🔴 SAIBA PROGRAMAR A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PARA O SEU TRABALHO COM A ‘FÁBRICA DE AGENTES DE IA’ – DESCUBRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

de olho nas projeções

No pior cenário, PIB do Brasil cai 7,3% em 2020, diz CNI

No cenário otimista e menos provável, o PIB cai 0,9% em 2020, mas no mais provável o recuo é de 4,2%, segundo a confederação

Imagem: Shutterstock

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) espera um recuo de 4,2% na atividade econômica brasileira em 2020, podendo chegar a 7,3% no pior dos cenários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o avanço da pandemia do novo coronavírus, a entidade reviu nesta segunda-feira (11) sua última projeção, do fim do ano passado, que era de crescimento de 2,5% neste ano. Diante das incertezas, a confederação traçou três cenários.

Enquanto no cenário base, considerado o mais provável, a retração fica nos 4,2%, no pessimista, a economia encolhe 7,3%. Já no cenário otimista e menos provável, o PIB cai 0,9% em 2020. Os dados são do Informe Conjuntural da entidade, publicado nesta segunda.

"O grau de sucesso das medidas econômicas, para reduzir os impactos da crise provocada pelo coronavírus, e a extensão da quarentena serão determinantes para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano", afirma a CNI.

A avaliação é de que a queda de 4,2% ocorrerá se as políticas de auxílio econômico forem suficientes para impedir o fechamento de empresas e a queda na renda. Neste cenário, o isolamento social começaria a ser flexibilizado ainda em maio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No cenário base, o recuo do PIB industrial chega a 3,9%. A previsão anterior era de alta de 2,8%. Já na previsão mais pessimista, a queda será de 7%. Na mais otimista, retração de 1,8%.

Leia Também

CORRENDO CONTRA O TEMPO?

A 10 dias das eleições, ministro da Fazenda defende que governo Lula adotou ‘política fiscal correta’ em artigo na The Economist

TENTE OUTRA VEZ

Ozempic no SUS? Governo tenta emplacar canetas emagrecedoras nos postos de saúde e cita queda de 70% nos preços

Inflação e juros

A CNI prevê queda da inflação e nova redução na taxa básica de juros. De acordo com o Informe Conjuntural, a expectativa é que o IPCA feche o ano em 1,97%, no chamado cenário base, considerado o mais provável. No cenário pessimista, o indicador fecha o ano em 0,80% e, no otimista, 2,90%. No fim do ano passado, a entidade projetava inflação em 3,70% em 2020.

Com isso, a expectativa da confederação é de que haja nova redução na taxa Selic, chegando a 2,50% no fim do ano tanto no cenário base, quanto no otimista. Na pior das hipóteses, esse número poderá chegar a 2,25%. No fim do ano passado, a expectativa era de Selic em 4,5% em 2020.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Houve piora também na previsão para a taxa de desemprego, que passou de estimativa de 11,3% para 12,5%, podendo chegar a 13,5% no pior cenário.

Para o câmbio, a projeção da entidade para a média do ano passou de R$ 4,05 para R$ 4,68.

Exportações

A pandemia do novo coronavírus deve resultar em uma queda de US$ 25 bilhões nas exportações brasileiras em 2020. De acordo com projeção feita pela CNI, o Brasil venderá ao exterior US$ 205 bilhões, ante expectativa de US$ 230 bilhões feita no fim de 2019.

A estimativa para o saldo comercial passou de US$ 38 bilhões para US$ 36 bilhões. A projeção é que as importações alcancem US$ 169 bilhões, ante US$ 192 bilhões projetado anteriormente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No Informe Conjuntural divulgado nesta segunda-feira, a confederação espera ainda uma piora significativa no déficit primário brasileiro. A projeção passou de -1,30% para -9,47%. A expectativa para o resultado nominal foi de déficit de 6,40% para rombo de 15%. Com isso, aumentou a previsão para a relação dívida pública bruta/PIB, de 79,3% para 93,2%.

A entidade avalia que o governo precisa manter a busca pela redução da dívida e o equilíbrio fiscal para aumentar a confiança no País e atrair investimentos. "Para sair da crise de forma sustentada, o País precisa, mais do que nunca, eliminar o custo Brasil, com uma reforma tributária que crie um sistema mais eficiente e menos complicado", completa o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

*Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 24 de setembro de 2026 - 13:39
24 de setembro de 2026 - 10:57
Tela com informações sobre o BPC (Benefício de Prestação Continuada) exibida em smartphone ao lado de uma cédula de R$ 100. 24 de setembro de 2026 - 5:05
Ganhadores comemoram prêmios da Lotofácil e da Dia de Sorte. 23 de setembro de 2026 - 6:41
Guerra comercial entre EUA e China. 22 de setembro de 2026 - 16:35
22 de setembro de 2026 - 11:28
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 22 de setembro de 2026 - 7:10
Dezenas de ganhadores comemoram prêmio da Lotofácil. 22 de setembro de 2026 - 6:38
Moeda de 1 real ao lado de outras moedas empilhadas 22 de setembro de 2026 - 6:03
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar