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Previsão foi feita nesta segunda-feira. Projeção da Anfavea para 2020 é de retração de 40% nas vendas
O mercado de veículos novos no Brasil só deve voltar em 2025 a ter o ritmo de vendas que registrou em 2019, antes da pandemia do novo coronavírus. A previsão foi feita nesta segunda-feira, 6, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
A Anfavea levou em consideração que o mercado deve se recuperar a uma taxa média de 11% ao ano, a mesma registrada pela indústria nos anos seguintes à crise econômica de 2015 e 2016.
A projeção da Anfavea para 2020 é de retração de 40% nas vendas.
O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, afirmou que o emprego nas fábricas "está em risco", mesmo com a MP trabalhista do governo e com os acordos feitos pelas empresas com os sindicatos. "A gente vê com preocupação a questão do emprego. A MP do governo é muito boa, merece elogios. É ótima, mas é temporária. Precisamos da retomada da economia. Se a economia não voltar em ritmo bom, teremos dificuldade em manter os empregos", disse Moraes, em coletiva de imprensa online.
Segundo ele, as empresas têm acordos com os sindicatos até outubro e novembro. "Até lá, temos de encontrar mecanismos para retomada do emprego e da economia em geral, não apenas do setor automotivo", disse.
As montadoras terminaram o mês de junho com 124 mil funcionários, queda de 0,8% em relação a maio e recuo de 4% na comparação com junho do ano passado, segundo dados divulgados na manhã desta segunda-feira pela Anfavea. "O ajuste (no emprego) já começou de forma paulatina", disse Moraes.
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O mercado de veículos novos teria registrado 103 mil vendas em junho se não fossem os emplacamentos realizados com atraso e referente a vendas feitas em abril e maio, segundo conta feita pela Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e divulgada nesta segunda-feira pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).
Oficialmente, foram emplacados 132,8 mil veículos em junho. No entanto, cerca de 30 mil deles são referentes a vendas feitas em abril e maio. Os emplacamentos só ocorreram em junho por causa de atrasos burocráticos decorrentes da pandemia do novo coronavírus.
Os 132,8 mil emplacamentos registrados em junho representam alta de 113,6% em relação a maio, mas queda de 40,5% na comparação com maio. No acumulado do ano, o recuo é de 38,2%, para 809 mil unidades.
A Anfavea informou também que os estoques de veículos nos pátios das montadoras e das concessionárias terminaram junho com 157,6 mil unidades, abaixo das 200,1 mil registradas no fim de maio. Ao considerar o ritmo do mercado em junho, o estoque é suficiente para 36 dias de venda. Um mês antes, dava para 45 dias.
Contudo, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, afirmou que não haveria essa queda no número de dias se a conta fosse feita com os emplacamentos que foram represados em razão dos atrasos burocráticos. Segundo ele, ao considerar esse represamento, os estoques seriam suficientes para 46 dias.
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