O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Taxa divulgada hoje é a maior para um mês de julho desde 2016, segundo o IBGE; acumulado do ano é de 0,46%
A inflação de julho ficou em 0,36%, influenciada, principalmente, pelos preços da gasolina e da energia elétrica, segundo dados do IPCA divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Gasolina e energia elétrica foram os dois itens de maior impacto no mês e passaram por reajustes. A taxa divulgada hoje é a maior para um mês de julho desde 2016, quando registrou 0,52%. Em comparação com o mês anterior, o aumento foi de 0,10 ponto percentual.
No acumulado do ano de 2020, o indicador é de 0,46%, enquanto nos últimos 12 meses é de 2,31%. O mercado financeiro estima que o IPCA deve encerrar o ano a 1,63%, segundo a edição mais recente do Focus, do Banco Central.
Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, seis apresentaram alta em julho. O maior impacto vem de Transportes, que teve alta de 0,78% e contribuiu com 0,15 p.p. Entre os itens, a gasolina foi o que colaborou com o maior impacto individual (0,16 p.p.) no IPCA do mês, com alta de 3,42%.
“A gasolina continua revertendo o movimento que teve nos meses de abril e maio. Já havia subido em junho e voltou a subir em julho. Além disso, houve uma queda menos intensa das passagens aéreas em comparação com maio e junho”, detalha Pedro Kislanov, gerente da pesquisa.
Óleo diesel (4,21%), etanol (0,72%) e gás veicular (0,56%) também subiram, levando o grupo dos combustíveis a um resultado de 3,12%. Também houve alta no subitem metrô (0,94%), em função do reajuste de 8,70% nas passagens no Rio de Janeiro (3,31%), vigente desde 11 de junho. Ainda no grupo, houve queda nos subitens transporte por aplicativo (-8,17%) e passagem aérea (-4,21%), ambos com impacto de -0,01 p.p. no índice do mês.
Leia Também
O grupo Habitação teve alta de 0,80% nos preços, uma aceleração em relação ao resultado de junho (0,04%) e contribuiu com 0,13 p.p para o índice. Nele, a segunda maior contribuição individual para o IPCA do mês (0,11 p.p.), o item energia elétrica variou 2,59%. Das 16 regiões pesquisadas, 13 apresentaram aumento, reflexo de reajustes tarifários em várias capitais.
Em São Paulo, onde houve um reajuste de 3,60% em uma das concessionárias, a alta no item foi de 4,49%. Já em Fortaleza, a alta foi de 5,29%, graças a um reajuste de 3,20%. Em Porto Alegre, cuja alta foi de 2,37%, houve reajuste de 5,23% em uma das concessionárias. Salvador, Recife e Belo Horizonte também tiveram aumento na tarifa de energia. Já Curitiba teve redução de 0,94% e a taxa do item caiu 2,92%.
Em Fortaleza e São Paulo, além dos reajustes, houve aumento da alíquota de PIS/COFINS. Já em Curitiba, a alíquota foi reduzida, além da redução tarifária. Vale lembrar que, no dia 26 de maio, a ANEEL anunciou que a bandeira verde, em que não há cobrança adicional na conta de luz, será mantida até dezembro.
Ainda no grupo Habitação, as variações dos subitens taxa de água e esgoto (0,02%) e gás encanado (-0,01%) derivam, respectivamente, da mudança de estrutura tarifária implementada em Brasília (0,46%), e da redução de 0,27% nas tarifas na cidade de São Paulo (-0,02%).
Já o grupo Artigos de residência (0,90%) apresentou a maior alta entre os grupos, embora tenha desacelerado em relação ao mês anterior (1,30%). Os destaques, mais uma vez, foram os artigos de tv, som e informática (2,87%), que contribuíram com 0,02 p.p. no IPCA de julho. Os preços dos eletrodomésticos e equipamentos (1,01%) também subiram. Em ambos, explica Kislanov, a questão cambial afeta diretamente os preços. Já os itens de mobiliário (-0,22%) seguem em queda, embora menor que a do mês de junho (-1,33%).
O grupo Alimentação e bebidas ficou próximo da estabilidade, variando 0,01%. A alimentação para consumo no domicílio apresentou alta de 0,14%, com o maior impacto positivo (0,09 p.p.) sendo das carnes, cujos preços subiram 3,68%.
Outros alimentos importantes na cesta das famílias, como o leite longa vida (3,79%), o arroz (2,20%) e as frutas (1,09%) também aumentaram. No lado das quedas, destacam-se a batata-inglesa (-24,79%), maior contribuição individual negativa no IPCA de julho, com -0,06 p.p., além da cenoura (-20,67%) e do tomate (-16,78%). No item alimentação fora do domicílio, queda de 0,29%, influenciada pelo resultado do subitem lanche (-0,86%).
