O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ministério da Economia indicou uma meta de déficit primário de R$ 149,6 bilhões para as contas do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central em 2021
O governo brasileiro projeta uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 de 3,30%. A estimativa foi incluída no projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, enviado nesta quarta-feira, 15, ao Congresso, mas os números já estão defasados pelos efeitos da covid-19. É que na trajetória dos parâmetros macroeconômica da LDO o governo manteve a previsão de crescimento de 0,02% para este ano, que os próprios integrantes da equipe econômica afirmaram que está defasada diante do quadro recessivo de 2020.
Para 2022, a previsão é de alta do PIB de 2,40% e 2,50% para 2023.
O projeto estima o IPCA de 3,65% no próximo ano; 3,50% em 2022 e 3,50% em 2023. A projeção de taxa Selic média ficou em 4,36% no próximo ano; 5,56% em 2022 e 6,04% em 2023. O PLDO de 2021 projeta ainda um câmbio médio a R$ 4,29 no próximo ano; R$ 4,20 em 2022 e R$ 4,25 em 2023.
A dívida bruta vai saltar para 84,34% do PIB no próximo ano; 85,52% do PIB em 2022 e 86,38% do PIB em 2023. Já a dívida líquida estimada é 65,64% do PIB no próximo ano; 68,30% do PIB em 2022 e 70,39% do PIB em 2023.
O Ministério da Economia indicou uma meta de déficit primário de R$ 149,6 bilhões para as contas do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central em 2021. No entanto, dadas as incertezas na arrecadação diante da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, o governo deixou a porta aberta para que essa meta seja flexível e possa ser alterada na própria formulação do Orçamento ou até mesmo durante a execução das despesas no ano que vem.
A principal âncora fiscal será o teto de gastos, mecanismo que limita o avanço das despesas à inflação.
Leia Também
O Ministério da Economia ainda indicou que o Brasil caminha para uma década inteira de rombos consecutivos nas contas públicas. Desde 2014 as finanças do governo estão no vermelho e devem seguir assim pelo menos até 2023. O governo indicou metas negativas em R$ 127,5 bilhões em 2022 e R$ 83,3 bilhões em 2023. São resultados piores que o previsto inicialmente.
Na apresentação dos números, o governo ressalta que uma das premissas é "manter austeridade fiscal" para o período de 2021 a 2023. Hoje o Tesouro reconheceu pela primeira vez o risco de não conseguir se financiar no mercado, o que detonou um cuidado do governo em ressaltar o compromisso com o ajuste.
A equipe econômica reconheceu, porém, que há muitas incertezas em relação às receitas para o ano que vem. As projeções incluídas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2021 levaram em conta o histórico de arrecadação, "que em 2020 está em declínio mas ainda sem reflexos significativos (da covid-19) para a estimação no PLDO 2021".
Pelo desenho, a meta será a receita projetada menos o teto de gastos. A meta poderá ser atualizada no projeto de Lei Orçamentária Anual, na própria LOA ou nos relatórios bimestrais ou extemporâneos de reavaliação de receitas e despesas. Um mecanismo diferente do atual, que depende de aval do Congresso Nacional para cada necessidade de alteração na meta fiscal.
"A política fiscal se apoia no teto dos gastos que atua pelo lado da despesa, dada a incerteza para previsão da receita para 2021, mitigando os riscos de shutdown (apagão) e garantindo o compromisso com a solvência das contas públicas", diz o Ministério.
O Ministério indicou que as contas do setor público consolidado devem ter um déficit de R$ 153,38 bilhões em 2021. A conta inclui o resultado do governo central (Tesouro Nacional, INSS e Banco Central), Estados e municípios e estatais federais.
Para 2022, o rombo esperado é de R$ 126,44 bilhões. No ano seguinte, espera-se um déficit de R$ 82,12 bilhões.
As estatais federais devem ter déficit nos três anos projetados na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021: R$ 3,97 bilhões em 2021, R$ 4,23 bilhões em 2022 e R$ 4,52 bilhões em 2023.
Os Estados e municípios, por sua vez, têm um indicativo de meta de superávit nos três anos: R$ 0,2 bilhão em 2021, R$ 5,3 bilhões em 2022 e R$ 5,7 bilhões em 2023.
A meta para governos regionais, porém, é apenas um indicativo. Ou seja, se houver frustração, a União não será obrigada a compensar.
No governo central, as metas estipuladas também são todas negativas. O rombo de R$ 149,61 bilhões esperado para 2021 equivale a 1,84% do PIB. Já o déficit de R$ 127,50 bilhões em 2022 corresponde a 1,47% do PIB. Em 2023, o resultado negativo de R$ 83,31% bilhões será o mesmo que 0,90% do PIB.
O “projeto Almere Oosterwold”, nos arredores de Amsterdã, busca uma alternativa ao planejamento urbano tradicional
Segundo a imprensa, o empresário estava internado em um hospital da capital paulista e enfrentava um câncer havia alguns anos
Segundo o cofundador do Linkedin, a maioria dos super-ricos já possui alguma espécie de ‘seguro contra apocalipse’
Data de 25 de janeiro marca os 472 anos da capital, mas feriado municipal no domingo não garante descanso extra para todos os trabalhadores
Propostas iniciais do leilão da Receita Federal começam em R$ 20. O maior valor é de R$ 256 mil.
Ações da Toto subiram 11% na OTC Markets na quinta-feira (22) com aumento de receita com componente de chips
São cumpridos quatro mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro na sede do fundo e também contra gestores
A partir de agora, o conselho de administração do FGC poderá propor aumento ou redução das contribuições das instituições associadas quando julgar necessário
Proposta do projeto é colocar o castelo como espaço de permanência com experiências culturais em um único lugar
Lotofácil não foi a única loteria a pagar prêmio de sete dígitos na quinta-feira. Dia de Sorte também fez novos milionários. Mega-Sena acumula e prêmio vai a R$ 63 milhões.
Especulações cresceram após troca na equipe jurídica de Vorcaro; veja o que diz a defesa do banqueiro
Os ganhadores do concurso 3593 da Lotofácil efetuaram suas apostas em casas lotéricas estabelecidas praticamente na beira do mar
Mesmo com um ciclo de corte de juros, Frederico Catalan, membro do time de gestão do Opportunity Income, e Laís Costa, analista da Empiricus Research, avaliam que a renda fixa não vai perder o brilho neste ano
Fundo garantidor confirma acionamento da garantia após liquidação do banco, mas limite pode deixar investidores de fora; entenda
Lei 14.224 cria a Política Nacional de Combate à Perda e ao Desperdício e transforma doação de comida em estratégia econômica
Centro Histórico de Blumenau terá uma megaloja da Havan em breve; inauguração está prevista para o fim de abril
Mais de 15 anos depois de sua fundação, Policlínica Naval de Manaus tem uma mulher no comando pela primeira vez
Em evento do Seu Dinheiro, Mansueto Almeida, economista-chefe do BTG Pactual, diz como decifrar o cenário econômico em 2026
Pagamentos começam em 26 de janeiro; sistemas do Meu INSS ficam indisponíveis por três dias para atualização
Gabriel Bortoleto revelou o design que usará em seu segundo ano na Fórmula 1, mantendo as cores verde, amarelo e azul e inspiração em Ayrton Senna