🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Presidente do BC

Brasil demanda condições muito estimulativas, diz Campos Neto

De acordo com ele, a instituição entendeu que a economia brasileira demanda condições estimulativas, mas percebeu que havia falta de espaço para cortar a Selic por questões prudenciais

Roberto Campos Neto
Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, explicou nesta quinta-feira, 5, durante live organizada pelo Instituto ProPague, a razão de autarquia ter adotado o forward guidance (prescrição futura) na sua política monetária. De acordo com ele, a instituição entendeu que a economia brasileira demanda condições estimulativas, mas percebeu que havia falta de espaço para cortar a Selic por questões prudenciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

"Víamos as mudanças estruturais na economia, mas entendíamos que deveria ter estímulos", disse ele, acrescentando que os estímulos ser faziam necessários mesmo diante de uma situação fiscal adversa.

O BC, disse Campos Neto, tinha um cenário central que o levava a concluir, quando se olhava para a curva de juros, que ela não era condizente com o que a autarquia tinha de inflação pela frente.

[captacao]

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Olhamos o balaço de risco e como ele saia do nosso cenário central e aí adotamos o forward guidance. Fizemos uma eleição do que era importante para o Brasil e fizemos o forward guidance", contou Campos Neto, explicando que o BC não olha só para o cenário central, mas também para o balanço de risco.

Leia Também

HORA DE COMPRAR?

Lucro cresce, caixa surpreende e Citi volta a recomendar compra para Motiva (MOTV3), mas com preço-alvo mais baixo

É RECORDE!

Mega-Sena desencanta e aposta do Mato Grosso fatura sozinha prêmio de R$ 324,9 milhões

O BC, de acordo com o seu presidente, precisou passar a mensagem de que qualquer tentativa de gasto além do teto representaria um rompimento do equilíbrio, e por isso o forward guidance.

Dívida bruta

O presidente do Banco Central disse que a dívida bruta brasileira, que cresceu bastante a reboque das medidas econômicas adotadas para minimizar os impactos da pandemia, já partiu de um ponto ruim e que isso exige cautela.

O Brasil, de acordo com o banqueiro central, é um dos países que têm a pior dívida entre os emergentes. Mas é também, nesse grupo, o que mais adotou medidas de estímulos durante a pandemia, o que justifica o maior crescimento entre os emergentes. Campos Neto reconheceu, porém, que os países com menor volume de dívida são os que voltaram a ter maior apetite ao risco pelos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas o Brasil, de acordo com presidente do BC, é o que registra o maior crescimento do consumo, com exceção dos serviços. "O Brasil tem uma recuperação rápida nos índices de confiança", disse Campos Neto, para quem é um erro olhar apenas para o valor nominal da dívida.

Teto de gastos

Defensor do teto de gastos, Campos Neto chamou a atenção para o fato de que há, segundo ele, formas de estar dentro do teto e piorando a trajetória da dívida. Ele citou algumas decisões que podem piorar a trajetória da dívida mesmo estando dentro do teto de gastos.

"Adiar pagamento de dívidas permite cumprir o teto, mas piora a trajetória da dívida", exemplificou o banqueiro central, para quem o BC precisa comunicar que olha o teto de gastos e as formas criativas para se elevar os gastos e que, se a trajetória da dívida piorar, mesmo com o teto, a autoridade monetária vai considerar isso como um rompimento. Estas observações estão implícitas no forward guidance.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 26 de outubro de 2026 - 19:43
Prédio do Banco Central em Brasília. 24 de outubro de 2026 - 8:59
Homem de óculos e camisa social aparece em close-up, com fundo escuro. 23 de outubro de 2026 - 15:56
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 23 de outubro de 2026 - 11:15
James Bond Agente 007 23 de outubro de 2026 - 11:09
22 de outubro de 2026 - 18:45
dia de sorte sorteio caixa loterias 21 de outubro de 2026 - 5:42
Elon Musk 20 de outubro de 2026 - 15:03
As repórteres Camille Lima (à esquerda) e Bia Azevedo (à direita) 20 de outubro de 2026 - 14:58
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar