O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Após a publicação da ata da reunião do Copom com um tom bem mais brando, o mercado financeiro praticamente sacramentou um novo corte nos juros em maio
O Banco Central durão do comunicado que acompanhou a decisão de reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual na semana passada ficou para trás.
Na ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que cortou os juros para 3,75% ao ano, o BC claramente baixou o tom. Com isso, o mercado financeiro praticamente sacramentou um novo corte de meio ponto na Selic.
A postura do BC sofreu uma espécie de metamorfose de “falcão” – como são conhecidas as autoridades com postura mais rígida – para “pombo”, consideradas mais condescendentes. O próximo encontro do Copom está marcado para os dias 5 e 6 de maio.
O BC assustou parte do mercado no comunicado da semana passada, principalmente aqueles que defendem um corte de juros mais agressivo em resposta à crise do coronavírus.
Na ocasião, o Copom informou que a “atual conjuntura prescreve cautela na condução da política monetária, e neste momento vê como adequada a manutenção da taxa Selic em seu novo patamar”. Ou seja, sinalizou que o corte de juros para 3,75% ao ano poderia ser o último.
Na ata da reunião, porém, o BC apontou que para lidar com a retração da demanda diante da maior incerteza e das restrições impostas pela pandemia “seria necessária uma redução da taxa básica de juros superior a 0,50 ponto percentual”.
Leia Também
O Copom também destacou na ata que um choque nos custos de produção, mensurado pela variação de preços das commodities e de importantes ativos financeiros, implicará em forte impacto desinflacionário no curto prazo.
Por outro lado, os diretores do BC consideraram que uma redução da Selic além de 0,50 ponto percentual poderia tornar-se contraproducente e resultar em apertos nas condições financeiras, com resultado líquido oposto ao desejado.
“No entanto, o Comitê reconhece que novas informações sobre a conjuntura econômica serão essenciais para definir seus próximos passos”, informou o BC, na ata da reunião.
Na avaliação do banco norte-americano Goldman Sachs, o tom da ata é mais ameno do que o do comunicado da semana passada. “Há uma grande possibilidade de que o BC corte mais as taxas, uma vez que nós esperamos que a economia enfraqueça significativamente em 2020”, escreveu Alberto Ramos, economista-chefe do Goldman para América Latina.
Em relatório, os economistas do Banco MUFG Brasil apontaram que esperam um novo corte de 0,50 ponto da Selic na próxima reunião do Copom. “O aumento acentuado de preocupações e medidas para conter o surto de coronavírus levará a um cenário de recessão econômica no primeiro semestre deste ano”, escreveram.
No mercado de juros futuros, os investidores reagiram à ata do Copom e às medidas do “arsenal” do BC contra a crise de forma ambígua.
De um lado, os contratos de depósito interfinanceiro (DI) de prazos mais curtos caíram. As taxas mais longas, contudo, tiveram mais um dia de alta, o que levou a chamada curva de juros a “empinar”.
Isso significa que os investidores apostam que a queda das taxas terá de ser compensada em algum momento com a elevação da Selic para conter eventuais pressões inflacionárias de uma política monetária mais frouxa. Confira a seguir como ficaram as taxas:
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.