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Candido Bracher

Crise é ‘grave’ e ‘não tem precedentes nos últimos 100 anos’, diz presidente do Itaú

Neste contexto, o papel do banco é contribuir para a volta à “normalidade no menor espaço de tempo possível”

18 de março de 2020
12:42 - atualizado às 13:14
Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco
Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco - Imagem: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo

O atual momento que vive o planeta é de "grave crise" e "sem precedentes nos últimos 100 anos", disse o presidente do Itaú Unibanco, Cândido Bracher, em nota.

Segundo Bracher, a principal medida a ser tomada para evitar o esgotamento do sistema de saúde é restringir a circulação e contato entre pessoas para brecar a velocidade de transmissão do vírus — ainda que a limitação desacelere profundamente a economia.

Neste contexto, o papel do banco é contribuir para a volta à "normalidade no menor espaço de tempo possível".

Confira a íntegra da nota abaixo:

“O mundo atravessa um momento de grave crise, cuja natureza não tem precedentes nos últimos cem anos e cujas consequências sociais e econômicas já afetam a vida de todos, pessoas e empresas. Em meio a tantas incertezas, sabemos que o mais importante neste momento é reduzir a velocidade de transmissão da COVID-19, de modo a evitar o esgotamento dos sistemas público e privado de saúde. Para isso, a principal medida a ser adotada é a restrição da circulação e do contato entre as pessoas. Essa restrição, no entanto, acarreta impactos profundos na economia, uma vez que parte preponderante da atividade econômica pressupõe que as pessoas se movimentem e se encontrem.
 
Como maior banco privado do Brasil, cabe-nos trabalhar para atenuar os efeitos desta situação e, ao mesmo tempo, contribuir para o restabelecimento da normalidade no menor espaço de tempo possível. Com este intuito, temos direcionado esforços para garantir que o Itaú Unibanco continue funcionando com segurança, atendendo aos seus clientes e cumprindo sua função econômica e social. Isso corresponde a garantir a segurança financeira e operacional do próprio banco e o bem-estar dos nossos colaboradores, o que implica, por exemplo, revermos toda a nossa operação para reduzir o contato entre as pessoas.
 
O enfrentamento deste desafio se dá por meio do acompanhamento permanente da evolução da crise, adaptando o funcionamento do banco às necessidades e possibilidades de cada momento. Trata-se de um processo que envolve a alta liderança do banco, incluindo o Comitê Executivo, que realiza reuniões diárias de acompanhamento e gestão. A capacidade de nos adaptarmos a cada nova etapa da crise faz toda a diferença, especialmente porque sua duração é incerta, assim como o é a energia necessária para sua superação.
 
Durante todo o processo, estaremos ao lado dos nossos clientes, ouvindo o que precisam e trabalhando para atendê-los da melhor forma possível, de modo a que todos possamos superar esta crise e dar continuidade às nossas atividades. ”

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