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Com os afrouxamentos quantitativos, os bancos centrais têm distorcido severamente os mercados, criando uma potencial bomba relógio para as gerações futuras.
A frase acima não é minha. É um trecho da coluna de hoje do Matheus Spiess no Seu Dinheiro.
A “impressão” de dinheiro sem precedentes que está em curso no mundo terá consequências para a população. O Matheus enxerga uma “socialização das perdas”. A liquidez exagerada segura o preço dos ativos e reduz o valor da moeda.
O dinheiro valerá menos ao longo do tempo. E como salvar suas economias em um bear market monetário?
Esse xadrez econômico terá perdedores e vencedores. O Matheus também fala em como o investidor pode se proteger.
•O Ibovespa registrou baixa de 1,28% ontem, aos 95.335,96 pontos, e o dólar à vista caiu 0,89%, a R$ 5,2706. Os mercados operaram divididos entre o temor de uma nova onda de coronavírus e o otimismo com a recuperação da economia americana.
•O que mexe com os mercados hoje? A terça-feira começa com o predomínio do otimismo no exterior, com os investidores repercutindo a fala de Donald Trump, que reafirmou que o acordo comercial com a China continua válido, e dados de atividade melhores do que o esperado na Europa. As bolsas asiáticas fecharam no azul. Os índices futuros em Nova York e o pregão europeu operam em alta nesta manhã.
• Como a política estimulativa dos bancos centrais vai afetar o valor das moedas no futuro? Esse é o tema da coluna de hoje de Matheus Spiess, que compara o preço às gerações futuras à tragédia da família Buddenbrook, no livro de Thomas Mann.
•O Brasil chegou a 1,1 milhão de casos de coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. São 51,2 mil mortes.
• O senador Tasso Jereissati, relator do marco legal do saneamento, disse que não é possível dar como "100% certa" a aprovação do projeto de lei que cria novas regras para o setor de água e esgoto. A votação está marcada para amanhã.
Leia Também
• O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, propôs ao Congresso Nacional que o início da campanha eleitoral seja mantido em agosto, mesmo que o dia da votação seja adiado.
• O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse que o governo sente no Congresso uma reação contra o modelo de capitalização da Eletrobras, mas não à privatização em si. Para ele,
com "alguns ajustes", o interesse no projeto é convergente entre o Executivo e o Parlamento.
•A Petróleo Pré-sal S.A. fechou com a Petrobras um acerto de contas no valor de R$ 76 milhões referente à parcela da União na produção de petróleo e gás natural no campo de Tartaruga Verde Sudoeste.
•O Credit Suisse fechou um acordo para comprar até 35% do capital total do Modalmais, a plataforma digital do Banco Modal. O valor da operação não foi revelado.
•A Receita Federal abre hoje a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física de 2020. Mais de 3,3 milhões contribuintes receberão R$ 5,7 bilhões no lote de maior valor já registrado.
• A uma semana para o fim do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda, a Receita recebeu, até o fim da tarde de ontem, 22 milhões de declarações. O número representa pouco mais de 70% da expectativa do governo.
• Precisa de ajuda para declarar? Entre para o projeto do Seu Dinheiro e veja mais de 30 vídeos tutoriais.
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