🔴 CHANCE DE MULTIPLICAR O INVESTIMENTO EM ATÉ 14,5X EM 8 DIAS? ENTENDA A PROPOSTA

Como investir no exterior com R$ 5 mil, sem comprar dólar ou sair do Brasil

A maneira mais simples de fazê-lo é através de fundos de investimento que investem no exterior.

6 de dezembro de 2020
5:50 - atualizado às 11:19
Imagem: Shutterstock

Olá, seja bem-vindo ao nosso papo de domingo sobre Aposentadoria FIRE® (Financial Independence, Retire Early). 

O Brasil representa apenas uma fração insignificante dos ativos mundiais. Ainda sim, a maioria dos brasileiros detém praticamente todo o seu capital no país. 

Ainda nutrimos uma mistura de medo e preconceito. 

Medo de que seja difícil demais; preconceito de que mandar dinheiro para o exterior é coisa de político corrupto.

Claro, nossos prezados deputados e senadores são chegados numa conta corrente em paraíso fiscal, mas é perfeitamente possível enviarmos dinheiro para investimento no exterior de maneira simples e, óbvio, 100% legal. 

É sobre essas alternativas que vou falar a seguir. 

O primeiro motivo

Ao final de 2019, o PIB brasileiro foi de 7,3 trilhões de reais. 

Fazendo uma conta de padeiro com o dólar a R$ 5,30, temos que o nosso PIB, em dólares, é de US$ 1,38 trilhão. 

É anedótico, eu sei, mas o valor de mercado da Apple - listada nos EUA - está na casa dos 2 trilhões de dólares. A Amazon, 1,5 trilhão. A Microsoft, 1,6 trilhão. E por aí vai. 

As maiores e melhores empresas do mundo estão listadas fora do Brasil. 

Os setores mais quentes do momento (aqueles que têm apresentado o maior retorno para os acionistas) como games, computação em nuvem, redes sociais e plataformas (como Uber, Airbnb e outros), não possuem absolutamente NENHUMA alternativa listada no Brasil. 

O segundo motivo

Na última vez que eu fiz essa conta, há uns 2 meses atrás, o valor de mercado dos 81 fundos imobiliários que compõem o IFIX - o nosso índice de referência para o segmento - era de R$ 81,3 bilhões. 

É bastante imóvel, sem dúvidas. 

Mas assim como no caso das maiores empresas do mundo, todo o mercado de real estate brasileiro é uma fração risível das opções que encontramos lá fora. 

Os REITs, que são o equivalente dos nossos FIIs nos EUA, são um mercado inúmeras vezes maior. 

Recentemente, apresentei aos leitores do meu Programa de Riqueza Permanente®, um REIT de apartamentos avaliado em 20 bilhões de dólares, com potencial de valer, na ocasião, 50% mais do que isso. 

Sozinho ele é mais valioso que os 81 fundos imobiliários do nosso IFIX. 

O mercado é tão desenvolvido que você encontra investimento em segmentos como data centers, transmissão de energia, agronegócio, cinemas e até campos de golfe no modelo de REIT. 

Novamente, as opções são muito mais abrangentes lá fora. 

O terceiro motivo

Se o primeiro e segundo motivos eram o mesmo, disfarçados sobre duas roupagens diferentes, o terceiro é um negócio realmente diferente. 

Investir no exterior dolariza parte da sua carteira de investimentos, o que naturalmente se converte numa posição defensiva. 

Historicamente, a Bolsa brasileira e o dólar são correlacionados negativamente. 

Isso quer dizer que num mês bom para a Bolsa, o dólar tende a ir mal. E vice versa.

Por isso, quando estamos pessimistas com a Bolsa brasileira, compramos dólares para nos proteger. 

E quando estamos pessimistas com o dólar, compramos Bolsa brasileira. 

Sou da opinião de que o dólar tem duas funções na sua carteira: uma delas é estrutural, a outra é uma amor de verão. 

Por estrutural, quero dizer o seguinte: você precisa ter sempre uma fatia do seu patrimônio exposto ao dólar. 

Escolha como você quer fazer isso, se é comprando ações, REITs, ou simplesmente dólar puro. 

Mas num país como brasileiro, em que a moeda consegue perder mais de 35% do seu valor em 12 meses, você precisa ter sempre uma fatia fixa dolarizada. Entre 10% e 20% está ok. 

E o “amor de verão” é aquela exposição mais oportunista. De quem vai realmente se preocupar com o patamar da moeda. 

