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O coronavírus forçou o mundo a trabalhar de home office. Nem tudo são flores, é fato, mas o ser humano se adaptou. Cá estou eu escrevendo de casa esta newsletter e acertando os detalhes pelo Skype com o Kaype e a Jasmine - e o escritório do Seu Dinheiro está vazio.
Eu sinto saudade da muvuca na redação. Mas já estou ouvindo alguns amigos autônomos (advogados, nutricionistas, psicólogos...) falando em devolver suas salas comerciais e trabalhar de casa definitivamente. Também há empresas considerando colocar o home office, ao menos parcial, como um regime permanente.
Se essa moda pega, o que serão dos fundos imobiliários? Esse é o tema da reportagem de hoje da Julia Wiltgen, que trata de perspectivas para os segmentos de escritórios, galpões e shoppings.
• O Ibovespa registrou baixa de 0,56% ontem, aos 80.742,35 pontos, e o dólar à vista subiu 0,63%, a R$ 5,7564. O dia foi marcado por questionamentos a respeito dos dados apresentados pela Moderna sobre a eficácia dos testes da vacina contra o coronavírus.
•O que mexe com os mercados hoje? Os negócios na Ásia fecharam majoritariamente no azul. Após um dia de realização de lucros, as sessões na Europa e os índices futuros em Nova York começam o dia em alta, impulsionados pelo acordo entre Opep e China, que tem como objetivo estabilizar o mercado de petróleo.
•O que esperar para os FIIs de escritórios, galpões e shoppings após a pandemia? Os analistas do Santander explicam como os principais segmentos foram afetados pelo coronavírus, as perspectivas para cada um deles e o que o investidor deve monitorar.
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| • [LIVE - 17H] Cenário para Investimentos: Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus, e Rogério Xavier, sócio-fundador da SPX, comentam a crise e as oportunidades para o investidor. |
• A Gol anunciou uma ampliação de 47% da malha aérea em junho, em relação a maio. Serão 100 voos diários.
•A Allpark, dona da rede de estacionamentos Estapar, fechou contrato com a Prefeitura de São Paulo para explorar o serviço de estacionamento rotativo em vias públicas, a chamada Zona Azul. A empresa pagou R$ 595 milhões.
• A reavaliação dos ativos da Petrobras no primeiro trimestre foi considerada "um banho de sangue" pelo presidente da empresa, Roberto Castello Branco. A estatal reconheceu perdas com a crise do coronavírus.
•O Brasil bateu ontem recorde de mortes pela covid-19 em um dia, com 1.179. No total, 17.971 pessoas já perderam a vida no país por causa da doença, segundo o Ministério da Saúde. São 271.628 casos registrados.
• O Goldman Sachs revisou a projeção para PIB do Brasil em 2020 para contração de 7,4%. A estimativa anterior era de queda de 3,4%.
• O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, defendeu a continuidade da agenda de reformas no pós-crise. Ele disse que o Brasil não tem a mesma capacidade de endividamento de um país rico.
• O presidente Jair Bolsonaro disse que um novo protocolo a respeito do uso da cloroquina no tratamento contra o coronavírus será assinado hoje. A norma deve recomendar o uso do medicamento a partir dos primeiros sintomas.
• A Câmara aprovou um projeto que obriga o uso de máscaras em locais públicos em todo país durante a pandemia e prevê multa de R$ 300 para quem descumprir a regra. Na sequência aprovou também o aumento da multa por desastres em barragens.
• O presidente americano, Donald Trump, admitiu que pode restringir totalmente os voos vindos do Brasil para os EUA.
• O BC da China manteve inalteradas as taxas de juros de referência para empréstimos de curto e longo prazos. A chamada LPR de um ano permaneceu em 3,85% e a LPR para empréstimos de cinco anos ou mais longos ficou em 4,65%.
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