🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Seu Dinheiro

Seu Dinheiro

No Seu Dinheiro você encontra as melhores dicas, notícias e análises de investimentos para a pessoa física. Nossos jornalistas mergulham nos fatos e dizem o que acham que você deve (e não deve) fazer para multiplicar seu patrimônio. E claro, sem nada daquele economês que ninguém mais aguenta.

A estreia do momento

Com 72 milhões de cadastros, PIX teve maior adesão que qualquer aplicativo, diz BC

Campos Neto também admitiu que algumas operações do PIX não foram completadas nesta segunda-feira, mas descartou qualquer instabilidade no sistema da autoridade monetária.

Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
16 de novembro de 2020
17:41 - atualizado às 18:04
Roberto Campos Neto
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central - Imagem: Raphael Ribeiro/Banco Central do Brasil

O presidente do Banco Central, Campos Neto, avaliou nesta segunda-feira (16) que as quase 72 milhões de chaves já cadastradas em algumas semanas no PIX significam uma adesão maior do que qualquer aplicativo digital já teve no País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

"Achamos que adesão está bastante ampla, tanto de pessoas físicas como de jurídicas. Obviamente, quando o PIX começa a funcionar, a necessidade de fazer parte do sistema aumenta. Então ainda haverá um processo de cadastramento que vai crescer ao longo do tempo", afirmou em coletiva sobre o PIX - plataforma de pagamentos e transferências instantâneas do BC, que começou a funcionar plenamente nesta segunda.

Instabilidade

Campos Neto também admitiu que algumas operações do PIX não foram completadas nesta segunda-feira, mas descartou qualquer instabilidade no sistema da autoridade monetária.

"É importante diferenciar o que é instabilidade do sistema e o que são operações que não foram completadas. Não houve nenhuma instabilidade no sistema. Houve um volume de operações que não foram completadas em um banco ou outro, e monitoramos isso, pode ter havido um erro na formatação da chave pelo banco. Quando há um volume grande de operações rejeitadas, entramos em contato com os bancos", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Angelo Duarte, disse que instituições maiores podem ter apresentado alguns problemas, que já foram corrigidos. "No momento vemos uma operação normal no PIX. Houve alguns problemas que já passaram, e todos estão operando dentro da estabilidade", completou.

Leia Também

O diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel de Pinho de Mello, explicou ainda que parte dos erros em operações não completadas ocorreu em tentativas de PIX para conta salário. "Não é possível cadastrar uma chave para conta salário", lembrou.

Moeda digital

O presidente do Banco Central disse ainda que o estudo para a moeda digital pela autoridade monetária não tem o objetivo de substituir 100% da moeda física, mas deve atender a demanda por um dinheiro mais digital. "O projeto da moeda digital vai na linha de digitalizar a economia e ter o dinheiro mais rastreável. Uma iniciativa é a de aperfeiçoamento do câmbio, outra é o PIX e o open banking. Nessa esteira de inovação, já iniciamos grupo de estudo para moeda digital não apenas para câmbio, mas para ir substituindo a moeda (física) aos poucos", respondeu.

Existem hoje as moedas com lastro em algum ativo, as chamadas stablecoins, e as moedas sem lastro, que são as criptomoedas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Conforme o BC, a moeda digital em estudo é uma moeda "com lastro na própria moeda", ou seja, no real.

Prorrogação de auxílio gerará menos efeitos positivos

Roberto Campos Neto, também repetiu que o lançamento de um programa fiscal com aumento de gastos públicos pode ter um efeito contracionista na economia, ao invés de favorecer o crescimento.

