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“Até o fim do ano, teremos muito crédito para empurrar a economia”, declarou o ministro Paulo Guedes, em cerimônia no Palácio do Planalto
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que haverá uma oferta de R$ 200 bilhões a R$ 300 bilhões em crédito para empresas nos próximos três a quatro meses, o que ajudará a aquecer a atividade econômica, fortemente atingida pela pandemia do coronavírus.
"Até o fim do ano, teremos muito crédito para empurrar a economia", declarou, em cerimônia no Palácio do Planalto em que foram sancionadas medidas provisórias que criaram programas de estímulo ao crédito.
Segundo Guedes, os dois programas sancionados nesta quarta-feira (de crédito para a folha de pagamentos e para pequenas e médias empresas) são "praticamente" as últimas medidas lançadas para fomentar o crédito diante do cenário de pandemia.
Uma das medidas sancionadas foi a MP 944, que instituiu o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese) durante a pandemia pelo qual as empresas podem tomar crédito para pagar a folha de pagamentos.
De acordo com o ministro, a sanção significa uma "segunda camada" do programa, que começou com baixa procura e acabou perdendo R$ 17 bilhões de seu orçamento durante a tramitação no Congresso Nacional.
"Vimos que o programa era muito restritivo. Expandimos e flexibilizamos e esperamos alcançar 200 mil empresas no Pese nos próximos dois meses", completou.
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Guedes também lembrou o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), considerado por ele um "sucesso absoluto" e disse que o programa continua sendo calibrado.
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