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Avaliada em cerca de R$ 1 bilhão, a venda da Mineração Usiminas (Musa) é uma das prioridades da companhia mineira para reduzir seu pesado endividamento, de R$ 5,9 bilhões
As negociações para a venda do negócio de mineração da siderúrgica Usiminas travaram, apurou o 'Estado' com fontes a par do assunto. As conversas foram interrompidas na semana passada, poucos dias após o rompimento da barragem Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), que pertence à Vale.
Avaliada em cerca de R$ 1 bilhão, a venda da Mineração Usiminas (Musa) é uma das prioridades da companhia mineira para reduzir seu pesado endividamento, de R$ 5,9 bilhões. No ano passado, o grupo contratou o BTG Pactual para vender os 70% da participação que detém na Musa. Os outros 30% pertencem ao conglomerado japonês Sumitomo.
Entre os potenciais interessados no ativo estão a ArcelorMittal e a Ferrous, que foi comprada pela Vale no fim do ano passado. O banco estava na fase de recebimento das propostas. A expectativa era concluir as negociações até julho. O grupo Sumitomo, que adquiriu sua participação na Musa em 2010, tem o direito de preferência pela compra do ativo, mas não manifestou interesse pelo negócio.
Fontes ouvidas pelo jornal 'O Estado de S. Paulo' acreditam que a venda de ativos de mineração em Minas Gerais deverá ser interrompida por tempo indeterminado por causa da insegurança jurídica criada após o episódio de Brumadinho. "O setor agora está em xeque. Investidores querem entender os riscos para fechar negócio", afirma Pedro Galdi, analista da gestora Mirae Asset.
Localizada em Serra Azul, na região conhecida como Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais, a Musa está próxima aos negócios da ArcelorMittal e da Ferrous. Adquirida pela Usiminas no início dos anos 2000, a empresa tem capacidade de produção estimada em 12 milhões de toneladas de minério de ferro.
Embora o volume de produção seja considerado pequeno - a capacidade da Vale é de cerca de 400 milhões de toneladas anuais -, a produção da Musa é tida como estratégica para alimentar o consumo de matéria-prima das indústrias siderúrgicas de Minas Gerais.
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O BTG Pactual também tinha o mandato, até o ano passado, para a venda da mina Pau Branco, que pertence à francesa Vallourec. O ativo, avaliado à época em cerca de US$ 500 milhões, chegou a ser estudado pela ArcelorMittal e Vale, mas o grupo francês decidiu suspender o processo de venda.
Tanto a mina da Vallourec quanto a da Musa são consideradas mais seguras do que a da Vale, em Brumadinho. No caso da Musa, a barragem de rejeitos da mineração é construída no modelo conhecido como alteamento à jusante (em que o dique é separado por argila compactada), enquanto a extração da Vallourec é a seco.
O movimento de verticalização das empresas siderúrgicas - que passaram a ser donas de minas para baratear a produção de aço - começou a se intensificar nos anos 2000. Mas, desde 2015, com o excesso de oferta de minério, as siderúrgicas do País começaram a se desfazer de ativos para reforçar o caixa.
A CSN não descartava até pouco tempo atrás a entrada de um sócio na CSN Mineração, dona da mina Casa de Pedra, em Minas Gerais. No entanto, o rearranjo acertado com o grupo de siderúrgicas asiáticas sócio da mineradora esfriou a necessidade de buscar um novo investidor para o negócio, segundo fontes próximas à empresa.
Procurada, a Usiminas informou que "o processo de avaliação estratégica do ativo com o BTG Pactual segue em andamento e que não há, neste momento, fatos novos relativos às negociações". Arcelor Mittal, Vale e Vallourec não comentaram. A Sumitomo não retornou os pedidos de entrevistas
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