O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Dados do Banco Central também apontam que o fluxo cambial da semana passada ficou negativo em US$ 374 milhões
Depois de registrar saídas líquidas de US$ 44,769 bilhões em 2019, o País fechou janeiro deste ano com fluxo cambial negativo de US$ 384 milhões, informou nesta quarta-feira, 5, o Banco Central.
No canal financeiro, houve saída líquida de US$ 1,518 bilhão no mês passado, resultado de aportes no valor de US$ 52,003 bilhões e de retiradas no total de US$ 53,520 bilhões. Este segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo de janeiro ficou positivo em US$ 1,133 bilhão, com importações de US$ 14,181 bilhões e exportações de US$ 15,314 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,845 bilhão em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 3,410 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 10,060 bilhões em outras entradas.
O fluxo cambial da semana passada (de 27 a 31 de janeiro) ficou negativo em US$ 374 milhões, informou o Banco Central.
Pelo canal financeiro, ocorreu saída líquida de US$ 2,134 bilhões, resultado de aportes no valor de US$ 9,626 bilhões e de envios no total de US$ 11,760 bilhões. Este segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 1,760 bilhão no período, com importações de US$ 3,921 bilhões e exportações de US$ 5,681 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 491 milhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 1,644 bilhão em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 3,546 bilhões em outras entradas.
Leia Também
Após o prejuízo de R$ 7,640 bilhões com as operações de swap cambial em 2019, o Banco Central registrou perda de R$ 7,615 bilhões em janeiro de 2019 com esses leilões pelo critério caixa.
Pelo conceito de competência, houve prejuízo de R$ 9,171 bilhões. O resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. A liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em D+1.
O BC obteve ainda um lucro de R$ 97,519 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais no ano passado. Entram nesse cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros.
Já o resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou positivo em R$ 87,930 bilhões em janeiro. O resultado das operações cambiais no período ficou positivo em R$ 78,760 bilhões. Atualmente, as reservas internacionais estão próximas dos US$ 359 bilhões.
O BC sempre destaca que, tanto em relação às operações de swap cambial quanto à administração das reservas internacionais, não visa ao lucro, mas fornecer hedge ao mercado em tempos de volatilidade e manter um colchão de liquidez para momentos de crise.
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer