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Eu não dirijo, mas já peguei a estrada como passageira algumas vezes em meio ao nevoeiro da serra - o tal do ruço - a caminho de Teresópolis, no interior do estado do Rio. E quando a neblina reduz o alcance da visão, você sabe: é hora de dirigir com cuidado, ainda mais naquelas vias sinuosas.
Depois de saírem felizes da cerração anterior, causada pela guerra comercial entre EUA e China, os mercados globais entraram numa nova zona de baixa visibilidade na última quinta-feira (2), quando os americanos fizeram um ataque em Bagdá que matou o mais graduado militar do Irã, Qassem Soleimani.
A primeira reação das bolsas no mundo inteiro foi cair com força, mas as perdas foram logo reduzidas. Durante o fim de semana, a temperatura entre Estados Unidos e Irã continuou subindo, e hoje as quedas nas bolsas se repetiram mundo afora. A exceção foram os índices americanos, por conta de fatores locais.
Ainda assim, é certo que as perdas não estão num nível de “Terceira Guerra Mundial iminente”, como sugeriram os comentários nas redes sociais, tipicamente exagerados. Mesmo o petróleo, que inicialmente reagiu com uma alta mais robusta, hoje também já teve valorizações bem mais modestas.
Mas se à primeira vista o mercado não está disposto a simplesmente dar meia volta e devolver os ganhos desse bull market, os investidores também parecem estar respondendo com cautela. Com pouca visibilidade à frente, realmente não dá para engatar novos ralis.
A verdade é que ainda é muito difícil saber como e com que intensidade esse conflito pode impactar os preços dos ativos. O Victor Aguiar, que está de volta do recesso de fim de ano, acompanhou os mercados hoje e traz para você, em detalhes, como foram as negociações e quais ações se destacaram na bolsa brasileira.
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Quando nevoeiros como a guerra comercial e os conflitos no Oriente Médio embotam a visão dos investidores, seu farol de neblina predileto é um metal reluzente. O ouro continua bastante procurado neste início de ano como investimento de proteção. Tanto que hoje atingiu sua maior cotação desde abril de 2013. A Bruna Furlani te conta aqui esta história.
A Caixa Econômica Federal prepara para abril o IPO (oferta pública inicial de ações) da sua área de seguros. A expectativa é que a Caixa Seguridade faça sua estreia na bolsa com um valor de mercado entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões. Na mesma linha de negócios, o banco estatal está perto de concluir o processo de escolha dos seus futuros sócios no ramo de seguros - e um deles já é conhecido.
A Natura & Co revisou para cima sua meta de sinergias resultantes da combinação dos seus negócios com os da Avon. O anúncio da holding da Natura foi feito poucos dias após o fim do processo de incorporação da gigante de cosméticos.
A novela do 737 MAX, o avião-problema da Boeing, ganhou mais um capítulo. Depois da suspensão da fabricação do modelo, envolvido em dois acidentes fatais com centenas de vítimas, e da demissão do CEO da companhia, a fabricante de aeronaves considera aumentar o volume de dívidas para reforçar seu caixa, prejudicado pela crise do MAX.
O presidente Jair Bolsonaro disse que a reforma administrativa deve ser enviada ao Congresso em fevereiro. O projeto, que deve fazer mudanças no serviço público, é polêmico e já sofre resistência em alguns grupos parlamentares.
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