O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Daqui a um ano, a maioria das projeções provavelmente estará mais errada do que certa, principalmente quando formos olhar a taxa de câmbio, mas existem motivos para isso
Fim de ano é tempo de festa. Também pode ser tempo de reflexão, de introspecção, de esperança num futuro melhor e mais próspero.
É tempo para todos os gostos. De celebração do sucesso alcançado. Talvez de recomeço, quando alguma coisa não dá certo.
Tempo de promessas quase sempre sinceras, mas que poucos cumprem e tantos se esquecem depois de alguns dias.
O fim do ano costuma ser aquele momento no qual a maioria das pessoas para um pouquinho para pensar sobre o momento em que a vida se encontra.
Nos mercados financeiros, fim de ano é aquela época na qual os gestores tentam dar um retoque na carteira em meio às tentativas de projetar o que vai acontecer no ano seguinte.
Essas projeções, no entanto, nem sempre são feitas exclusivamente com a pretensão de acertar. Por trás das estimativas vigora a ideia de tranquilizar os agentes do mercado financeiro na busca por uma sensação - normalmente falsa - de controle.
Leia Também
Daqui a um ano, a maioria das projeções provavelmente estará mais errada do que certa, principalmente quando formos olhar a cotação do dólar.
Se na semana passada nosso oráculo Matheus Spiess lançou suas previsões para a bolsa em 2022, na coluna de hoje ele explica por que é tão difícil prever a taxa de câmbio e por que é necessário manter uma posição estrutural em moeda forte.
No fim, ele arrisca sua projeção para o dólar ao fim do ano que vem e explica por que pode ser que ela esteja correta - ou não. Vale a pena conferir.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas buscam recuperação após tombo de segunda-feira; medo da ômicron segue no radar enquanto discussão do Orçamento para 2022 domina cenário local. Sem grandes indicadores pela frente, os investidores procuram no noticiário mais informações sobre a covid-19.
PEGADA INTERNACIONAL
Alpargatas (ALPA4) compra 49,9% da Rothy’s e coloca mais um pé no exterior — mas, para isso, vai emitir novas ações. A empresa brasileira vai gastar cerca de US$ 475 milhões na transação; a grife americana é conhecida por usar materiais sustentáveis na confecção de calçados, bolsas e acessórios.
DINHEIRO NA CONTA
Dividendos: Panvel (PNVL3) e Petz (PETZ3) distribuem R$ 30 milhões em JCP. Acionistas só verão a cor do dinheiro em 2022. Além disso, por se tratar de juro sobre capital próprio, as quantias anunciadas estarão sujeitas a tributação de 15% de imposto de renda na fonte.
MONEY TIMES
Justiça dá 24 horas para Itapemirim explicar suspensão de voos. A companhia foi notificada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e pode ser punida com base no Código de Defesa do Consumidor.
MONEY TIMES II
Senado aprova PL que regulamenta cobrança do ICMS em operações entre Estados. O texto altera a Lei Kandir e evita que consumidor final pague a diferença entre alíquotas estaduais do ICMS quando compra, por exemplo, uma passagem para viajar entre dois Estados.
AÇÕES PARA 2022
Cosan (CSAN3) é uma ação promissora para se valorizar no ano que vem. Entenda mais sobre essa previsão na análise dos participantes da Seleção Empiricus.
Boa leitura!
Conheça os números da Cimed e entenda tudo o que está por trás da estratégia agressiva de inovação da companhia e qual é o preço que ela está pagando pelo seu sucesso
Nesta semana, o humor com Smart Fit finalmente começou a melhorar, após a divulgação dos temidos resultados do 1T26. Ao contrário do que se pensava, a companhia mostrou forte expansão de margem bruta.
Com a chegada da gestora Patria no segmento de shopping centers, o fundo Patria Malls (PMLL11) ganhou nova roupagem e tem um bom dividend yield. Entenda por que esse FII é o mais recomendado do mês de maio
Entre previsões frustradas, petróleo volátil e incerteza global, investidores são forçados a conviver com dois cenários opostos ao mesmo tempo
Na seleção da Ação do Mês, análise mensal feita pelo Seu Dinheiro com 12 bancos e corretoras, os setores mais perenes e robustos aparecem com frequência
Veja como deve ficar o ciclo de corte de juros enquanto não há perspectiva de melhora no cenário internacional
O quadro que se desenha é de um ambiente mais complexo e menos previsível, em que o choque externo, via petróleo e tensões geopolíticas, se soma a fragilidades domésticas
Odontoprev divulga seu primeiro balanço após a reorganização e apresenta a BradSaúde em números ao mercado; confira o que esperar e o que mais move a bolsa de valores hoje
Fiagros demandam atenção, principalmente após início da guerra no Irã, e entre os FIIs de papel, preferência deve ser pelo crédito de menor risco
Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos. “Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela.” Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, […]
Para ser rico, o segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira. Veja os cálculos para chegar lá
Para isso, a primeira lição é saber que é preciso ter paciência pois, assim como acontece na vida real (ou deveria acontecer, pelo menos), ninguém começa a carreira como diretor
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria