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2020-10-28T17:46:27-03:00
Jasmine Olga
Jasmine Olga
Cursando jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo
Disputa parece longe do fim

Ser Educacional não desiste e recorre de decisão que invalida acordo com Laureate

A companhia afirma se manter certa de seus direitos e diz que tomará todas as medidas cabíves para manter o acordo inicial válido

28 de outubro de 2020
10:07 - atualizado às 17:46
Ser educacional e Laureate
Imagem: Montagem Andrei Morais/ Seu Dinheiro

Se depender da Ser Educacional, a briga pelos ativos da Laureate Brasil está longe de um fim.

Em fato relevante divulgado nesta quarta-feira (28), a companhia informou que a decisão liminar de primeira instância que mantinha o acordo inicial entre a Ser e a Laureate válido, obtida no último dia 21, foi revogada. No entanto, a companhia pediu a instauração de um procedimento arbitral para apurar a questão, já que acredita na validade dos termos iniciais do acordo.

No documento, a companhia afirma que se mantém "certa de seus direitos e tomará todas as medidas cabíveis para garantir o efetivo cumprimento" do acordo firmado entre as duas companhias.

Entenda o caso

Em setembro, a Ser Educacional anunciou a aquisição dos ativos do grupo Laureate no Brasil. A proposta, avaliada em cerca de R$ 3,8 bilhões, envolvia a troca de ações e parte de pagamento em dinheiro. O acordo previa que a Laureate poderia receber novas propostas até o dia 13 de outubro.

No último dia 21, a Laureate anunciou que rescindiria o acordo com a Ser e aceitaria a proposta da Ânima, que ofereceu cerca de R$ 500 milhões a mais.

Porém, para a Ser Educacional, houve divergências no cumprimento do exercício de direito da Laureate em procurar outras propostas e, por conta disso, entrou com um pedido de tutela cautelar na Justiça para manter o acordo de compra dos ativos.

Segundo o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, a Ser afirmou que a proposta feita pela Ânima não cumpria exigências postas em contrato, incluindo a declaração das fontes dos recursos utilizados para financiar a transação. A decisão inicial foi favóravel à empresa brasileira e o acordo seguiu valendo.

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