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Semana tem documento da última decisão de juros do Copom, relatório de inflação e IPCA-15, além de PMIs externos; investidores seguem temendo segunda onda de contágio da covid-19 no exterior
As principais bolsas na Ásia fecharam no vermelho nesta segunda-feira (22), mas os índices futuros de Nova York estavam no campo positivo por volta das 7h. Os mercados seguem monitorando a covid-19 — está no radar também no Brasil. Mas a semana ainda tem indicadores e possíveis acontecimentos que também devem ajudar o mercado local operar.
Investidores brasileiros esperam dados macroeconômicos e documentos que dimensionam a retomada das atividades no exterior e calibram as apostas para a Selic. Crise política e disputas comerciais também estão no radar.
Na terça-feira (23), o Banco Central divulga a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), depois da redução da Selic de 3% para 2,25%. Ainda que a autoridade monetária tenha adiantado que considera um novo corte, o documento deve evidenciar o que pesou na recente decisão e indicar mais detalhes sobre o futuro da taxa.
A divulgação do Relatório Trimestral de Inflação (RTI) na quinta-feira (25) contribui para entender a leitura que o BC tem deste momento. Entre outras coisas, o texto traz projeções para a alta dos preços.
No mesmo dia do relatório, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o IPCA-15 de junho, após sucessivas desacelerações da inflação desde março. Em maio, o país chegou a registrar deflação de 0,38% - menor índice em 22 anos.
O indicador tem sido decisivo para o BC seguir com os cortes de juros, além de outros dados macroeconômicos que evidenciam a paralisação da economia causada pela pandemia - evento que suspendeu, ao menos por ora, a agenda liberal do governo.
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No final de semana, o Estadão informou que a reformulação das políticas sociais deve ser um dos principais focos do governo no pós-fase crítica da pandemia. Também estão na mesa iniciativas para simplificar a vida de empresas e investidores.
De imediato, a crise continua a demandar uma ação forte do governo para auxiliar a população mais vulnerável. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, cobrou neste final de semana que o governo seja mais ágil em estender o pagamento do auxílio emergencial para informais.
A agenda liberal do governo ainda deve passar por entraves em Brasília, diante da prisão do ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, encontrado na semana passada em um imóvel do advogado do filho do presidente, Fred Wassef.
A ação tende a aumentar o passe do Centrão no Congresso, e sem garantias de que o apoio ao governo será incondicional — em especial porque ainda são incertos os desdobramentos do caso e o legado da pandemia sobre a economia.
Mesmo com a recomendação de distanciamento social, o país teve mais um domingo de manifestações contra e a favor do governo. O presidente Jair Bolsonaro não participou do ato em Brasília, que acontece menos de uma semana após um grupo de extremistas se tornar alvo de busca e apreensão.
Na Argentina, milhares foram às ruas no sábado contra a tentativa do governo de expropriar uma empresa privada - a Vicentín, de alimentos agropecuários - e a quarentena. O país tem hoje tem 1 mil mortes por covid-19, segundo a Universidade de Johns Hopkins.
O Brasil chegou a 50 mil mortes pela covid-19 neste final de semana, segundo o Ministério da Saúde. No entanto, o mercado doméstico tem sido mais influenciado pela pandemia no exterior, onde já há processo de reabertura econômica - mas calcado no temor de uma segunda onda de contágio.
Ontem, a Organização Mundial da Saúde (OMS) informou um recorde de número de novos casos diários de covid-19. Foram 183 mil, sendo 54.771 no Brasil e 36.617 nos EUA.
Neste domingo, a China relatou 25 novos casos de coronavírus, em um total de 2,3 milhões de pessoas testadas. O temor de um novo surto em Pequim levou ao fechamento do maior atacadista de alimentos local e dos turísticos túmulos Ming.
Na semana passada, a Apple anunciou que voltaria a fechar parte das lojas reabertas nos EUA por causa do aumento do número de casos da doença no país.
A medida influenciou o humor dos investidores na sexta-feira, que até então se mostravam otimistas com o a notícia de que a China vai acelerar a compra de bens agrícolas dos EUA, cumprindo os termos do acordo comercial firmado em janeiro pelos dois países. Os negócios estavam suspensos por causa da pandemia.
O dia terminou com queda nos EUA: Dow Jones registrou baixa de 0,71%, S&P 500 caiu -0,55% e Nasdaq recuou 0,28%. No Brasil, o Ibovespa subiu 0,46%, aos 96.572,10 pontos — salto de 4,07% na semana — e o dólar caiu 0,98% na sexta, a R$ 5,3180, mas avançou 5,46% em cinco dias.
O movimento em parte foi um reflexo da queda da Selic, que reduziu o diferencial de juros entre EUA e Brasil — a subtração entre as taxas brasileira e americana —, tornando as aplicações brasileiras menos atrativas em relação às americanas.
É dos EUA que nesta semana surgem dados que podem indicar novos impactos da crise: PMIs e pedidos de bens duráveis de junho, além da revisão do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre. Zona do euro também divulga PMIs.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
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