"Passamos de um ponto de inflexão. Estender mais os auxílios agora pode significar menos (efeitos positivos). Foi o teto de gastos que nos permitiu gastar mais na pandemia. Assim que se começou a questionar o teto, o mercado reagiu imediatamente nos preços dos ativos", afirmou, na 3ª Conferência Anual da América Latina, organizada pela Chatham House e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Mais uma vez, Campos Neto lembrou que a recomposição da renda das famílias por meio dos auxílios do governo gerou uma poupança que deve começar a ser usada a partir do momento que esses auxílios forem retiradas em 2021. "Não acho que temos uma opção. O déficit fiscal tem que ser revertido a partir do próximo ano", enfatizou. "Para atrair investimento privado, é preciso termos essa credibilidade. Só assim poderemos ter crescimento sustentável no longo prazo", concluiu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Selic em 2% ao ano está muito próxima de limite inferior

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou explicar que a taxa Selic em 2,00% ao ano está muito próxima de seu limite inferior, o que levou a autoridade monetária a utilizar um forward guidance nas decisões do Comitê de Política Monetária (Copom) desde agosto. Ele citou todas as medidas tomadas pelo governo durante a pandemia e repetiu que nem todo o espaço de crédito disponibilizado pelos bancos durante a crise já foi tomado por famílias e empresas.

"Temos 3 objetivos básicos: manter sistema líquido, funcionamento do mercado e fazer recursos chegarem onde precisa", reforçou Campos Neto, em palestra na 3ª Conferência Anual da América Latina, organizada pela Chatham House e pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

O presidente do BC mais uma vez citou a recuperação "forte" da econômica brasileira, em forma de um V, que deve se suavizar daqui em diante. "Em 2019 estávamos reinventando a economia com mais participação privada, vendendo ativos estatais, reduzindo subsídios e aumentando o crédito pelo setor privado. Mas veio a pandemia de covid-19 e o Brasil respondeu de maneira intensa", completou.

Campos Neto admitiu que o risco fiscal preocupa, mas argumentou que o governo tomou as medidas que eram necessárias para atravessar a crise. "Queremos retomar o nosso plano inicial para aumentar o investimento privado, e para isso precisamos temos que restaurar a credibilidade e isso está muito ligado à situação fiscal. Por isso precisamos achar espaço dentro do orçamento para as medidas necessárias", acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tecnologia na pandemia

O presidente do Banco Central repetiu também que era importante para autoridade monetária que a tecnologia de finanças se acelerasse durante a pandemia e citou a participação de aplicativos de texto e produtores de conteúdo na oferta de serviços financeiros. "Começamos a operar hoje o PIX, com 72 milhões de chaves registradas. Isso é maior do que o que qualquer outra rede social conseguiu fazer no Brasil", reiterou.

Campos Neto também apontou a dimensão de sustentabilidade das ações do BC, repetindo a avaliação de que a recuperação da economia global após a pandemia de covid-19 deverá ser sustentável e inclusiva.

Autonomia do BC

O presidente do Banco Central avaliou ainda que a aprovação da autonomia do BC pelo Senado há duas semanas foi um primeiro passo importante. "Acredito que o projeto está pronto para ser avaliado pela Câmara dos Deputados. Acho que não há muitos pontos a serem mudados no texto. Estamos conversando com parlamentares para mostrar a importância do projeto", afirmou. "O momento da votação da autonomia do BC será definido pelo Congresso", completou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

LENDA DO MERCADO

Dólar a R$ 4,40, ou dívida acima de 80% do PIB: o alerta de Stuhlberger para 2026

27 de janeiro de 2026 - 14:42

Dólar, juros e eleição entram no radar do gestor do lendário fundo Verde para proteger a carteira

POLÍTICA MONETÁRIA

Quando o Copom vai começar a cortar a Selic? O que dizem os economistas que esperam ajuste nesta semana e os que só veem corte em março

27 de janeiro de 2026 - 12:02

A grande maioria dos agentes financeiros espera a manutenção dos 15% nesta semana, mas há grandes nomes que esperam um primeiro ajuste nesta quarta-feira

JATINHOS, FESTAS MILIONÁRIAS E MAIS

A vida de rei vivida por Daniel Vorcaro enquanto o Banco Master crescia às custas do FGC

