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Desde o ano passado, com o início da pandemia, o mercado brasileiro tem convivido com a alternância de aberturas e fechamentos, não só do comércio, das indústrias, dos serviços e das instituições de ensino, mas também das janelas para as empresas fazerem seu IPO na B3.
A maré ora é favorável, ora é desfavorável para as aberturas de capital. Mesmo assim, 2020 foi um ano formidável para as estreias de novas companhias em bolsa. A captação em IPOs movimentou pouco mais de R$ 110 bilhões.
Este ano também começou aquecido. Mas logo a maré virou novamente, e passamos a ver uma série de desistências temporárias. Nas últimas semanas, nos deparamos com notícias de que quase 20 empresas deixaram seus processos de abertura de capital de lado por enquanto.
Ontem mesmo noticiamos no Seu Dinheiro a interrupção do IPO de uma companhia de tecnologia de recursos humanos chamada LG Informática. Mas no dia anterior falamos sobre o avanço do processo de abertura de capital da Caixa Seguridade, já muitas vezes adiado.
Ou seja, algumas empresas entendem que o momento ainda é propício para ir a mercado, enquanto outras julgam que não. Hoje trazemos uma matéria sobre o andamento do IPO de seis companhias, que seguem firmes e fortes na empreitada, uma delas sendo a plataforma de investimentos Modalmais.
A plataforma do banco Modal surgiu na trilha aberta pela XP e tem hoje uma base de 1,2 milhão de clientes cadastrados, sendo 356 mil ativos, com R$ 17,8 bilhões sob custódia.
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Toda companhia que abre o capital na bolsa tem o interesse de vender suas ações pelo maior preço possível, de forma a chegar ao valor próximo daquilo que elas desejam captar e ao valor que elas atribuem ao negócio.
Até por isso as empresas esperam que as condições de mercado estejam propícias, para que haja demanda e apetite comprador.
Mas no caso do Modalmais, o investidor interessado em se tornar sócio da plataforma deve atentar ainda para um potencial conflito de interesses por parte do coordenador líder da oferta, o banco Credit Suisse. O Vinícius Pinheiro explica do que se trata nesta matéria.
• O dólar caiu 1,23% hoje, a R$ 5,57, com o mercado ainda repercutindo a ata da última reunião do Fed - que mostrou uma manutenção dos estímulos monetários. Sem Brasília jogando contra desta vez, o Ibovespa encontrou espaço para subir 0,59%, e fechar a 118.313 pontos.
• Depois de uma desaceleração no início do ano, os investidores pessoas físicas voltaram a aportar na bolsa em março. Sua posição total cresceu 7,2% no mês passado, na comparação com fevereiro. O valor chegou a R$ 482,3 bilhões. Veja os destaques do levantamento.
• O Bradesco vai aumentar seu capital social em R$ 4 bilhões. A operação, aprovada pelo Banco Central, resultará numa bonificação aos acionistas que estiverem inscritos nos registros em 16 de abril. Saiba mais.
• A empresa de mineração Bamin arrematou a concessão de parte da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol), na Bahia. Única interessada no leilão, a companhia desembolsou R$ 32,7 milhões para ficar responsável pelo trecho nos próximos 35 anos.
• As aprovações da emenda constitucional do teto de gastos e da reforma da Previdência geraram uma economia de R$ 900 bilhões em juros ao País nos últimos 50 meses. É o que mostra um estudo realizado pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.
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