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Participante de live organizada pela Febraban, Rodrigo Maia cobrou maior participação dos bancos na liberação de crédito para famílias e empresas

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, sinalizou nesta segunda-feira, 13, que as instituições financeiras estão comprometidas em conceder empréstimos e renegociar dívidas em função da crise do coronavírus. "Posso garantir a Maia que os bancos estão focados e concedendo crédito", disse Sidney, participante de live organizada pela Febraban juntamente com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que cobrou maior participação dos bancos na liberação de crédito para famílias e empresas.
Segundo ele, os bancos já renegociaram entre R$ 130 bilhões e R$ 150 bilhões de empréstimos.
De acordo com Sidney, a demanda de crédito para folha de pagamento ainda é pequena e a expectativa é de que demanda por essa modalidade de crédito cresça mais a partir do dia 20. "Estamos próximos dos R$ 400 bilhões em concessões de crédito, considerando as novas negociações", disse.
Para ele, os bancos estão trabalhando intensamente para dar carência também no crédito consignado.
De acordo com Sidney, os bancos já doaram R$ 1,5 bilhão para fretes sociais e humanitários. Ele fez a afirmação em resposta a Maia, que, durante a transmissão, cobrou maior participação dos bancos no esforço para o combate ao coronavírus.
O problema, de acordo com Sidney, é que grandes empresas demandam valores elevados que impactam a liquidez dos bancos e os juros.
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Segundo Sidney, os bancos poderão dar mais carência para pagamentos de empréstimos caso o quadro de crise se mantenha. "Se o quadro de crise se mantiver, os bancos poderão dar mais carência em empréstimos", disse.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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