O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O temor com o retorno da inflação nos EUA, as falas de Elon Musk sobre o bitcoin, as ações de empresas em recuperação judicial e outros destaques da semana
O dragão é uma criatura mitológica presente em diversas culturas e regiões, da China à Europa. Aqui no Brasil, o bicho que cospe fogo entrou para o folclore econômico como símbolo da inflação galopante.
Foram muitos os ministros que assumiram a missão de controlar a inflação e acabaram queimados. O dragão só foi domado de verdade a partir do plano Real.
Desde então, a fera alterna longos períodos de hibernação com ataques súbitos, que acontecem ao menor descuido dos cavaleiros do Banco Central.
Essa é a realidade brasileira, mas no exterior a inflação ficou por tanto tempo em níveis muito baixos que muitos economistas se arriscaram a dizer que o dragão havia sido extinto.
Então, a reação de certo desespero quando a inflação ao consumidor nos Estados Unidos bateu em 0,8% em abril foi de certo modo compreensível.
O temor com o retorno do dragão na maior economia do mundo derrubou as bolsas globais. Por aqui, o Ibovespa caiu 2,65% na quarta-feira.
Leia Também
Passado o susto, o mercado lambeu as feridas e se recuperou depois que as autoridades voltaram a destacar que a pressão nos preços é um fenômeno temporário. No acumulado da semana, o principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de apenas 0,13%.
Isso significa que o dragão está treinado e domesticado? Ainda é cedo para saber, mas você pode acompanhar todos capítulos dessa saga no Seu Dinheiro. Fique agora com os nossos destaques da semana:
Existem hoje 20 empresas listadas na bolsa brasileira em recuperação judicial. Estamos falando de nomes conhecidos do público como Oi, Eternit, Gradiente e Saraiva.
As ações de companhias nessa condição podem oferecer um enorme potencial de ganho, mas também riscos em proporção semelhante.
É por isso que nós preparamos uma reportagem especial mostrando quais delas têm mais chance de sair da “repescagem” e voltar à primeira divisão.
Se a inflação está em alta, a culpa é delas: as commodities. Com o mundo em retomada, a demanda por matérias-primas, do minério de ferro aos grãos agrícolas, explodiu.
Quem não tem do reclamar da alta dos preços são as empresas que vivem de produzir commodities. Neste vídeo de 1 minuto, você confere como a Vale e as siderúrgicas se beneficiam do atual cenário.
Para o nosso colunista Ivan Sant'Anna, já estamos em um novo superciclo das commodities. Ele conta sobre os últimos três grandes “bull markets” das matérias-primas e como os astros estão se alinhando para um novo momento de alta.
O excêntrico bilionário Elon Musk não sai das manchetes, e não só no mundo dos negócios. Na semana passada, o dono da Tesla fez uma participação no programa humorístico Saturday Night Live, um dos mais populares dos EUA.
Uma piadoca com o dogecoin durante o programa foi o suficiente para abalar as cotações da criptomoeda na semana passada. Mas foi uma declaração séria sobre o bitcoin dias depois que caiu como uma bomba no mundo cripto.
Musk voltou atrás da decisão de aceitar a principal moeda digital nas compras dos veículos elétricos da marca, alegando preocupações ambientais. O Seu Dinheiro resume toda a polêmica neste vídeo.
Juros em alta, economia fechada… A vida não está fácil para quem investe em fundos imobiliários (FIIs). Mas isso não significa que não existam oportunidades nesse mercado.
Todos os meses o Seu Dinheiro consulta as principais corretoras do país para saber quais são as indicações mais quentes de FIIs dentro das carteiras recomendadas.
Os mais votados entram para a nossa seleção de Fundos Imobiliários do mês. Saiba quais foram os campeões de maio.
O isolamento social imposto pela pandemia da covid-19 nos obrigou a inúmeras mudanças na rotina. Algumas delas vieram para ficar, como o aumento do uso do celular para compras e serviços financeiros.
Mas a esperada reabertura da economia também deve trazer de volta hábitos que fomos obrigados a interromper, como viagens e lazer fora de casa, incluindo aquele bom e velho cineminha ou teatro. E isso pode dizer muito sobre as oportunidades de investimento na bolsa, como mostra o nosso colunista Ruy Hungria.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo
São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid. Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]
Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira
Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)
Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal
A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta