O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Valor de fevereiro representa o maior déficit para o mês desde 2017, quando houve resultado negativo de R$ 23,468 bilhões
O setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras) apresentou déficit primário de R$ 20,901 bilhões em fevereiro, informou nesta terça-feira, 31, o Banco Central. Em janeiro, havia sido registrado superávit de R$ 56,276 bilhões.
O resultado primário consolidado do mês passado ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, que iam de déficit de R$ 30,000 bilhões a déficit de R$ 12,900 bilhões. A mediana estava negativa em R$ 21,100 bilhões.
O valor de fevereiro representa o maior déficit para o mês desde 2017, quando houve resultado negativo de R$ 23,468 bilhões.
O resultado fiscal de fevereiro foi composto por um déficit de R$ 26,893 bilhões do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS). Já os governos regionais (Estados e municípios) influenciaram o resultado positivamente com R$ 5,249 bilhões no mês. Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 4,267 bilhões, os municípios tiveram resultado positivo de R$ 982 milhões. As empresas estatais registraram superávit primário de R$ 743 milhões.
As contas do setor público acumularam um superávit primário de R$ 35,375 bilhões no primeiro bimestre de 2020, o equivalente a 2,89% do Produto Interno Bruto (PIB), informou o Banco Central.
Com o aumento de despesas públicas em função da pandemia do novo coronavírus, o Tesouro Nacional estima que o déficit primário do Governo Central poderá superar os R$ 350 bilhões em 2020, o que corresponde a 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Leia Também
A meta original para este ano era de déficit de R$ 124 bilhões (1,6%) do PIB, mas ela foi suspensa a pedido do Executivo, para que o governo possa aumentar os gastos e fazer frente ao avanço da covid-19.
O déficit primário somou R$ 58,464 bilhões em 12 meses até fevereiro (0,80% do PIB)
O superávit fiscal no primeiro bimestre ocorreu em função do superávit de R$ 18,576 bilhões do Governo Central (1,52% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um superávit de R$ 15,392 bilhões (1,26% do PIB) no período. Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 13,150 bilhões, os municípios tiveram um saldo positivo de R$ 2,242 bilhões. As empresas estatais registraram um resultado positivo de R$ 1,407 bilhão no período.
O setor público consolidado registrou um déficit nominal de R$ 49,355 bilhões em fevereiro. Em janeiro, o resultado nominal havia sido superavitário em R$ 19,120 bilhões e, em fevereiro de 2019, deficitário em R$ 45,013 bilhões.
No mês passado, o Governo Central registrou déficit nominal de R$ 51,545 bilhões. Os governos regionais tiveram saldo positivo de R$ 1,978 bilhão, enquanto as empresas estatais registraram superávit nominal de R$ 212 milhões.
No primeiro bimestre, o déficit nominal somou R$ 30,235 bilhões, o que equivale a 2,47% do PIB.
Em 12 meses até fevereiro, há déficit nominal de R$ 440,419 bilhões, ou 6,00% do PIB.
O setor público consolidado teve gasto de R$ 28,454 bilhões com juros em fevereiro, após esta despesa ter atingido R$ 37,155 bilhões em janeiro, informou o Banco Central.
O Governo Central teve no mês passado despesas na conta de juros de R$ 24,652 bilhões. Os governos regionais registraram gasto de R$ 3,271 bilhões e as empresas estatais, de R$ 531 milhões.
No primeiro bimestre, o gasto com juros somou US$ 65,610 bilhões, o que representa 5,35% do PIB. Em 12 meses até fevereiro, as despesas com juros atingiram R$ 381,956 bilhões (5,21% do PIB).
Ganhos na bolsa e na renda fixa garantiram superávit bilionário ao fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil
O atraso nas regras do IR 2026, um prêmio milionário na Lotofácil e a disputa entre Casas Bahia e Pão de Açúcar estão entre as notícias mais lidas da semana no Seu Dinheiro
Receita Federal divulga detalhes do IRPF 2026 em coletiva às 10h; atraso no anúncio pode reduzir a janela de envio da declaração neste ano
Bilhetes simples cravaram as 15 dezenas e renderam mais de R$ 1 milhão para cada vencedor; Mega-Sena, Quina e +Milionária seguem travadas
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto; hoje são contemplados os nascidos em fevereiro.
Preso em Brasília, Vorcaro escolhe José Luís de Oliveira Lima para liderar a defesa; advogado já atuou em casos como Mensalão e julgamento de Braga Netto
Entre as 70 atrações do Cacau Park, o destaque é a mais alta e mais rápida montanha-russa da América Latina
Com tecnologia do Gemini, o Google quer transformar o Maps em um assistente capaz de responder perguntas e sugerir lugares em tempo real
Aumento será de R$ 0,38 por litro nas refinarias, enquanto governo aposta em desoneração e subsídio para suavizar efeito nas bombas
James Howells seria considerado um bilionário no Brasil se sua agora ex-namorada não tivesse jogado fora um HD com 8 mil bitcoins
Escalada do Brent e bloqueio das importações aumentam pressão sobre a política de preços da estatal
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (12). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.
Briga entre o bilionário e o ministro do STF se estende desde 2024 com investigações sobre a plataforma X
Chocolate, batata-doce e café solúvel lideraram as altas do IPCA no período, enquanto arroz, azeite de oliva e frutas registraram as maiores quedas de preço.
Estas pessoas jogaram coisas no lixo achando que não valiam nada — e depois descobriram que estavam diante de verdadeiras fortunas
Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset e ex-Secretário do Tesouro Nacional, conta como o choque externo chega na inflação, nos juros e no seu bolso
O objetivo é conter os efeitos da alta da commodity no bolso do consumidor, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio
No total, já são 13 as estações de Metrô de São Paulo que adotaram o sobrenome de companhias
Lotofácil é dividida entre dois ganhadores. Quina desencanta e sai para bolão com dez participantes. Todas as demais loterias sorteadas pela Caixa Econômica Federal na noite de quarta-feira (11) acumularam.
Gigantes da tecnologia anunciam projetos bilionários de data centers no país, mas o consumo massivo de energia e água levanta alertas entre especialistas e ambientalistas