Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Desenvolvimento sustentável

BNDES estuda concessão de florestas

Os estudos do BNDES contemplam também a concessão de parques e jardins botânicos públicos à iniciativa privada

floresta, amazonia
Imagem: Shutterstock

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) estuda um modelo para a concessão de florestas na Amazônia ao setor privado. O objetivo da instituição é chegar a uma modelagem que preveja o desenvolvimento da região com a preservação ambiental.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Será que a única forma de fazer o valor emergir (de uma floresta) é através do manejo? Será que manter uma floresta de pé traz dividendos reputacionais pelos quais alguém pagaria?", questiona o diretor de Infraestrutura, Concessões e PPPs do BNDES, Fábio Almeida Abrahão, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Os estudos do BNDES contemplam também a concessão de parques e jardins botânicos públicos à iniciativa privada. "Imagine o Ibirapuera (concedido à iniciativa privada em 2019), ou algumas praças de São Paulo. A praça foi privatizada? Não foi. Ninguém colocou uma cerca falando que as pessoas não vão poder entrar. Será uma concessão", afirma sobre ideias do modelo em gestação no BNDES.

O banco de fomento tem cerca de um milhão de hectares concedidos com foco no manejo. "Só nossa carteira tem mais de dois milhões de hectares. É um crescimento bastante expressivo", afirma.

Abrahão diz que a instituição está conversando com diversos bancos multilaterais para coletar modelos de concessão similares no mundo. À mesa estão o GI Hub, do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo), além do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Segundo o diretor do BNDES, o objetivo hoje é identificar potenciais investidores e desafios legais para avançar com os projetos de concessão. Entre as ideias, ele prevê negociações de créditos de carbono. A ideia do BNDES é apresentar o modelo no ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o executivo do BNDES, o assunto também está sendo discutido no âmbito do Conselho da Amazônia, órgão liderado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O órgão foi criado pelo governo federal para conduzir soluções de preservação da floresta, em meio ao crescimento das críticas sobre o desmatamento por parte de investidores, fundos estrangeiros, empresas, bancos e entidades nacionais.

Leia Também

O BOLSO VAI SENTIR

A inflação já está acima da meta — e a guerra no Oriente Médio pode piorar muito esse cenário; o Itaú BBA fez as contas

MERCADO DE CAPITAIS

O Senado aprovou Otto Lobo para o comando da CVM — mas mercado questiona independência do órgão daqui para frente

Parques como Lençóis Maranhenses (MA), Jericoacoara (CE) e Iguaçu (PR) - que fazem parte do programa nacional de desestatização desde dezembro - têm vocação mais clara. Segundo Abrahão, no caso de parques e jardins botânicos, é possível extrair valor na concessão por meio de visitações turísticas. "Sabemos que existe um elemento de gravidade para o ativo ser usado para valor turístico. É claro que, em volta disso, tem a percepção de imagem, mas o núcleo duro é turístico mesmo", diz.

Crédito de Carbono

Uma janela de oportunidade com a concessão de florestas estaria na criação de créditos de carbono. No momento, entretanto, tudo está no campo das ideias. "Do ponto de vista legal, o uso do crédito de carbono precisa ser olhado em detalhes e, se for o caso, propor mudanças (na legislação). Mas é de se imaginar que uma companhia com essa pegada de carbono ajudar na manutenção de uma floresta tem tudo a ver. É um serviço para o Estado e também para a população. De quebra, emerge o valor para contribuir para zerar a emissão de carbono", diz ele.

O mercado de crédito de carbono começou a crescer no mundo e deu seus primeiros passos no Brasil neste ano. Em abril, começaram a ser negociados na B3 (Bolsa paulista) os Créditos de Descarbonização (Cbios), do Programa Renovabio. O instrumento visa a disponibilizar ao produtor de combustíveis fósseis créditos para redução das suas emissões de gases efeito estufa com a compra de créditos de produtores de biocombustíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan 22 de maio de 2026 - 12:10
mega-sena 30 anos 22 de maio de 2026 - 11:11
quina 7031 Lotofácil 3691 e Dia de Sorte 1216 22 de maio de 2026 - 8:48
virada cultural 2026 (1) 22 de maio de 2026 - 7:10
Montagem com condomínios e dinheiro 21 de maio de 2026 - 19:15
21 de maio de 2026 - 17:54
tesla cybertruck 21 de maio de 2026 - 10:39
Lotofácil 3690 Quina 7030 21 de maio de 2026 - 8:37
21 de maio de 2026 - 7:45
A Keeta é a marca internacional da gigante Meituan, líder no mercado de entregas na China 20 de maio de 2026 - 18:00
brinquedos estrela (1) 20 de maio de 2026 - 14:53
estrela brinquedos (1) 20 de maio de 2026 - 12:07
lotofácil 3689 20 de maio de 2026 - 8:43
vestibular ID da foto:1310204202 20 de maio de 2026 - 8:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia