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De acordo com o Fundo, a elevação da estimativa do PIB do Brasil para este ano ocorreu sobretudo devido à melhora do sentimento após a aprovação da reforma da Previdência
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima a previsão de crescimento do Brasil para 2020, de 2,0% para 2,2%. Foi um dos poucos países que registraram alta da estimativa para o indicador na atualização do documento Perspectivas Econômicas Mundiais, feita em relação ao mesmo documento divulgado em outubro. Para 2021, o FMI fez uma leve redução da projeção de alta de 2,4%, que agora ficou em 2,3%.
De acordo com o Fundo, a elevação da estimativa do PIB do Brasil para este ano ocorreu sobretudo devido "à melhora do sentimento após a aprovação da reforma da Previdência Social (pelo Congresso) e pelo desaparecimento das rupturas de oferta no setor mineral". Essa é uma referência à produção de minério de ferro pela Vale, após o desastre em Brumadinho há um ano.
O FMI também apontou que a previsão para o desempenho econômico do Brasil em 2020 está relacionada com condições monetárias acomodatícias, dado que o Banco Central baixou os juros em 1 ponto porcentual entre setembro e dezembro passados. A taxa básica de juros encerrou 2019 em 4,50% ao ano.
"Mas desafios continuam no País e devem continuar mais reformas, como a que envolve salários, que deve ser uma prioridade importante", afirmou a economista-chefe do Fundo, Gita Gopinath.
A previsão de crescimento para o mundo este ano passou de 3,4% para 3,3% e, para 2021, de 3,6% para 3,4%. A mudança foi motivada, em grande medida, por reduções das projeções para o PIB da Índia.
O Fundo alterou as estimativas para aquele país asiático em 1,2 ponto porcentual neste ano, de 7,0% para 5,8%, e em 0,9 ponto porcentual para 2021, de 7,4% para 6,5%.
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De acordo com o Fundo, há fatores positivos e negativos para as perspectivas econômicas mundiais no médio prazo. Do lado favorável, o acordo comercial fase 1 entre Estados Unidos e China pode reduzir incertezas internacionais e gerar certa recuperação da produção de manufaturados e das transações de produtos e serviços em termos globais. Além disso, a conclusão do Brexit também colabora para uma redução de dúvidas sobre o processo de saída do Reino Unido da União Europeia.
"Mas o crescimento global continua fraco. Tivemos boas notícias com a assinatura do acordo comercial fase 1 entre EUA e China. Mas há dúvidas ainda sobre o comércio global", disse a diretora-gerente do Fundo, Kristalina Georgieva.
O FMI apontou no documento que os riscos para a economia mundial continuam altos, pois as tensões comerciais ainda são elevadas e podem causar problemas maiores para o nível de atividade internacional se piorarem, inclusive com novas disputas dos EUA com a China ou com países europeus. Há ainda um novo componente de preocupações geopolíticas, com a crise envolvendo os governos de Washington e Teerã.
A diretora-gerente citou ainda "choques climáticos na Austrália e partes da África" como riscos para a economia.
O FMI repetiu avaliações feitas no documento Perspectivas Econômicas Mundiais de outubro nas quais apontou que, sem os estímulos de políticas monetárias, suas previsões para o crescimento internacional seriam menores em 0,5 ponto porcentual tanto em 2019 quanto em 2020. O Fundo destacou que o apoio dos bancos centrais para estimular a demanda agregada continuará gerando resultados positivos para a economia global, com destaque para mercados emergentes.
No caso das economias avançadas, o Fundo ressaltou que, "considerando o modesto potencial de crescimento neste grupo, países com espaço fiscal devem aumentar os gastos com iniciativas que elevarão a expansão da produtividade, inclusive em pesquisa, treinamento e infraestrutura".
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