O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Taxa caiu 2,0 ponto porcentual em relação a dezembro, mas segue como uma das mais elevadas entre as avaliadas pelo Banco Central
O juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito caiu 2,0 ponto porcentual de dezembro para janeiro, informou nesta quinta-feira, 27, o Banco Central. Com isso, a taxa passou de 318,8% para 316,8% ao ano.
O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC. Dentro desta rubrica, a taxa da modalidade rotativo regular passou de 286,2% para 290,0% ao ano de dezembro para janeiro. Neste caso, são consideradas as operações com cartão rotativo em que houve o pagamento mínimo da fatura.
Já a taxa de juros da modalidade rotativo não regular passou de 339,6% para 333,1% ao ano. O rotativo não regular inclui as operações nas quais o pagamento mínimo da fatura não foi realizado.
No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro passou de 175,8% para 184,1% ao ano.
Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, a taxa passou de 64,5% para 66,2% de dezembro para janeiro.
Em abril de 2017, começou a valer a regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos.
Leia Também
A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado.
O BC também divulgou nesta quinta uma revisão nas séries que tratam do saldo e das concessões registradas em operações à vista com o cartão de crédito - aquelas em que o cliente paga a fatura em dia e não chega a entrar no rotativo.
A autarquia ampliou a cobertura para recebimento de dados, abarcando instituições novas, como fintechs de cartão de crédito.
Em janeiro, o saldo do cartão à vista somou R$ 212,275 bilhões. As concessões no mês foram de R$ 94,440 bilhões.
A taxa média de juros no crédito livre subiu de 33,4% ao ano em dezembro para 33,7% ao ano em janeiro, ainda segundo o BC. Em janeiro de 2019, essa taxa estava em 37,1% ao ano.
Para pessoa física, a taxa média de juros no crédito livre passou de 46,0% para 45,6% ao ano de dezembro para janeiro, enquanto para pessoa jurídica foi de 16,3% para 17,6% ao ano.
Entre as principais linhas de crédito livre para a pessoa física, destaque para o cheque especial, cuja taxa passou de 247,6% ao ano para 165,6% ao ano de dezembro para janeiro. No crédito pessoal, a taxa passou de 36,8% para 39,3% ao ano.
Desde julho de 2018, os bancos estão oferecendo um parcelamento para dívidas no cheque especial. A opção vale para débitos superiores a R$ 200. A expectativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) era de que essa migração do cheque especial para linhas mais baratas acelerasse a tendência de queda do juro cobrado ao consumidor.
Em função da ineficácia da autorregulação da Febraban, o BC anunciou a limitação dos juros do cheque especial em 8% ao ano (151,82% ao ano). A nova regra começou a valer em 6 de janeiro. Os dados divulgados nesta quinta pelo BC já refletem esta limitação do custo do cheque especial.
Além da limitação do juro, os dados desta quinta refletem uma revisão realizada na série histórica do BC. De acordo com a autarquia, os números passaram a considerar o fato de alguns bancos cobrarem juro no cheque especial apenas após dez dias de atraso no pagamento da fatura. Antes, era considerado todo o período de atraso. Esta mudança fez com que o nível do juro no cheque especial, na nova série histórica, fosse menor em anos anteriores.
Os números do Banco Central mostraram ainda que, para aquisição de veículos, os juros foram de 19,2% ao ano em dezembro para 19,7% em janeiro.
A taxa média de juros no crédito total, que inclui operações livres e direcionadas (com recursos da poupança e do BNDES), foi de 22,6% ao ano em dezembro para 23,0% ao ano em janeiro. Em janeiro de 2019, estava em 24,4%.
Já o Indicador de Custo de Crédito (ICC) caiu 0,1 ponto porcentual em janeiro ante dezembro, aos 20,2% ao ano. O porcentual reflete o volume de juros pagos, em reais, por consumidores e empresas no mês, considerando todo o estoque de operações, dividido pelo próprio estoque.
Na prática, o indicador reflete a taxa de juros média efetivamente paga pelo brasileiro nas operações de crédito contratadas no passado e ainda em andamento.
O spread bancário médio no crédito livre passou de 27,9 pontos porcentuais em dezembro para 28,3 pontos porcentuais em janeiro, informou o Banco Central.
O spread médio da pessoa física no crédito livre foi de 40,2 para 40,0 pontos porcentuais no período. Para pessoa jurídica, o spread médio passou de 11,1 para 12,6 pontos porcentuais.
O spread médio do crédito direcionado foi de 4,0 para 4,3 pontos porcentuais na passagem de dezembro para janeiro.
Já o spread médio no crédito total (livre e direcionado) foi de 17,8 para 18,3 pontos porcentuais no período.
