O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Última vez que o BC fez esse tipo de operação foi em 2008, durante a crise financeira global

O Banco Central informou nesta quarta-feira, 18, que comprará títulos da dívida externa brasileira dos seus detentores (que os adquiriram no passado, quando foram emitidos) provisoriamente, por um mês. O pagamento das operações será feito em dólares, como nos chamados leilões de linha (venda de moeda, com compromisso de recompra no futuro).
"A medida entra em vigor nesta data [quarta-feira, 18], e visa a garantir o bom funcionamento dos mercados", informou a instituição, por meio de nota.
A última vez que o BC fez esse tipo de operação foi em 2008, durante a crise financeira global.
Na prática, as instituições que possuem esses títulos poderão vendê-los ao BC por um prazo determinado e depois terão de recomprar os papéis.
Com isso, a medida representará injeção de moeda estrangeira no mercado, provisoriamente, em um momento de disparada do dólar - que já foi cotado acima R$ 5,10 no pregão desta quarta-feira.
O BC ainda informou que o estoque de "global bonds" no mercado, passível de ser recomprado provisoriamente, é de US$ 31 bilhões.
Leia Também
Na carta circular, que regulamenta a medida, o BC informou que a venda à vista do título soberano será liquidada em dois dias úteis após a contratação e que a correspondente recompra ocorrerá em até trinta dias corridos após a liquidação da venda.
O BC comunicou, ainda, que os títulos soberanos vendidos ao Banco Central serão comprados com desconto de 10% em relação a seu valor de mercado.
O Banco Central ainda estendeu em um ano o prazo para que os bancos possam deixar de deduzir do capital principal os créditos tributários de prejuízos fiscais decorrentes de posição vendida em moeda estrangeira, realizada com o objetivo de proporcionar hedge (proteção) para sua participação em investimentos no exterior.
Pelo cronograma original, 50% desses créditos tributários deveriam ser deduzidos do capital principal até 30 de junho de 2020, e 100% até 31 de dezembro de 2020.
Com a nova resolução, assinada pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, os prazos passam a ser 30 de junho de 2021 e 31 de dezembro de 2021, respectivamente.
LOTERIAS DA CAIXA
AGENDA DE FERIADOS
SEXTOU NA QUARTA?
FORA DA LISTA
QR CODE DA DISCÓRDIA
NOVO 7X1 ?
A IT GIRL DOS CARROS
O RECADO DE WASHINGTON
SEMPRE ELA
LONDRES BRASILEIRA
ATENÇÃO TURISTA!
PESSIMISMO NO RADAR
FUNDO COM LIMITES
EM BUSCA DE DINHEIRO
EDUCAÇÃO NO BRASIL
CERVEJA DE GRAÇA
TEMPO DE COPA
ACUMULOU
RENDA EXTRA