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Após rali da última semana, o bitcoin saiu do patamar dos US$ 9 mil e busca a máxima do ano
Os últimos dois meses foram de aparente calmaria no universo das criptomoedas, com o bitcoin apresentando um movimento de lateralização e não saindo do patamar dos US$ 9 mil. Mas um rali inesperado na última semana fez a principal moeda digital do mundo voltar a ser negociada acima dos US$ 10 mil, superando a cotação pré-crise, que girava em torno dos US$ 10,3 mil.
Por volta das 18h desta segunda-feira (27), o bitcoin apresentava uma alta de 9,31%, cotado a US$ 10.866,90 (R$ 55.946,26).
O rali do fim de semana fez com que a moeda saísse dos US$ 9,7 mil para mais de US$ 10,2 mil. Uma das notícias que animaram o mercado de criptoativos nos últimos dias foi a autorização regulatória para que os bancos americanos possam custodiar criptomoedas.
A autorização pode acelerar a migração dos investidores institucionais para o setor, visto pelos especialistas como um dos principais motores para a alta da moeda no curto prazo.
Assim como todas as classes de ativos globais, o Bitcoin também viveu dias difíceis durante o auge da crise do coronavírus. A moeda caiu do patamar dos US$ 10 mil para cerca de US$ 3 mil no pior momento da crise. O ativo no entanto se recuperou rapidamente e já acumula uma valorização de 43% no ano.
Enquanto os governos estão emitindo moeda para conter os impactos da crise, o Bitcoin se tornou ainda mais escasso. Em maio, a moeda sofreu uma redução de emissão, em um evento que acontece a cada quatro anos. Com a redução da oferta e uma alta na demanda, os especialistas acreditam que o ativo deve buscar o seu topo histórico em 2021.
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