As concessões no crédito livre caíram 19,3% em janeiro ante dezembro, para R$ 301,6 bilhões, informou o Banco Central. Houve avanço de 14,6% em 12 meses até janeiro.
No crédito para pessoas físicas, as concessões caíram 8,6% em janeiro ante dezembro, para R$ 169,1 bilhões. Em 12 meses até janeiro, há alta de 15,3%.
Já no caso de pessoas jurídicas, as concessões caíram 29,9% em janeiro ante dezembro, para R$ 132,5 bilhões. Em 12 meses até janeiro, o avanço é de 14,0%.
A taxa de inadimplência no crédito livre foi de 3,7% para 3,8% na passagem de dezembro para janeiro, informou o Banco Central. Em janeiro de 2019, a taxa estava em 4,0%.
Para pessoa física, a taxa de inadimplência foi de 5,0% para 4,9%. Para as empresas, a taxa passou de 2,1% para 2,3%.
A inadimplência do crédito direcionado seguiu em 1,9% na passagem de dezembro para janeiro.
Já o dado que considera o crédito livre mais o direcionado mostra que a taxa de inadimplência passou de 2,9% para 3,0%.
O endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro ficou em 45,1% em dezembro, igual ao verificado em novembro, informou nesta quinta o Banco Central. Se forem descontadas as dívidas imobiliárias, o endividamento ficou em 26,3% em dezembro, também igual a novembro.
O cálculo do BC leva em conta o total das dívidas dividido pela renda no período de 12 meses. Além disso, incorpora os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar (Pnad) contínua e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), ambas do IBGE.
Segundo o BC, o comprometimento de renda das famílias com o Sistema Financeiro Nacional (SFN) atingiu 20,2% em dezembro, mesmo porcentual de novembro. Descontados os empréstimos imobiliários, o comprometimento da renda ficou em 17,8% em dezembro, igual ao visto em novembro.
*Com Estadão Conteúdo
Escalada no Oriente Médio pressiona insumos, eleva custos do agro e pode marcar início de novo ciclo de commodities, que abre oportunidade de ganhos para quem quer se expor ao segmento
Proposta eleva o limite de peso dos automóveis conduzidos por motoristas habilitados na categoria B da CNH
Banco Central (BC) esclarece em nota enviada à redação do Seu Dinheiro que, desde que a plataforma entrou no ar em 2020, o pix nunca foi suspenso
Martin Iglesias, líder em recomendação de investimentos no Itaú, conta no novo episódio do Touros e Ursos sobre como o banco ajustou sua estratégia de alocação diante das incertezas atuais
Nova etapa do Plano Brasil Soberano tem um impacto potencial sobre indústria e pequenas e médias empresas (PMEs)
Investigação aponta uso de empresas de fachada, funcionários de bancos e conversão em criptoativos para ocultar recursos
A refinaria foi privatizada durante o governo de Jair Bolsonaro. Desde a troca de comando da Petrobras, em 2023, a estatal manifesta o desejo de recomprar o ativo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira (24). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 32 milhões hoje.
A guerra no Oriente Médio é a principal pedra no caminho de uma política monetária mais flexível daqui para a frente
Consumidor poderá comprar medicamentos no supermercado, desde que os remédios estejam dentro de farmácias estruturadas no estabelecimento
Agora, o BC incluiu uma nova variável na análise da conjuntura: além de acompanhar as decisões de outros Bancos Centrais, o comitê avalia os desdobramentos do conflito do Oriente Médio, algo que influencia no preço do barril do petróleo e, consequentemente, da inflação
O pré-candidato citou o aumento de reclamações por qualidade do serviço e também afirmou ter verificado que houve reestatização desses serviços em outros países
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Enquanto importadores pressionam por reajuste, fontes da Reuters dizem que estatal não pretende mexer nos preços agora
As inscrições para o Programa Jovem Aprendiz 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos são gratuitas; confira os detalhes
Mega-Sena pode não pagar o maior prêmio da semana, mas valor em jogo não é desprezível. Dupla de Páscoa ainda demora para acontecer. Lotofácil e Quina têm sorteios diários.
Veja os resultados da Mega-Sena, Quina, Lotofácil, Timemania e Dia de Sorte neste fim de semana
Greve dos caminhoneiros e incertezas sobre o diesel dominam o noticiário, enquanto coincidência rara na Lotofácil e “prêmio de consolação” milionário no Oscar completam a lista das mais lidas da semana no SD
Escassez de cacau na Europa no início do século 19 levou um doceiro piemontês a misturar avelãs moídas com a intenção de fazer o chocolate render. O resto é história.
O BTG Pactual Prime Hospitalidade deve comprar três hotéis voltados para o público “premium”; o banco destaca a proteção inflacionária do portfólio