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Já falei por aqui que é prudente ter um pouco de dólar na carteira. Não pretendo me desdizer. Se eu tiver que escolher entre uma nota de dólar ou uma de real, ainda fico com a primeira.
Mas tenho duvidado da capacidade da moeda americana de manter sua força nos próximos anos.
Um dos princípios mais básicos de economia é que o aumento da oferta pressiona o preço para baixo.
Estamos vendo um movimento sem precedentes de impressão de dinheiro pelo banco central americano. É o aumento da oferta de moeda.
Isso gera um certo desconforto no mercado. Na sua palestra a investidores brasileiros na semana passada, o mega investidor Ray Dalio disse que “dinheiro” é o pior ativo.
Robert Kiyosaki, autor do clássico “Pai Rico, Pai Pobre”, também se mostrou cético quanto ao valor da moeda americana em suas últimas colunas publicadas aqui no Seu Dinheiro.
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Hoje é a vez do colunista Matheus Spiess escrever sobre o tema e dar algumas alternativas para quem busca se proteger até mesmo da desvalorização do dólar.
•O Ibovespa subiu 1,49% ontem, aos 104.426,37 pontos, e o dólar caiu 0,72%, a R$ 5,3417. O dia foi marcado por notícias animadoras sobre vacinas e avanços no pacote de estímulo da União Europeia.
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• E se existisse uma realidade diferente no mundo dos investimentos? O colunista Matheus Spiess relembra a história de "O Homem do Castelo Alto” para falar sobre a necessidade de apostar em outras moedas fortes além do dólar.
• O Brasil tem 2,1 milhões de casos de covid-19, segundo o Ministério da Saúde. O número de mortes pela doença ultrapassou 80 mil.
• O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, confirmou que está prevista para hoje uma reunião para analisar a proposta do governo sobre as mudanças no sistema tributário.
•O senador Flávio Bolsonaro negou em depoimento ter recebido informações privilegiadas sobre a Operação Furna da Onça. A ação revelou movimentações financeiras atípicas nas contas de seu ex-assessor Fabrício Queiroz.
• A Câmara aprovou o projeto que permite suspender o pagamento de parcelas do programa Minha Casa, Minha Vida por 180 dias em função da pandemia.
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