O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Claro que existem bons planos de previdência privada, mas para encontrá-los você precisa deixar o bando e alçar voo solo.
Olá, seja bem-vindo ao nosso papo de domingo sobre Aposentadoria FIRE® (Financial Independence, Retire Early).
Na semana passada, comentei sobre a estranha propensão que os investidores têm mostrado em pagar mais por empresas que precisam desesperadamente de capital.
Hoje, deixo a psicologia do mercado de lado e volto a um tema muito caro aos membros da comunidade FIRE®: quanto investir em cada classe de ativos num projeto de aposentadoria?
Se você acompanha minha coluna, sabe que com frequência importo dados e aprendizados do movimento FIRE® nos EUA.
Não faço isso por ser baba ovo dos caras, mas sim porque eles estão na vanguarda do tema.
Aqui no Brasil, a discussão ainda fica restrita ao PGBL ou VGBL... Como se todas as suas necessidades para a aposentadoria estivessem contempladas numa questão tributária.
Leia Também
Além disso, com a devida humildade precisamos reconhecer: a indústria de fundos de previdência no Brasil é horrorosa.
Se você possui um fundo de previdência (Bradesco, Itaú, Santander, Porto Seguro, ou qualquer outra grande empresa privada), você provavelmente está pagando caro para um gestor deixar 80% do seu patrimônio parado no CDI (que agora rende 2,25% ao ano).
Para mostrar serviço, esses fundos também alocam de 10% a 15% do capital em “produtos estruturados”.
Chique, não?
Produtos estruturados são um nome bacana para: um produto que só quem fez entende e que, a não ser por um cisne negro de olhos azuis, você não vai ganhar dinheiro.
E claro, aqueles 5% de ações só para mostrar a “diligência e o apetite ao risco” do gestor.
Isso para os grandes bancos e corretoras privadas...
Se apontarmos nossa lupa para o Banco do Brasil e a Caixa (onde estão boa parte dos recursos de previdência dos funcionários públicos), dá vontade de… deixa pra lá.
Claro que existem bons planos de previdência privada, mas para encontrá-los você precisa deixar o bando e alçar voo solo.
Precisa buscar por gestoras independentes e entender o trabalho desempenhado por elas.
Não é algo simples de se fazer sozinho.
Ou, uma alternativa mais simples e barata, você pode importar aquilo que vem dando certo para os membros da comunidade FIRE® no exterior.
Uma abordagem simples e eficiente que ficou conhecida como 60/40.
Tão simples quanto isso, os membros da comunidade FIRE® nos EUA investem em não mais do que três ativos diferentes:
O que essa abordagem têm de “sem graça”, ela têm de eficiente.
Entre 2009 e 2019, essa alocação simples e nada sexy gerou retornos de 9,4% ao ano nos EUA.
Considerando os juros zero ou muito próximos a isso no período, são retornos formidáveis e consistentes: estendendo a metodologia não para 10 anos, mas para 93 anos (entre 1926 e 2019), o retorno é praticamente o mesmo: 9% ao ano.
Claro que a composição desse retorno não é uniforme.
Num ano os retornos podem ser de 20%, no ano seguinte podem ser de -10%, e assim por diante.
O consolidado, anualizado, fica em torno de 9% ao ano em longo prazo, com uma volatilidade razoável.
Essa abordagem simples, aliada a uma taxa de poupança elevada, tem feito casos e mais casos de sucesso de aposentadoria precoce.
Na última terça-feira, trouxemos ideias de ETFs para turbinar os 60% de renda variável que os membros do Empiricus FIRE® dedicam à renda variável. Tropicalizamos a ideia, com uma dose extra de adrenalina.
Te convido a conhecer o nosso trabalho por apenas R$ 5 por mês. É só dar o play no vídeo abaixo.
Um abraço e ótimo domingo!
Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Entenda por que a definição da Selic e dos juros nos EUA de hoje é tão complicada, diante das incertezas com a guerra e a inflação
A guerra no Irã pode obrigar a Europa a fazer um racionamento de energia e encarecer alimentos em todo o mundo, com aumento dos preços de combustíveis e fertilizantes
Guerras modernas raramente ficam restritas ao campo militar. Elas se espalham por preços, cadeias produtivas, inflação, juros e estabilidade institucional
Entenda o que esperar dos resultados dos maiores bancos brasileiros no 1T26; investidores estarão focados nos números que mais sofrem em ciclos de crédito mais apertado e juros maiores
Governo federal corta apoio a premiação internacional e engrossa caldo do debate sobre validade do Guia Michelin
Mesmo sem saber se o valor recebido em precatórios pela Sanepar será ou não, há bons motivos para investir na ação, segundo o colunista Ruy Hungria
A Sanepar não é a empresa de saneamento mais eficiente do país, é verdade, mas negocia por múltiplos descontados, com possibilidade de início de discussões sobre privatização em breve e, quem sabe, uma decisão favorável envolvendo precatório
Aprenda quais são as estratégias dos ricaços que você pode copiar e ganhar mais confiança na gestão do seu patrimônio
O mercado voltou a ignorar riscos? Entenda por que os drawdowns têm sido cada vez mais curtos — e o que isso significa para o investidor
Alta nos prêmios de risco, queda nos preços dos títulos e resgates dos fundos marcaram o mês de março, mas isso não indica deterioração estrutural do crédito
Entenda por que a Alea afeta o balanço da construtora voltada à baixa renda, e saiba o que esperar dos mercados hoje
Mesmo que a guerra acabe, o mundo atravessa um período marcado por fragmentação e reorganização das cadeias globais de suprimento, mas existe uma forma simples e eficiente de acessar o que venho chamando de investimento “quase obrigatório” em tempos de conflito
O Nubank arrematou recentemente o direito de nomear a arena do Palmeiras e mostra como estratégia de marketing continua sendo utilizada por empresas
Conheça a intensa biografia de Mark Mobius, pioneiro em investimentos em países emergentes, e entenda quais oportunidades ainda existem nesses mercados
Ainda não me arrisco a dizer que estamos entrando em um rali histórico para os mercados emergentes. Mas arrisco dizer que, esteja onde estiver, Mobius deve estar animado com as perspectivas para os ativos brasileiros.
Com transformações e mudanças de tese cada vez mais rápidas, entenda o que esperar dos resultados das empresas no primeiro trimestre de 2026
Com a desvalorização do dólar e a entrada de gringos na bolsa brasileira, o Ibovespa ganha força. Ainda há espaço para subir?
Entenda como a entrada de capital estrangeiro nos FIIs pode ajudar os cotistas locais, e como investir por meio de ETFs