Particularmente, faço mais o tipo romântico tradicional, de amores para a vida toda.

Para investir agora seus primeiros R$ 5 mil no exterior

A maneira mais simples de fazê-lo é através de fundos de investimento que investem no exterior. 

Assim, você investe direto numa corretora brasileira e não precisa se preocupar com a remessa de câmbio. 

Uma alternativa que eu gosto muito é o fundo Tech Select, da Vitreo.

O fundo investe nas maiores empresas de tecnologia do mundo, além de nomes ascendentes como o Zoom.

O fundo foi criado em 08 de junho de 2020, e rende mais de 30% desde então. No mesmo período, o Ibovespa retornou menos de 10% aos investidores. 

Claro que retornos passados não são garantia de retornos futuros, mas o Tech Select, na minha opinião, reúne alguns dos setores mais quentes e que mais tem gerado valor para os acionistas nos últimos anos. 

O aporte mínimo é de R$ 5 mil e o fundo não cobra taxa de performance. Vale a pena conhecer e internacionalizar seu portfólio de maneira simples. 

Compartilhe

PODCAST GRATUITO

Como investir no Spotify e outras 4 empresas fora do radar?

6 de janeiro de 2021 - 16:40

Na edição desta semana do Tela Azul, recebemos o Leonardo Otero, gestor da Arbor Capital, uma gestora focada em casos de tecnologia.

investimento com benefícios imediatos

Os 5 benefícios da previdência privada – redução de imposto de renda em 2021 é só um deles

27 de dezembro de 2020 - 5:50

Você provavelmente já sabe que dá para pagar menos imposto no ano que vem com aportes na sua previdência ainda em 2020. Mas as vantagens dessa modalidade de investimento vão muito além. Eu explico tudo na coluna de hoje e trago uma lista de quatro bons planos de previdência para você investir.

ouça de graça

Tudo o que você precisa saber sobre MGLU3, o Magazine Luiza

21 de dezembro de 2020 - 12:59

Na edição desta semana do Tela Azul, nós recebemos o Henrique Imbertti, um dos principais diretores de inovação do Magazine Luiza.

DE 2020 PARA 2021

Por que a Eneva (ENEV3) é minha ação preferida para 2021

20 de dezembro de 2020 - 5:50

A Eneva possui uma das diretorias mais qualificadas do setor e adotou uma estratégia única no Brasil: misturar a exploração de gás com a geração de energia. No longo prazo, o que se espera é que a performance das ações acompanhará a sua capacidade de gerar lucros crescentes.

PODCAST GRATUITO

Bitcoin, precatórios digitais e a nova moeda do Vasco

15 de dezembro de 2020 - 8:53

Na edição desta semana do Tela Azul, nós recebemos o Fabrício Tota, diretor do Mercado Bitcoin, a maior bolsa de ativos digitais da América Latina.

O MUNDO DOS GAMES

Mais que um jogador, um investidor: como os games podem te fazer ganhar dinheiro

13 de dezembro de 2020 - 5:50

Talvez o papo seja de adolescente, mas o dinheiro envolvido é de gente grande.

ouça de graça

O que muda com o PIX e qual o futuro das agências bancárias?

9 de dezembro de 2020 - 9:58

Na edição desta semana, nós recebemos o Cristiano Gomes, um dos principais estrategistas da equipe de tecnologia do Santander no Brasil.

PODCAST TELA AZUL

Você controla seus investimentos numa planilha? Então veja isto

2 de dezembro de 2020 - 16:01

Essa semana, nós recebemos o Eduardo e o Gabriel, fundadores do Real Valor, o melhor aplicativo disponível para fazer a gestão dos seus investimentos pessoais.

APRENDENDO COM O PROFESSOR BESSEMBINDER

O clube dos 900%: o que você pode aprender com os maiores casos de geração de riqueza da Bolsa americana

29 de novembro de 2020 - 5:50

Empresas quebrando são mais frequentes que empresas dominando o mundo em algumas décadas. Mas poucos acertos podem rechear a sua carteira e garantir sua aposentadoria precoce.

CONTRARIAR OU NÃO O CONSENSO?

Em 90% do tempo, tudo que você precisa fazer nos mercados é seguir a manada

22 de novembro de 2020 - 5:50

Mas é possível mudar sua vida financeira ao se posicionar às vezes contra os mercados, como um investidor contrarian

Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Continuar e fechar