🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

E o Guedes, hein?

A grande questão polêmica hoje envolvendo Guedes está na manutenção, ou não, do teto de gastos para 2021.

17 de agosto de 2020
8:35 - atualizado às 14:07
O ex-ministro da Economia, Paulo Guedes - Imagem: FABIO MOTTA / ESTADÃO CONTEÚDO - Crédito:FÁBIO MOTTA/ESTADÃO CONTEÚDO/AE

A semana passada em Brasília foi dominada por rumores de que o Ministro da Economia, Paulo Guedes, estaria com os dias contados. Inúmeras matérias da imprensa apontam para um grande desgaste entre o Presidente da República, Jair Bolsonaro, e Guedes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sexta-feira (14) falei por telefone com o Secretário Executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. De modo enfático, negou os rumores. Outras fontes do alto escalão da Economia ouvidas pela Arko também negaram a saída de Guedes.

Fontes no Palácio do Planalto ouvidas pela Arko Advice no final de semana admitem que pegou mal para Guedes a fala de que “furar o teto de gastos levaria Bolsonaro ao impeachment”. As mesmas fontes concordam que os rumores de demissão são exagerados. Desgastes, brigas e discussões são normais em qualquer relacionamento. Em Brasília, onde a tensão política é contínua, é comum desgastes naturais virarem rumores de demissões.

“Guedes e Bolsonaro se dão muito bem. O Presidente de fato não gostou da fala citando impeachment, mas há um enorme exagero em transformar isso em demissão”, afirmou um assessor palaciano.

O meu cenário base neste momento é que o Ministro Paulo Guedes não está de saída. Acredito que ficará no cargo enquanto entender que há condição de avançar pontos prioritários de sua agenda reformista. Obviamente, o cenário pode mudar. Uma demissão pode acontecer da noite para o dia e depende, muitas vezes, de fatores absolutamente pessoais de quem toma a decisão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A grande questão polêmica hoje envolvendo Guedes está na manutenção, ou não, do teto de gastos para 2021. Acredito que o teto de gastos não será alterado. Do ponto de vista institucional, foi muito importante o compromisso público assumido pelo presidente Jair Bolsonaro, ao lado de ministros e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Depois que sua fala durante live gerou polêmica, Bolsonaro, mais uma vez, reforçou seu compromisso com o teto de gastos. Mas, conforme admitiu o próprio Bolsonaro, a pressão por aumento de gasto público continua. E deve aumentar.

Leia Também

Claramente o meio político pressiona a equipe econômica por alguma solução intermediária. Há discussões sobre a edição e uma medida provisória que poderia abrir crédito extraordinário de pelo menos R$ 5 bilhões para custear investimentos em infraestrutura e ações indicadas por parlamentares. O ruído da discussão tem gerado apreensão no investidor, que tem cobrado cada vez mais do Tesouro para comprar títulos que são vendidos para financiar a dívida.

O Banco Central está consultando o Tribunal de Contas da União sobre a possibilidade de transferir cerca de R$ 400 bilhões para o Tesouro. O objetivo é aliciar as condições de liquidez do Tesouro na gestão da dívida pública. Sobre esse assunto, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, se reúne com ministros do TCU para discutir o assunto nesta segunda-feira (17).

Estamos em uma fase crucial. O governo está concluindo a discussão em torno do Orçamento da União para 2021. Ele tem até o dia 31 de agosto para enviar a proposta ao Congresso. O Ministério da Educação pode sofrer cortes de mais de R$ 4 bilhões. O Ministério de Infraestrutura também pode ter menos recursos no próximo ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A pressão por recursos vai ficar cada vez mais intensa entre setembro e dezembro. É uma fase crítica de discussão no Congresso que irá, mais do que em ano anteriores, ser impactado pela eleição municipal por conta do adiamento (passou de outubro para novembro). A resistência da equipe econômica tem desagradado a companheiros da Esplanada dos Ministérios e parlamentares. Partem de alguns desafetos os rumores da saída iminente de Guedes.

Uma articulação política fortalecida será chave nos próximos meses. A decisão do presidente Jair Bolsonaro em substituir o deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) pelo parlamentar Ricardo Barros (PP-PR) na liderança do governo da Câmara representa mais um gesto de prestígio ao centrão. 

O governo dá mais um passo em direção ao abandono do modelo que abdicou do presidencialismo de coalizão. Prova disso foi a declaração de Ricardo Barros ao Globo na última sexta-feira (14), quando declarou que “uma base sólida é feita a partir de uma coalizão partidária”.

Barros declarou ainda: “os partidos que dão governabilidade, que fazem parte da coalizão, é natural que tenham seus filiados e o seu programa no governo”. As declarações do novo líder do governo na Câmara evidenciam o retorno do presidencialismo de coalizão. O movimento em direção a construção de uma base teve início quando o presidente Jair Bolsonaro passou a negociar pessoalmente com o deputado federal Arthur Lira (PP-AL), que se tornou uma espécie de líder informal do governo na Câmara.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há outros sinais do pragmatismo político: aproximação com o PTB de Roberto Jefferson e a decisão de escolher o ex-presidente da República Michel Temer (MDB) para chefiar a missão humanitária do Brasil no Líbano.

Ao se aproximar de Temer, Bolsonaro envia importantes sinais ao MDB. Principal nome nacional da legenda, Temer poderá influenciar os rumos de seu partido, assim como atuar como uma espécie de “conselheiro informal” de Bolsonaro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VISÃO 360

A hora da Cigarra: um guia para gastar (bem) seu dinheiro — e não se matar de trabalhar

15 de fevereiro de 2026 - 8:01

Nem tanto cigarra, nem tanto formiga. Morrer com dinheiro demais na conta pode querer dizer que você poderia ter trabalhado menos ou gastado mais

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Zuck está de mudança: o projeto californiano que está deslocando o eixo dos bilionários nos EUA

14 de fevereiro de 2026 - 9:02

Miami é o novo destino dos bilionários americanos? Pois é, quando o assunto são tendências, a única certeza é: não há certezas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Por que Einstein teria Eneva (ENEV3) na carteira, balanço de Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e outras notícias para ler antes de investir

13 de fevereiro de 2026 - 8:52

Veja a empresa que pode entregar retornos consistentes e o que esperar das bolsas hoje

SEXTOU COM O RUY

Por que Einstein seria um grande investidor — e não perderia a chance de colocar Eneva (ENEV3) na carteira?

13 de fevereiro de 2026 - 6:03

Felizmente, vez ou outra o tal do mercado nos dá ótimas oportunidades de comprar papéis por preços bem interessantes, exatamente o que aconteceu com Eneva nesta semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Japão como paraíso de compras para investidores, balanços de Ambev (ABEV3), Vale (VALE3) e Raízen (RAIZ4), e o que mais move a bolsa hoje

12 de fevereiro de 2026 - 8:59

O carry trade no Japão, operação de tomada de crédito em iene a juros baixos para investir em países com taxas altas, como o Brasil, está comprometido com o aumento das taxas japonesas

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Podemos dizer que a Bolsa brasileira ficou cara? 

11 de fevereiro de 2026 - 19:50

Depois de uma alta de quase 50% em 12 meses, o mercado discute se os preços já esticaram — e por que “estar caro” não significa, necessariamente, fim da alta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja se vale a pena atualizar o valor de um imóvel e pagar menos IR e se o Banco do Brasil (BBAS3) já começa a sair do fundo do poço

11 de fevereiro de 2026 - 9:39

Confira as vantagens e desvantagens do Rearp Atualização. Saiba também quais empresas divulgam resultados hoje e o que mais esperar do mercado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O equilíbrio no Japão que afeta o mundo todo, as vantagens do ESG para os pequenos negócios e o que mais move as bolsas hoje

10 de fevereiro de 2026 - 9:30

Veja qual o efeito da vitória da primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, nas eleições do Japão nos mercados de todo o mundo

INSIGTHS ASSIMÉTRICOS

Entre estímulo e dívida: o novo equilíbrio do Japão após uma eleição que entra para a história

10 de fevereiro de 2026 - 7:11

A vitória esmagadora de Sanae Takaichi abre espaço para a implementação de uma agenda mais ambiciosa, que também reforça o alinhamento estratégico de Tóquio com os Estados Unidos, em um ambiente geopolítico cada vez mais competitivo na Ásia

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

CSN (CSNA3) quer convencer o mercado que agora é para valer, BTG bate mais um recorde, e o que mais move as bolsas hoje

9 de fevereiro de 2026 - 8:39

Veja os sinais que o mercado olha para dar mais confiança ao plano de desalavancagem da holding, que acumulou dívidas de quase R$ 38 bilhões até setembro

TRILHAS DE CARREIRA

O critério invisível que vai diferenciar os profissionais na era da inteligência artificial (IA)

8 de fevereiro de 2026 - 8:00

O que muda na nossa identidade profissional quando parte relevante do trabalho operacional deixa de ser feita por humanos?

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Carnaval abaixo de 0 ºC: os horários e os atletas que representam o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno

7 de fevereiro de 2026 - 9:02

Mudaram as estações e, do pré-Carnaval brasileiro, miramos nosso foco nas baixas temperaturas dos Alpes italianos, que recebem os Jogos Olímpicos de Inverno

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Cuidado com o ouro de tolo ao escolher ações; acompanhe a reação ao balanço do Bradesco (BBDC4) e o que mais move a bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 8:45

Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos

SEXTOU COM O RUY

O “lixo” não subiu: empresas pagadoras de dividendos e com pouca dívida devem seguir ditando o ritmo na bolsa

6 de fevereiro de 2026 - 6:07

Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A difícil escolha entre dois FIIs de destaque, e o que esperar dos resultados de empresas e da bolsa hoje

5 de fevereiro de 2026 - 8:33

As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Bolsa e o trade eleitoral — by the way, buy the whey

4 de fevereiro de 2026 - 20:00

Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar