🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Crise

Socorro do governo federal equivale a 40% da perda com receita de estados

Secretários de Fazenda dizem que vão precisar de uma ajuda adicional caso as medidas de ajuste não deem certo ou a economia demore mais tempo para retomar

Moeda de um real
Imagem: Shutterstock

O repasse direto de R$ 60 bilhões para os cofres estaduais e municipais, cuja parcela foi paga semana passada, deve representar entre 30% e 40% do que será perdido pelos Estados em arrecadação neste ano como consequência da crise provocada pela pandemia, segundo cálculos da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Secretários de Fazenda estaduais dizem que vão precisar de uma ajuda adicional caso as medidas de ajuste não deem certo ou a economia demore mais tempo para retomar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Rio recebeu R$ 500 milhões, a primeira parcela de R$ 2,5 bilhões, mas a perda de arrecadação no Estado, segundo o secretário de Fazenda Guilherme Mercês, deve ficar em torno de R$ 10 bilhões.

"Se a economia não se recuperar, todos os Estados e municípios dependerão de ajuda da União, que é a única capaz de emitir dívida. Todos, no Brasil inteiro, estamos esperando uma recuperação da atividade. Evidentemente, caso ela não ocorra, o governo federal, como líder da federação, tem o papel de ajudar Estados e municípios", disse Mercês.

Mesmo contando com o apoio federal, a programação financeira do Estado só oferece segurança para pagar a folha de salários de agosto, a ser quitada em setembro. O buraco de caixa estimado para este ano é de R$ 6,4 bilhões, estimou Mercês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Rio Grande do Sul, o repasse total será de R$ 2,2 bilhões. Desde o início da pandemia, o Estado já perdeu R$ 1,7 bilhão. A estimativa é que outros R$ 700 milhões deixem de ser arrecadados em junho, ou seja, a perda deverá ultrapassar o auxílio em R$ 200 milhões já no fim deste mês.

Leia Também

FINANÇAS

Quanto é preciso investir para ter um cartão BTG Pactual? Conheça os requisitos e benefícios das versões Gold, Platinum e Black

PRÉVIA DO RESULTADO

Receitas em alta e ações de lado: balanço da SpaceX (SPCX) finalmente decolou? Saiba o que esperar

Por nota, a Secretaria da Fazenda do Estado informou que os recursos repassados pela União "são importantes para a manutenção dos serviços essenciais à população ou no pagamento de despesas essenciais como a folha dos servidores públicos, mas ficaram deslocados no tempo e não cobrem a totalidade das perdas".

A primeira parcela da ajuda, no entanto, garantiu que o governo de Eduardo Leite (PSDB) pudesse quitar o salário dos servidores do Executivo de abril, que estava atrasado havia 40 dias. Ainda segundo a Secretaria da Fazenda, o pagamento da folha de maio está vinculada ao recebimento da segunda parcela do auxílio, prevista para 13 de julho.

[captacao]

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Situação crítica

Em situação fiscal crítica antes mesmo da pandemia, Minas Gerais também planeja usar os recursos repassados pelo governo federal para pagar servidores. A Secretaria da Fazenda mineira, porém, destacou que os valores recebidos "não necessariamente" serão suficientes para quitar a folha dos próximos meses.

A folha líquida de pagamento de Minas chega a R$ 2,8 bilhões e o Estado receberá um total de R$ 3,4 bilhões da União. Até agora, a arrecadação mineira caiu cerca de 20% em relação ao que era esperado para o período.

Até em São Paulo, onde não há problema com o pagamento dos servidores, o montante é considerado insuficiente. A ajuda federal para o Estado será de R$ 7,7 bilhões, enquanto a perda de arrecadação neste ano está estimada entre R$ 19 bilhões e R$ 20 bilhões.

"As contas só vão ficar equilibradas por causa da suspensão do pagamento da dívida com a União e com os bancos oficiais. O problema é que esses cálculos são feitos com base em estimativa de queda de arrecadação. A queda real pode ser maior", diz o secretário da Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Carteira de trabalho CLT 14 de outubro de 2026 - 22:42
13 de outubro de 2026 - 16:07
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar