O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em anúncio desta quarta, autoridade monetária deve seguir com “forward guidance”; inflação impõe postura firme da instituição, que ainda tem risco fiscal no radar
O Banco Central deve manter a Selic em 2% ao ano, em decisão que será anunciada nesta quarta-feira (9) — a última de 2020. A expectativa pela manutenção da taxa básica de juros é majoritária entre agentes do mercado, que falam que o próximo ano exigirá "sangue frio" da autoridade monetária.
A Selic está no atual patamar desde agosto, depois de sucessivas reduções impulsionadas pela pandemia. De lá para cá, houve duas reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), em que o BC indicou a manutenção da taxa baixa por um longo período, com o chamado "forward guidance".
A condição para a medida é a manutenção do teto de gastos, frisou a autoridade monetária em comunicados. Para o economista-chefe do Itaú, Mario Mesquita, como não houve uma mudança clara de regime fiscal, o BC deve manter a postura de reuniões anteriores.
"Esperamos a manutenção do forward guidance na sua forma atual, mas com uma indicação mais enfática de que as condicionalidades serão constantemente reavaliadas", disse em relatório. A projeção do Itaú é de Selic a 2% ao final deste ano, mas de taxa a 2,5% ao final de 2021.
Para o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz, a decisão do BC não deve ser muito diferente da edição passada do Copom. "Mais propício seria fazer uma mudança na linguagem na semana que vem na ata da reunião e no relatório trimestral de inflação", comenta.
O Itaú diz que será importante ver o quanto as expectativas e o cenário prospectivo de inflação serão afetados pelas pressões correntes. Para o banco, as previsões do cenário base do BC para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2020 devem aumentar de 3,10% para 4,30%.
Leia Também
A mudança nas estimativas para a alta de preços é um movimento que agentes do mercado já têm feito, diante da inflação de itens da cesta básica — e mais recentemente das perspectivas sobre a conta de luz, após o anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de retomada do sistema de bandeiras tarifárias.
A edição mais recente do Boletim Focus, do BC, por exemplo, mostrou que pela primeira vez o mercado espera a inflação acima do centro da meta em 2020, a 4,21% — por outro lado, a estimativa para 2021 caiu. O próprio IPCA no acumulado de 12 meses já chega a 4,31%, segundo o IBGE em novembro.
Para o sócio economista-chefe da JF Trust Investimentos, Eduardo Velho, é óbvio que vai ter alta da inflação em dezembro pela bandeira, mas a bandeira tarifária da energia era esperada para início de 2021 — ou seja, a alta aconteceria mais cedo ou mais tarde.
"O BC pode falar que a expectativa futura de inflação vai ter desaceleração", diz Velho. Segundo o especialista, o pico da alta de preços é justificada pelo auxílio emergencial, choque do câmbio e aumento de importações chinesas — que pressionaram os preços internos.
O BC mexe na taxa de juros para alcançar a meta de inflação — definida neste ano em 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O efeito da mudança da taxa de juros sobre economia real leva de seis a nove meses para ocorrer.

O economista-chefe da XP Investimentos, Caio Megale, diz que a inflação vai aumentar até meados do ano que vem, quando baterá 6%, encerrando 2021 a 3,5%. O pico da alta de preços vai exigir do BC mais "sangue frio" para não fazer grandes alterações na Selic, avalia o especialista.
Velho, da JF Trust, diz que a volta do investimento estrangeiro deve ajudar a descomprimir o dólar, amenizando a inflação — "apesar da alta das commodities". A baixa da moeda americana com a entrada de dinheiro de fora já tem acontecido nas últimas semanas.
Segundo Megale, é um clima que governo e Congresso devem aproveitar — do contrário, haverá maior pressão fiscal, o que impacta diretamente o BC. “O Brasil deve aproveitar a janela de oportunidade do primeiro semestre para blindar a economia brasileira, especialmente as contas públicas”, disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira (7).
O governo federal prevê R$ 844 bilhões de rombo nas contas públicas ao final deste ano, diante da pandemia — que deve impor uma retração econômica de 4,40% do PIB, segundo a última edição do Boletim Focus.
A mesma publicação aponta que a Selic deve terminar mesmo este ano a 2%, mas encerrar 2021 a 3%. Consulta feita pelo Projeções Broadcast, do Grupo Estado, mostra que, entre 47 instituições, todas esperam a Selic a 2,00% ao ano. Para 2021, as casas falam em desde uma taxa estável em 2,0% até um aumento dos juros a 4,75% ao ano. A mediana é de 3,0%.
Para Cruz, da RB, no final de 2021 o BC deve avaliar normalizar a taxa de juros de uma "forma benéfica". "É o caminho natural, que a maioria dos países segue", diz. "Mas se surgir alguma bobagem, como furar o teto de gastos, pode ser que o BC precise subir juros antes disso".
*Colaborou: Felipe Saturnino
Capaz de resistir a radiação, falta de água, temperaturas extremas e até ao vácuo do espaço, o urso-d’água desafia os limites da biologia e entra na lista dos seres mais resistentes já estudados
A Lotomania roubou a cena da Lotofácil, que acumulou pela primeira vez em fevereiro na noite mais movimentada da semana no Espaço da Sorte.
A dificuldade de entender o mercado financeiro e o receio de golpes são entraves para que brasileiros invistam dinheiro que está parado
Os anos 80 de fato foram culturalmente riquíssimos: Michael Jackson estava no auge, o filme “E.T.” lotava os cinemas e a estética das vestimentas e discotecas da época causa controvérsia até hoje. Para completar os anos de ouro, a GM laçou um carro que permanece na memória dos brasileiros tantas décadas depois: o Chevrolet Monza. O nome de fato marcou gerações […]
O chefe da Casa Branca destacou que o projeto orçamentário continuará financiando o Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês)
Vencedor ou vencedora do prêmio milionário do concurso 3604 da Lotofácil vinha insistindo sempre nos mesmos números por meio do dispositivo conhecido como ‘teimosinha’.
Novo programa substitui o Auxílio Gás e garante recarga gratuita do botijão de 13 kg para famílias de baixa renda
Os papéis da construtora caíram 2,80% nos últimos três meses, mas já começaram a mostrar sinais de recuperação
Programa funciona como uma poupança educacional, paga até R$ 9.200 por aluno e tem depósitos ao longo do ano conforme matrícula, frequência, conclusão e participação no Enem
Com preços em queda e custos elevados, produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas
O CEO da Tesla e da SpaceX segue como o homem mais rico do planeta, com fortuna estimada em cerca de US$ 775 bilhões e se aproxima de um recorde jamais visto de US$ 800 bilhões
Após o anúncio do presidente norte-americano, as ações relacionadas ao setor de terras raras registram forte alta no início desta terça-feira (3)
Segundo a ata do Copom, em um ambiente de inflação mais baixa, a estratégia passa pela calibração do nível de juros
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores no primeiro sorteio da semana. Mesmo com bola dividida, sortudos estão mais próximos do primeiro milhão. Mega-Sena está acumulada desde a Mega da Virada.
Pagamentos do abono salarial seguem mês de nascimento ou número de inscrição e vão até agosto
Pagamentos começam em 12 de fevereiro e seguem até o fim do mês conforme o final do NIS; benefício mínimo é de R$ 600
Mello chefia a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda; economista tem atuado na defesa de cortes na taxa de juros, atualmente em 15%
O mercado de títulos de catástrofe, conhecido por oferecer retorno atrativos combinado com baixa volatilidade, está aquecido em 2026
Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores
Benefício assistencial começa hoje, seguindo o calendário do INSS e é pago conforme o número final do BPC