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Antes de queda dos juros, BC teria de ancorar a taxa de câmbio com 'programa robusto' e credível de intervenção, diz economista Alberto Ramos

A cotação do petróleo despencou — e pode levar a Selic junto. Ao menos é o que diz Alberto Ramos, economista-chefe do Goldman Sachs para América Latina.
O tombo da commodity, somado ao temor espalhado pelo coronavírus, reforçou a tensão nas bolsas ao redor do mundo, que hoje operam em fortes quedas. Acompanhe nossa cobertura completa de mercados.
Em face da epidemia do vírus, os economistas já haviam reduzido projeções para o crescimento global, com a expectativa de que os bancos centrais também possam diminuir as taxas de juros para estimular suas economias.
Segundo Ramos, a queda nos preços da matéria-prima, com efeito desinflacionário, também sustenta a hipótese de corte do juro básico no Brasil, inclusive elevando a probabilidade de uma redução já na próxima reunião do Copom, nos dias 17 e 18 de março. A autoridade monetária, no entanto, teria de acalmar os ânimos no mercado de câmbio antes do movimento.
"Certamente ajuda, mas precisa ancorar o câmbio", diz Ramos. Segundo o economista do Goldman Sachs, o BC hoje possui dois objetivos: a ancoragem da taxa de câmbio e o acompanhamento do movimento global de acomodação monetária, a fim de reduzir o choque negativo advindo do surto do novo coronavírus para a atividade econômica.
"O primeiro instrumento seria um programa robusto e credível de intervenção para ancorar o câmbio", diz Ramos. "Isso abriria espaço de manobra para então usar o segundo instrumento: cortar a Selic para dar uma ajuda à tão combalida economia."
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No dia 3 de março, em meio ao temor dos impactos do coronavírus na economia, o Goldman Sachs revisou a projeção para a taxa Selic de 4,25% para 3,75% ao fim de 2020. O banco também mencionou chance de 40% de corte de 0,25 ponto no Copom deste mês.
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