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Em relatório divulgado hoje (23), os analistas Daniel Federle, Felipe Cheng e Juan Pablo Alba disseram que o corte tem a ver com as estimativas mais baixas para o volume de compras (TPV) dentro do Linx Pay e com a taxa que é cobrada pelo uso do sistema de pagamentos, que é conhecida como MDR
Mesmo de olho no portfólio de produtos superior e que deve continuar a acelerar a geração de receita para a companhia, o banco Credit Suisse optou por cortar um pouco o preço-alvo dos papéis da Linx (LINX3) em 12 meses para R$ 42, anteriormente o valor era de R$ 43. Com isso, a instituição prevê uma alta de 12% para as ações da companhia em relação ao fechamento de ontem (22).
Em relatório divulgado hoje (23), os analistas Daniel Federle, Felipe Cheng e Juan Pablo Alba disseram que o corte tem a ver com as estimativas mais baixas para o volume de compras (TPV) dentro do Linx Pay e com a taxa que é cobrada pelo uso do sistema de pagamentos, que é conhecida como MDR.
As ações da companhia chegaram a cair mais de 3% durante a tarde de hoje, mas terminaram o pregão de hoje com leve queda de 0,29%, cotados em R$ 37,30. Em um ano, os papéis da Linx apresentam alta de apenas 24,84%.
Mesmo assim, os analistas permaneceram com a recomendação de compra para os papéis da companhia, especialmente por conta da alta expectativa com a Linx Core & Digital. Na prática, ela fornece sistemas de gestão empresarial integrada e tecnologia focada em análise de dados e gestão de pedidos.
Outro ponto citado pelos três especialistas como positivo é que os resultados da companhia devem melhorar, ainda que seja difícil quantificar as novas iniciativas, como a parte de conta digital.
Atentos aos novos projetos da companhia, os analistas ressaltaram que a Linx tem se esforçado bastante em desenvolver um ecossistema único de soluções integradas, que é complexo e difícil de replicar.
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Na prática, ele é capaz de combinar parcerias de carteiras digitais com marketplaces, o que faz com que a companhia esteja à frente dos seus competidores e consiga se beneficiar da mudança do varejo físico para o digital.
Na visão deles, as iniciativas da Linx Pay e as soluções OMS (focadas em oferecer uma compra que integra loja física, franquias e centros de distribuição), por exemplo, devem contribuir bastante para acelerar gradualmente os resultados orgânicos da companhia.
Já ao falar sobre perspectivas para este ano, os três afirmaram que um cenário econômico mais favorável, com maior abertura de lojas, aliado ao ganho de participação no mercado e maiores contribuições do Linx Pay e do OMS devem ajudar a impulsionar o crescimento das receitas neste ano.
E que isso tudo também deve impactar positivamente na margem Ebitda, que deve subir para 25,4%, o que representaria um aumento de 80 pontos percentuais na comparação entre o ano passado e este ano.
Mesmo assim, os analistas optaram por cortar as estimativas para o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em cerca de 8% e para o lucro líquido em aproximadamente 39%. Segundo eles, o Ebitda deve terminar 2020 em R$ 229 milhões e o lucro líquido deve finalizar este ano em R$ 100 milhões.
Na avaliação deles, o Linx Pay permanece como um dos maiores riscos de alta e também de perda para a companhia. Já as ofertas bancárias oferecidas pela Linx são vistas por eles como uma oportunidade de expansão para o valor das ações, apesar de que será preciso mais tempo para que elas se tornem relevantes.
Outro ponto ressaltado pelos especialistas é que um cenário mais negativo para a abertura de lojas também poderia representar um possível risco de queda para os papéis.
De olho na empresa, hoje as ações da Linx possuem oito recomendações de compra, três recomendações de manutenção e uma de venda. As informações têm como base as sugestões de analistas compiladas pela Bloomberg.
Além de investir em tecnologia e novas soluções para seus clientes, a companhia vem fechando uma série de parcerias com carteiras digitais.
Nos últimos meses, a Linx anunciou acordos com a startup colombiana Rappi, Mercado Pago, AME (fintech e plataforma de negócios mobile de Lojas Americanas e B2W), Elo e Conductor, que oferece soluções para meios de pagamento.
Todos eles com foco em melhorar a parte de pagamentos da companhia e integrar o marketplace da Linx com a plataforma dos parceiros.
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