27 de janeiro de 2026 - 9:01

Enquanto o Banco Master caminhava para o colapso, Daniel Vorcaro manteve uma rotina de luxo que incluiu jatos particulares e uma festa de R$ 15 milhões para sua filha de 15 anos

MÁQUINA DE MILIONÁRIOS

Lotofácil abre semana com novo milionário, mas Dupla Sena paga maior prêmio da noite ao sair pela 1ª vez em 2026

27 de janeiro de 2026 - 7:03

Depois de a Lotofácil e a Dupla Sena terem feitos novos milionários, a Mega Sena tem prêmio estimado em R$ 92 milhões hoje

ESTÁ CHEGANDO A HORA

Temporada de balanços do 4T25 se aproxima: confira as datas das divulgações e teleconferências das principais empresas da B3

27 de janeiro de 2026 - 6:00

As empresas começam a divulgar os resultados na próxima semana e, como “esquenta”, a Vale (VALE3) publica hoje seu relatório de produção e vendas

SEGURANÇA ALIMENTAR

Depois da Nestlé e da Lactalis, mais uma gigante faz recall de fórmula infantil por risco de contaminação

26 de janeiro de 2026 - 14:38

Empresas de laticínios estão recolhendo lotes de fórmulas infantis à medida que cresce a preocupação de contaminação por toxina

VAI TER FOLGA?

Calendário de fevereiro de 2026: Carnaval é feriado? Veja as datas e quem tem direito à folga

26 de janeiro de 2026 - 12:20

Calendário de fevereiro 2026 mostra que o Carnaval não é feriado nacional, mas estados e municípios podem decretar folga para trabalhadores

IMPLOSÃO

Torre Palace: do primeiro hotel de luxo de Brasília à implosão no coração do poder

26 de janeiro de 2026 - 12:08

Primeiro hotel de alto padrão da capital federal, o Torre Palace nasceu como símbolo de sofisticação, mas afundou em disputa familiares 

CORRAM PARA AS COLINAS

Ouro ultrapassa US$ 5.120 e atinge recorde em corrida por proteção; ainda vale investir?

26 de janeiro de 2026 - 12:07

Em 2026, com apenas três semanas, o ouro já acumula valorização de 17%

SE A MODA PEGA

Leis municipais proíbem mais de uma pessoa na mesma moto — e o motivo envolve segurança

26 de janeiro de 2026 - 10:15

Medida vale para Lima e Callao e prevê multas, pontos na carteira e até apreensão do veículo em meio ao estado de emergência no país

NA MIRA DA PF

Banco Master, BRB e bilhões sob suspeita: quem a PF vai ouvir na nova fase da operação que investiga o banco de Daniel Vorcaro

26 de janeiro de 2026 - 9:38

Executivos do Master e do BRB, empresários e ex-dirigentes prestam depoimento à Polícia Federal nesta semana. O que está em jogo?

7 ANOS APÓS BRUMADINHO

Vale (VALE3): extravasamento de água e lama em Minas Gerais atingiu unidade da CSN Mineração (CMIN3), que se mantém funcionando

26 de janeiro de 2026 - 9:12

A estimativa da prefeitura de Congonhas, cidade vizinha também afetada pelo vazamento, é que foram derramados 200 mil m³ de água e lama; incidente ocorreu no aniversário de sete anos do rompimento de barragem em Brumadinho

TECNOLOGIA

IA no sistema financeiro: investimentos recordes e o desafio do Banco Central de regular sem travar a inovação

25 de janeiro de 2026 - 18:02

Avanço da inteligência artificial eleva investimentos e pressiona debate sobre governança, riscos sistêmicos e atuação do Banco Central

NO RADAR DOS ANALISTAS

Preço baixo e retorno alto: por que a XP recomenda a compra deste fundo imobiliário

25 de janeiro de 2026 - 16:45

Fundo imobiliário negocia com 15% de desconto e pode se beneficiar da retomada dos FIIs de tijolo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar