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Com queda nas exportações e, em menor volume, nas importações, a balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 4,548 bilhões em maio

Com queda nas exportações e, em menor volume, nas importações, a balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 4,548 bilhões em maio. Os dados foram divulgados há pouco nesta segunda-feira, 1º, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.
O número ficou um pouco acima da mediana as estimativas do mercado captadas pelo Projeções Broadcast, de US$ 4,400 bilhões, e dentro do intervalo das expectativas, de US$ 2,300 bilhões a US$ 6,700 bilhões.
Já sob o impacto da pandemia do coronavírus, o saldo de maio ficou 19,1% menor do registrado no mesmo mês do ano passado, quando foi positivo em US$ 5,624 bilhões. No mês passado, as exportações somaram US$ 17,940 bilhões, uma queda de 4,2% ante maio de 2019. Já as importações chegaram a US$ 13,392 bilhões, uma queda de 1,6% na mesma comparação. Houve recuo ainda de 3,1% na corrente de comércio.
Na quarta semana de maio (25 a 31), o saldo comercial foi de superávit de US$ 2,008 bilhões.
De janeiro a maio, a balança comercial acumula um saldo positivo de US$ 16,349 bilhões, valor 19,5% inferior ao mesmo período do ano passado. Nessa comparação, as exportações caem 4,5% no ano e, as importações, 0,6%.
A despeito das desavenças no campo diplomático, as exportações brasileiras para a Ásia cresceram 27,7% em maio, com alta de 35,2% nos produtos exportados para a China. Em meio à pandemia do coronavírus, as vendas de produtos agrícolas, especialmente para os asiáticos, evitaram uma queda maior nas exportações no mês passado, que recuaram 4,5%.
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De janeiro a maio, as vendas para a Ásia cresceram 16,8%. "De forma geral, esperamos a continuidade do bom desempenho das exportações do agronegócio brasileiro, sobretudo com destino à Ásia, e um recuo mais acentuado das importações industriais do País, que já vem ocorrendo de forma generalizada", afirmou o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz.
Para o secretário, há "grande probabilidade" de o Brasil ter desempenho positivo nas exportações no segundo trimestre. "O Brasil deve se manter entre as economias do G20 menos afetadas no comércio", afirmou.
Ele ressaltou que os produtos agropecuários brasileiros têm alta competitividade, o que mantém a perspectiva de crescimento deste setor ao longo de todo ano. "Estes produtos têm baixa elasticidade-renda, ou seja, ainda que o PIB mundial, China inclusive, venha a sofrer uma queda elevada, espera-se que a demanda por produtos agropecuários continue em alta", completou.
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