros países emergentes, os pregões são particularmente suscetíveis também ao noticiário político. Mas, no fim do dia, a bolsa reflete o desempenho das companhias que ali são negociadas. Nas temporadas de balanços trimestrais, analistas e […]

Como investidores, sabemos que os mercados estão sujeitos às mudanças no cenário macroeconômico - e, no caso do Brasil e outros países emergentes, os pregões são particularmente suscetíveis também ao noticiário político.
Mas, no fim do dia, a bolsa reflete o desempenho das companhias que ali são negociadas. Nas temporadas de balanços trimestrais, analistas e investidores podem verificar se suas apostas estão sendo vencedoras e se as perspectivas, para seus investimentos, continuam favoráveis ou não.
Ou seja, essa é a hora do “vamo ver”. E a temporada de balanços deste segundo trimestre tem uma importância especial, dado que 1) o segundo trimestre do ano passado foi o mais afetado pelas medidas restritivas adotadas para o combate à pandemia, que pesaram nos negócios e nos mercados; e 2) o período de abril a junho deste ano começou com medidas de restrição e o pior momento da pandemia em número de casos e mortes, mas terminou numa situação bastante animadora com o avanço da vacinação no país.
Entre a noite de ontem e a manhã de hoje, diversas companhias do Ibovespa divulgaram seus resultados, e estes fizeram preço no mercado. Tanto é que o nosso Ibovespa caminhou descolado de Wall Street, fechando em baixa de 0,48%, aos 125.675 pontos.
Enquanto alguns balanços impulsionaram os preços das ações, outros os derrubaram. Nesta matéria, nós reunimos os números das principais companhias que mexeram com o pregão de hoje - Ambev, Gol, Vale, Grupo Pão de Açúcar e Multiplan - além de algumas análises acerca dos resultados. Recomendo a leitura!
MERCADOS
• Na corrida financeira com obstáculos, o nosso Ibovespa é um forte candidato ao pódio. Essa é a visão de assessores e escritórios autônomos ligados à XP que participaram de uma pesquisa sobre os rumos da bolsa. A maioria dos profissionais aposta no índice acima dos 140 mil pontos no final de 2021.
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• A corretora Robinhood sacudiu o mercado americano com sua política de taxa zero e esteve no centro do caso GameStop. Mas, ao que parece, a empresa não agradou aos investidores tanto assim e suas ações estrearam em baixa na Nasdaq após o IPO.
• Saiba como a reforma tributária vai mexer com seus investimentos. Basta clicar aqui.
EMPRESAS
• Depois da Vix Logística, hoje foi a vez da Ammo Varejo aumentar a fila de espera da B3. Especializada em produtos de cama, mesa e banho, a empresa protocolou um pedido de IPO na CVM. Conheça suas marcas.
OPINIÃO
• O mercado de fundos imobiliários vem se recuperando desde que o governo desistiu de tributar seus rendimentos. Mas o risco da alta da taxa de juros ainda pesa sobre os FII. Por isso, o analista Caio Araujo recomenda um FII exposto ao segmento mais pujante do mercado imobiliário no momento: o do crédito habitacional.
• Manter, continuar, preservar. Segundo Rodolfo Amstalden, sócio-fundador da Empiricus, esses são os verbos chaves da diversificação — um dos princípios para investir com sucesso. Veja como saber se você realmente está diversificando seu portfólio na coluna “Exile on Wall Street”.
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