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Antes de começar a escrever esta newsletter, perguntei aos meus filhos o significado da gíria “descolado”. Nem o André nem a Helena souberam responder, mas chutaram que devia ser uma pessoa que não ia à escola.
No meu tempo — eu já cheguei naquela idade em que posso falar “no meu tempo” —, alguém descolado era esperto e descontraído. Em uma forma menos usual, “descolar” também podia ser o equivalente a pedir algo, mas de um jeito “descolado” (me descola uma cerveja?).
O mercado financeiro adota o termo no sentido mais literal. Ou seja, a bolsa está descolada quando reage de modo diferente dos demais mercados. Isso pode ser bom quando as ações lá fora estão caindo e aqui o sinal é de alta.
Mas quando falamos e escrevemos nas reportagens aqui do Seu Dinheiro que o Ibovespa está descolado do desempenho no exterior, geralmente essa é uma má notícia.
No acumulado deste ano, o principal índice da bolsa acumula queda de 15,7%. Em dólar, o tombo é ainda maior e beira os 40%, o que coloca o Brasil na lanterna entre os principais mercados de ações globais.
No pregão desta sexta-feira, o Ibovespa ficou novamente no vermelho enquanto as bolsas em Nova York tiveram mais um dia de alta. Mas apesar de mais um descolamento, o saldo da semana até que foi positivo para o mercado brasileiro, como mostra o Felipe Saturnino.
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• Depois de Toro e Rico, o BTG Pactual também aderiu à corretagem zero. O banco anunciou que zerou as taxas de corretagem para operações de ações no módulo "Day Trade" e que vai reduzir custos para todos os clientes.
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• O céu ainda não é de brigadeiro, mas as condições de voo estão melhorando para a Gol. A companhia aérea tem se sentido confiante após ampliar a sua oferta de voos para outubro. As ações da empresa reagiram bem ao anúncio.
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• Velocidade máxima? O bilionário Elon Musk quer lançar um foguete capaz de entregar armas e munições em qualquer lugar do mundo para o exército norte-americano em até uma hora. Os testes devem começar em 2021.
• Na newsletter da manhã, a Marina Gazzoni informou você da criação da holding Universa, que reúne a Empiricus e a gestora e corretora Vitreo. Mas será que esse negócio é bom mesmo? O próprio Felipe Miranda traz para você todos os detalhes da parceria.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua noite", a newsletter diária do Seu Dinheiro. Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
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