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No fim de dezembro, a posição cambial da autoridade monetária estava em US$ 327,801 bilhões

A posição cambial líquida do Banco Central atingiu US$ 329,850 bilhões no encerramento de janeiro, conforme dados divulgados nesta quarta-feira, 5, pela instituição. No fim de dezembro, essa posição estava em US$ 327,801 bilhões.
A posição traduz o que está disponível para que o BC faça frente a alguma necessidade de moeda estrangeira - como fornecer liquidez ao mercado em momentos de crise, por exemplo.
A posição leva em conta as reservas internacionais, o estoque de operações de linha do BC (venda de dólares com compromisso de recompra), a posição da instituição em swap cambial e os Direitos Especiais de Saque (DES) do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI).
O saldo da base monetária atingiu R$ 317,959 bilhões em janeiro, pelo conceito de fim de período, informou o Banco Central. Em dezembro, a base monetária estava em R$ 316,587 bilhões.
A base monetária é a soma do total de papel moeda emitido com as reservas bancárias registradas pelas instituições financeiras.
O BC também divulgou que os bancos fecharam janeiro com posição vendida no câmbio à vista de US$ 34,261 bilhões. Trata-se da maior posição vendida desde setembro de 2016, quando estava em US$ 35,936 bilhões.
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No fim de 2019, essa posição estava vendida em US$ 33,931 bilhões.
As instituições financeiras atuam como contrapartes em operações cambiais. Assim, quando há remessas de moeda estrangeira ao exterior, elas fornecem dólares a empresas e fundos, por exemplo, para envio. Neste caso, a "posição vendida" das instituições tende a aumentar.
Em movimento contrário, quando há entrada de recursos no Brasil, as instituições financeiras recebem os dólares, o que reduz a "posição vendida" ou eleva a "posição comprada".
A posição dos bancos no mercado à vista também é alterada sempre que o BC realiza leilões de dólares. Assim, quando o BC vende moeda aos bancos, a posição vendida à vista tende a diminuir.
*Com Estadão Conteúdo.
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