Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

A nova ordem climática e suas oportunidades aos investidores; entenda

Enquanto o juro longo continua subindo globalmente e os investidores (ou investidoras) correm para ativos de menor risco, empresários, investidores e políticos do mundo inteiro se preparam para a COP26. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE COP26 é o acrônimo para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será sediada […]

A COP26 não visa a formação de novos macro compromissos climáticos, mas, sim, servir de vitrine para os países que têm avançado no compromisso já firmado, o do 1,5o C / Imagem: Shutterstock

Enquanto o juro longo continua subindo globalmente e os investidores (ou investidoras) correm para ativos de menor risco, empresários, investidores e políticos do mundo inteiro se preparam para a COP26.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COP26 é o acrônimo para a 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será sediada em Glasgow, na Escócia, e tratará sobre os próximos passos da execução do Acordo de Paris.

Esse acordo visa limitar o aquecimento global a 1,5oC relativamente ao período pré-industrial — e não mais do que isso, nunca. 

O marco de 1,5 oC foi estabelecido porque, passado esse ponto, os danos ambientais causados pelo aquecimento se tornam irreversíveis: ondas de calor cada vez mais frequentes, desertificação de áreas florestais, menor disponibilidade de alimentos e secas extremas (lembra em algo nossa escassez hídrica?).

Acredite, há grandes chances de não conseguirmos. Pesquisadores apontam para um aquecimento de 3,2o C até 2030 se continuarmos no ritmo atual. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A grande inovação do Acordo de Paris em relação ao Protocolo de Kyoto, que foi substituído pelo primeiro, foi trazer os países em desenvolvimento para o centro dos compromissos também.

Leia Também

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O futuro do Grupo Mateus, a guerra e discursos do Fed: o que você precisa saber sobre os mercados hoje

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Por quanto tempo vamos continuar pagando a conta da inteligência artificial?

O Protocolo de Kyoto, que em bom português foi ignorado pelo governo de George W. Bush pelos receios de prejudicar o desenvolvimento americano, focava no papel dos países ricos.

A abrangência do novo acordo é importante porque boa parte das indústrias mais poluidoras do mundo, como a siderúrgica e a de cimento, está concentrada nos países em desenvolvimento.

Pense em CSN, Gerdau e Votorantim. Não é porque essas empresas são más; a emissão de carbono é inerente às transformações químicas que produzem o aço e o cimento. Solucionar emissões dessa natureza é um desafio tremendo para o mundo todo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o Brasil, especificamente, tem mais de 5 milhões de metros quadrados de área de Floresta Amazônica, que funciona como um reservatório de carbono.

Ao contrário do que se pensa, áreas florestais não funcionam como sequestradoras de carbono relevantes, mas, sim, como reservatórios: há grande quantidade de gás carbônico armazenada no solo que fica abaixo da vegetação e nas estruturas das próprias plantas.

Assim, se as florestas são queimadas ou desmatadas, o carbono armazenado nelas é eventualmente liberado para o ar, piorando o aquecimento global.

Nesse ponto da carta, acredito não ser necessário frisar a importância do Brasil nessa agenda. Certo? Nosso país pode ser uma grande potência ambiental.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O brasileiríssimo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, entidade que reúne 60 grandes empresas nacionais, divulgou ontem uma carta pedindo que o Brasil leve metas ambiciosas para a COP26. Um belo ato público.

A COP26 não visa a formação de novos macro compromissos climáticos, mas, sim, servir de vitrine para os países que têm avançado no compromisso já firmado, o do 1,5o C.

Notadamente, a Europa tem sido bem diligente nisso. E, assim, a pauta é ouvir os avanços e os próximos passos de cada país na execução de suas próprias agendas, derivadas do Acordo de Paris (ou que deveriam ser).

A saber, esse acordo teve 200 países como signatários (e o presidente Joe Biden fez questão que os EUA fossem um deles desta vez).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, a conferência visa aprofundar a discussão do artigo 6º do acordo, que trata do mercado de créditos de carbono.

É preciso definir diretrizes para que esse mercado se desenvolva de uma forma mais sustentável, de forma a uniformizar as métricas de emissões (ou prevenção de emissões) e colocar as bases para um mercado global de créditos de carbono.

A compensação de emissões será necessária como passo intermediário da agenda climática, enquanto não resolvemos problemas como o das mencionadas indústrias siderúrgica e cimentícia, por exemplo.

Para nós, enquanto investidores ou investidoras, as diretrizes definidas na COP26 podem abrir oportunidades interessantes no mercado de créditos de carbono, que ainda tem pouca liquidez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A COP26 acontece de 1º a 12 de novembro.

Por aqui, continuamos de olho na nova ordem climático-econômica mundial — na qual o Brasil pode ser um grande destaque.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ferramentas de IA gratuitas 6 de julho de 2026 - 19:03
6 de julho de 2026 - 8:32
Haaland na campanha realizada para a marca de chás Walovi 4 de julho de 2026 - 9:22

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

É hora de parar o viking: o fenômeno Haaland no caminho do Brasil 

4 de julho de 2026 - 9:22
Um desenho do centro do campo de futebol traz a metade de uma bola e a metade de um mapa mundi. Da fenda entre elas saem cédulas. 3 de julho de 2026 - 7:04
Thumb do primeiro dia do evento Onde Investir no Segundo Semestre de 2026, do Seu Dinheiro 2 de julho de 2026 - 9:27
Técnicos do TRE-DF realizam a conferência e a lacração de urnas eletrônicas para o 1º turno das Eleições 2022 1 de julho de 2026 - 19:29

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Qual é o gênero do novo ciclo eleitoral?

1 de julho de 2026 - 19:29
30 de junho de 2026 - 7:23
29 de junho de 2026 - 8:24
Elenco de Barrados no Baile e novo sistema de entrada e saída da União Europeia 27 de junho de 2026 - 9:02
Imagem mostra uma zebra dentro do espaço da B3, a bolsa de valores brasileira. Há gráficos de ações e símbolos da B3 ao fundo 26 de junho de 2026 - 8:27
Imagem mostra uma bola de futebol entrando na rede de um gol, com gráficos de ações e mercado financeiro na frente 26 de junho de 2026 - 6:04
Vini Jr da Seleção Brasileira na Copa do Mundo 2026 - Imagem: Rafael Ribeiro/CBF 25 de junho de 2026 - 8:49
Imagem de moedas e uma calculadora com setas representando alta 24 de junho de 2026 - 20:00

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: tudo em renda fixa e nada em variável?

24 de junho de 2026 - 20:00
bolsa de valores bolsa brasileira B3 (1) 24 de junho de 2026 - 9:13
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar