🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

efeito coronavírus

Pandemia pode derrubar nota do País

Brasil conquistou o grau de investimento dado pelas agências Fitch, Standard & Poor's (S&P) e Moody's pela primeira vez em 2008. Mas perdeu o selo de bom pagador sete anos depois

(Brasília - DF, 24/04/2020) Pronunciamento do Presidente da República, Jair Bolsonaro. Foto: Alan Santos/PR -

O Brasil não deve ter uma melhora em sua nota de classificação de risco dada pelas agências internacionais nem em 2021 e a classificação do País pode até cair, com a deterioração econômica e os ruídos de uma crise política, que podem afetar a capacidade do governo em ajustar as contas públicas e implementar a agenda de reformas depois da pandemia da covid-19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil conquistou o grau de investimento dado pelas agências Fitch, Standard & Poor's (S&P) e Moody's pela primeira vez em 2008. Mas perdeu o selo de bom pagador sete anos depois, com a crise política e o início da recessão. No começo deste ano, parecia que o rating do Brasil iria subir, ainda que abaixo do grau de investimento.

Com a crise causada pela covid-19, que chegou ao País enquanto a economia tentava superar o baixo crescimento e a crise política entre o governo do presidente Jair Bolsonaro e os demais Poderes escalava, o cenário mudou radicalmente.

Na última terça-feira, a agência Fitch revisou para "negativa" a perspectiva para a nota de crédito soberano do País, pela "deterioração das perspectivas econômicas e fiscais e os riscos negativos de renovada incerteza política, incluindo tensões entre o Executivo e o Congresso, e incerteza sobre a duração e a intensidade da pandemia", aponta a nota da agência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Fitch revisou a perspectiva para a nota e manteve a classificação do Brasil em "BB-". A S&P também atribui ao País nota "BB-", e a Moody's o classifica em "Ba2" - todas as notas abaixo do grau de investimento.

Leia Também

É RECORDE!

Mega-Sena desencanta e aposta do Mato Grosso fatura sozinha prêmio de R$ 324,9 milhões

CARRO-CHEFE ENCALHADO

Mega-Sena encalha de novo e pode pagar o maior prêmio individual da história das loterias no Brasil; 3 apostas simples dividem a Lotofácil 3815

No mês passado, o Indicador de Incerteza da Economia (IIE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) bateu em 210,5 pontos, o nível mais alto da série histórica, e já tinha subido 95 pontos desde fevereiro. Antes disso, o ponto mais alto havia sido atingido justamente quando a Standard and Poor's retirou o grau de investimento do Brasil, em setembro de 2015.

Incertezas

Segundo a analista de ratings soberanos para a S&P Livia Honsel, a pandemia tornou mais difícil a aprovação de reformas. "Em dezembro, havia a probabilidade de melhora na nota do Brasil, com base em uma redução do déficit. Agora, nesse contexto tão complexo, é difícil que o rating do Brasil melhore no ano que vem."

Ela lembra, que apesar de as agências não opinarem sobre a forma como cada governo lida com a crise do novo coronavírus, a avaliação de risco do Brasil inclui questões políticas, como as dificuldades para o País avançar nas reformas, causadas por divisões no Congresso ou oposição entre os Poderes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Como em outros países, os impactos da pandemia na economia e na performance fiscal do Brasil serão graves", diz Samar Maziad, vice-presidente e principal analista para o Brasil da Moody's. "Esperamos uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 5% este ano. E tudo vai depender do quanto o governo será capaz de voltar ao caminho da consolidação fiscal no ano que vem."

Segundo Maziad, um ponto importante para definir a imagem que o Brasil terá perante os investidores internacionais será como o País vai conseguir aplicar os recursos usados para conter os efeitos da crise. "Ainda vai ser preciso avaliar a efetividade das medidas que estão sendo aplicadas agora", diz.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar