O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autoridade monetária comunica nesta quarta nova decisão sobre juros; diante de incerteza com contas públicas e avanço da inflação, mercado aponta chance de BC endurecer o discurso
O Banco Central deve manter a Selic em 2%, em decisão que será anunciada nesta quarta-feira (28). A expectativa pela manutenção da taxa básica de juros é majoritária entre agentes do mercado, que apontam a possibilidade de um comunicado mais duro.
A autoridade monetária já indicou que deve manter a Selic baixa por um longo período, com o chamado "forward guidance". Mas a deterioração fiscal e as ameaças de derrubada do teto de gastos constantemente fazem com o que o mercado precifique uma alta dos juros futuros. Daí a necessidade de um comunicado mais duro.
Para o economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, o BC vai mostrar um discurso agressivo, mas no sentido de que não pretende diminuir mais a Selic. O especialista diz ainda que gostaria de ver um "forward guidance de verdade". "Queria que fosse mais concreto".
"Gostaria de uma sinalização com números, perspectiva em relação ao futuro, por exemplo - como o Fed [o BC dos Estados Unidos] tem -, um prognóstico de juros com variáveis mostrando o que os membros pensam de tal mês em tal ano", afirma Vale.
O economista do BTG Pactual digital, Álvaro Frasson, fala na possibilidade de um "forward guidance" condicionado ao teto de gastos - caso a autoridade monetária queira "de fato endurecer o discurso".
O especialista lembra, no entanto, que ainda há muita indefinição a respeito de um eventual descumprimento da medida que limita o crescimento das despesas do governo à inflação. "Não há nada de concreto que tenha derrubado o teto", diz Frasson.
Leia Também
A possibilidade de se furar o teto ganhou força em Brasília por causa da covid-19. O governo reiterou o discurso de austeridade, mas lançou mão de uma manobra criativa com o Renda Cidadã - cujo futuro também é incerto. Não bastasse, o Congresso não votou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021.
Dessa forma, o BC segue em compasso de espera, enquanto segura a Selic no atual patamar. "O que vai definir agora é a questão fiscal", diz o economista-chefe da Genial Investimentos, José Márcio Camargo, reiterando a visão dos colegas.

Se reduzir mais a Selic está praticamente fora de cogitação, há algo que faria com que o BC a elevasse? De imediato, o mercado não acredita nessa possibilidade, mesmo com a inflação dos últimos meses.
"Apesar de ter um grande choque de preços, a inflação está concentrada nos alimentos", diz Camargo, da Genial. "Você não resolve problema de oferta desse tipo com aumento de taxa de juros".
Já Vale, da MB Associados, diz que será "interessante" ver como o Banco Central vai se colocar diante do novo cenário. O economista lembra que a alta dos preços atual é uma "normalização", depois da baixa com a pandemia e avanço de 4,31% no ano passado.
Em outubro, o IPCA-15 (considerado uma prévia da inflação) subiu 0,94%, segundo o IBGE - a maior alta para o mês desde 1995. O indicador avançou 0,45% em setembro.
O BC mexe na taxa de juros para alcançar a meta de inflação - definida neste ano em 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Nos últimos 12 meses os preços têm alta de 3,14%, segundo o IPCA de setembro.
Frasson, do BTG, ainda aponta como razão para não aumentar a Selic uma incerteza a respeito da dimensão do impacto da pandemia sobre a atividade. "Sem ter uma clareza do tamanho do buraco, não dá pra mudar muito", diz. "Ficaria muito ruim para o BC aumentar os juros nesse momento".
O mercado tem, a cada semana, melhorado as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, depois do ápice do pessimismo com a pandemia. Mas o cenário esperado ainda é de retração de, pelo menos, 4,8% em 2020, segundo a última edição do Boletim Focus.
O boletim do BC, que reúne estimativas de cerca de 100 instituições para a economia, ainda aponta inflação a 2,99% no final deste ano - estimativa que tem continuamente aumentado. A Selic terminaria 2020 a 2%, de acordo com a publicação.
O número está em linha com uma consulta realizada pelo Projeções Broadcast, do Grupo Estado: entre 51 instituições, todas esperam a Selic a 2,00% ao ano. A taxa terminaria 2020 nesse patamar, para em meados do próximo ano voltar a subir.
*Colaborou Felipe Saturnino
Concorrência deve aumentar após quebra de exclusividade, mas novas versões ainda dependem de aprovação da Anvisa
“O cenário global atravessa um dos choques mais severos da história recente, elevando preços e intensificando a disputa internacional por suprimentos”, disse o Sindicom em nota
Banco se baseia em análises políticas que indicam um limite para a participação dos Estados Unidos no conflito
“Emergência Radioativa” resgata acidente com césio-137 em 1987 e mostra como a contaminação se espalhou rapidamente
Com o país em alerta para uma possível nova paralisação, lembrança de 2018 volta ao radar; preços já se aproximam de níveis críticos em algumas regiões
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger