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2019-04-05T10:40:33-03:00
Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
Negócio de gigante

Uber compra Careem, sua rival no Oriente Médio, por US$ 3,1 bilhões

Negócio vai permitir que a Uber amplie sua influência na grande região que vai do Marrocos ao Paquistão

26 de março de 2019
14:44 - atualizado às 10:40
Careem
Careem - Imagem: Shutterstock

Em uma jogada bilionária, a Uber anunciou nesta terça-feira, 26, um acordo para comprar a sua rival Careem, que atua no Oriente Médio. Segundo comunicado da companhia, o negócio foi fechado em US$ 3,1 bilhões, sendo US$ 1,7 bilhão em notas conversíveis e US$ 1,4 bilhão em dinheiro.  A expectativa da Uber é de encerrar toda a transação até o primeiro trimestre de 2020.

Com sede em Dubai, a Careem tornou-se uma startup de grande sucesso no Oriente Médio. O serviço ganhou fama por permitir pagamentos de corridas em dinheiro ou cartão de crédito.

Depois de consolidada a compra, a Uber terá o controle de todos os negócios de mobilidade, entrega e pagamentos da Careem em um território que inclui desde o Marrocos até o Paquistão. Com isso, a empresa deve ampliar a sua influência em mercados importantes como Egito, Jordânia, Paquistão, Arábia Saudita e Emirados Árabes.

Apenas uma subsidiária

Esse será o destino da Careem diante da sua nova dona. A ideia, portanto, será manter as duas marcas atuantes na região.

O co-fundador e CEO da Careem, Mudassir Sheikha, liderará o novo negócio e estará submetido diretamente a uma diretoria composta de três representantes da Uber e dois representantes da Careem.

Em comunicado oficial, Sheikha afirmou que “unir forças com a Uber ajudará a acelerar o propósito da Careem de simplificar e melhorar a vida das pessoas e a construir uma organização incrível que inspira".

Vale lembrar que a aquisição da Careem ainda está sujeita à aprovação dos órgãos de regulamentação, incluindo as entidades antitruste de todos os países em que a empresa mantém operações.

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