Entre os grupos que apresentaram quedas nos preços, o destaque foi Vestuário, que apresentou a maior taxa negativa de julho, com -0,52%. Foi o 3º mês consecutivo de queda do grupo, que em maio registrou -0,58%, e em junho, -0,46%. “Pode estar relacionado à baixa demanda por conta da pandemia”, afirma Kislanov. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,12% em Educação até a alta de 0,51% em Comunicação.
No que diz respeito aos índices regionais, todas as 16 áreas pesquisadas tiveram alta nos preços em julho. O menor índice ficou com a região metropolitana de Vitória (0,21%), especialmente por conta da queda nos preços da batata-inglesa (-38,28%) e do tomate (-21,19%). Já o maior resultado foi observado no município de Rio Branco (0,75%), particularmente em função da alta nos preços da gasolina (7,04%).
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980 e se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 1º a 28 de julho de 2020 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de maio a 30 de junho de 2020 (base).
O IBGE também divulgou hoje (7) o Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC do mês de julho, que apresentou alta de 0,44%, também o maior resultado para um mês de julho desde 2016, quando o índice foi de 0,64%. No ano, a variação acumulada é de 0,80% e, nos últimos doze meses, o índice apresentou alta de 2,69%. Em julho de 2019, a taxa foi de 0,10%.
Os produtos alimentícios apresentaram alta de 0,14% enquanto os não alimentícios aumentaram 0,53%.As 16 áreas pesquisadas apresentaram aumento, sendo o maior no município de Rio Branco (0,83%), principalmente em função das altas da gasolina (7,04%) e das carnes (4,64%). Já o menor índice ficou com a região metropolitana do Rio de Janeiro (0,26%), por conta, especialmente, das quedas nos preços da batata-inglesa (-29,37%) e do tomate (-28,12%).
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.Para o cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 1º a 28 de julho de 2020 (referência) com os preços vigentes no período de 29 de maio a 30 de junho de 2020 (base).
Em virtude do quadro de emergência de saúde pública causado pela Covid-19, o IBGE suspendeu, no dia 18 de março, a coleta presencial de preços nos locais de compra. A partir dessa data, os preços passaram a ser coletados por outros meios, como pesquisas realizadas em sites de internet, por telefone ou por e-mail.
A decisão de acionar a bandeira amarela na conta de luz se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios
Por se tratarem de concursos com final zero, os prêmios de Loteria em jogo neste sábado são maiores; confira os valores
Plataformas como Kalshi e Polymarket deixam de operar como investimento e passam a seguir regras de apostas; norma vale a partir de maio
Nem mesmo a campeã do BBB 26, Ana Paula Renault, vai conseguir fugir da mordida do leão
Paris e Bigi estão em disputas na justiça e o Rancho de Neverland foi vendido; veja como está a herança de Michael Jackson
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de credito imobiliário com recursos da poupança no primeiro trimestre
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na quinta-feira (23). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Já os prêmios em jogo em cada uma delas aumentaram.
Crianças e adolescentes poderão usar Mounjaro para tratamento, conforme aprovação da Anvisa
Aumentos começam a valer nesta semana e foram parcialmente contidos por medidas extraordinárias; pressão estrutural segue no radar
Alta no valor do petróleo não é o único impacto do conflito; preços de preservativos podem aumentar em até 30%
Na avaliação individual por localidades, os maiores valores médios de aluguel foram São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis
Estão disponíveis no leilão do Itaú 146 lotes com casas, apartamentos, comerciais e terrenos em todo o Brasil
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (22). Hoje (23) o destaque é a Mega-Sena, mas a Quina e a Timemania também oferecem prêmios de oito dígitos.
Tim Cook decide deixar o posto de CEO da Apple após 15 anos de liderança; big tech virou trilionária durante sua gestão
Prêmio do Big Brother Brasil saiu de R$ 2,7 milhões para R$ 5,4 milhões, além do rendimento de R$ 200 mil que Ana Paula embolsará
Ana Paula, campeã do BBB26, ganhou R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora
Teto de renda mensal para participar do Minha Casa Minha Vida passa de R$ 12 mil para R$ 13 mil
Mega-Sena lidera as estimativas de prêmios das loterias da Caixa, mas seu próximo sorteio está programado para ocorrer somente na quinta-feira (23)
Lotofácil 3666 fez um novo milionário na noite de segunda-feira (20), mas o valor não foi páreo para o prêmio principal da Lotomania. Loterias tiram ‘folga’ hoje (21).
Ganhador do BBB 26 ganhará R$ 5,4 milhões e poderá aumentar esse valor se investir na renda fixa conservadora