O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No cenário otimista e menos provável, o PIB cai 0,9% em 2020, mas no mais provável o recuo é de 4,2%, segundo a confederação
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) espera um recuo de 4,2% na atividade econômica brasileira em 2020, podendo chegar a 7,3% no pior dos cenários.
Com o avanço da pandemia do novo coronavírus, a entidade reviu nesta segunda-feira (11) sua última projeção, do fim do ano passado, que era de crescimento de 2,5% neste ano. Diante das incertezas, a confederação traçou três cenários.
Enquanto no cenário base, considerado o mais provável, a retração fica nos 4,2%, no pessimista, a economia encolhe 7,3%. Já no cenário otimista e menos provável, o PIB cai 0,9% em 2020. Os dados são do Informe Conjuntural da entidade, publicado nesta segunda.
"O grau de sucesso das medidas econômicas, para reduzir os impactos da crise provocada pelo coronavírus, e a extensão da quarentena serão determinantes para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano", afirma a CNI.
A avaliação é de que a queda de 4,2% ocorrerá se as políticas de auxílio econômico forem suficientes para impedir o fechamento de empresas e a queda na renda. Neste cenário, o isolamento social começaria a ser flexibilizado ainda em maio.
No cenário base, o recuo do PIB industrial chega a 3,9%. A previsão anterior era de alta de 2,8%. Já na previsão mais pessimista, a queda será de 7%. Na mais otimista, retração de 1,8%.
Leia Também
A CNI prevê queda da inflação e nova redução na taxa básica de juros. De acordo com o Informe Conjuntural, a expectativa é que o IPCA feche o ano em 1,97%, no chamado cenário base, considerado o mais provável. No cenário pessimista, o indicador fecha o ano em 0,80% e, no otimista, 2,90%. No fim do ano passado, a entidade projetava inflação em 3,70% em 2020.
Com isso, a expectativa da confederação é de que haja nova redução na taxa Selic, chegando a 2,50% no fim do ano tanto no cenário base, quanto no otimista. Na pior das hipóteses, esse número poderá chegar a 2,25%. No fim do ano passado, a expectativa era de Selic em 4,5% em 2020.
Houve piora também na previsão para a taxa de desemprego, que passou de estimativa de 11,3% para 12,5%, podendo chegar a 13,5% no pior cenário.
Para o câmbio, a projeção da entidade para a média do ano passou de R$ 4,05 para R$ 4,68.
A pandemia do novo coronavírus deve resultar em uma queda de US$ 25 bilhões nas exportações brasileiras em 2020. De acordo com projeção feita pela CNI, o Brasil venderá ao exterior US$ 205 bilhões, ante expectativa de US$ 230 bilhões feita no fim de 2019.
A estimativa para o saldo comercial passou de US$ 38 bilhões para US$ 36 bilhões. A projeção é que as importações alcancem US$ 169 bilhões, ante US$ 192 bilhões projetado anteriormente.
No Informe Conjuntural divulgado nesta segunda-feira, a confederação espera ainda uma piora significativa no déficit primário brasileiro. A projeção passou de -1,30% para -9,47%. A expectativa para o resultado nominal foi de déficit de 6,40% para rombo de 15%. Com isso, aumentou a previsão para a relação dívida pública bruta/PIB, de 79,3% para 93,2%.
A entidade avalia que o governo precisa manter a busca pela redução da dívida e o equilíbrio fiscal para aumentar a confiança no País e atrair investimentos. "Para sair da crise de forma sustentada, o País precisa, mais do que nunca, eliminar o custo Brasil, com uma reforma tributária que crie um sistema mais eficiente e menos complicado", completa o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
*Com Estadão Conteúdo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer
Mais conectado, mais desconfiado e com menos paciência: o brasileiro digital não perdoa erro, demora ou taxa surpresa
O montante, anunciado em março deste ano, será direcionado a empresas consideradas estratégicas ou afetadas por choques externos
Depois de acumular pela 2ª vez na semana, prêmio da Lotofácil cresce, mas nem faz cócegas nas estimativas para os próximos sorteios da Quina, da Timemania e da Mega-Sena, que também ocorrem hoje (16)
Romi (ROMI3), Usiminas (USIM5) e Assaí (ASAI3) dão o pontapé na temporada, e Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, conta o que esperar dos resultados do primeiro trimestre
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e pode incluir adicionais