🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Fernando Pivetti

Fernando Pivetti

Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.

Por dentro do negócio

É bolha ou é bala? Os motivos que fizeram as ações da Taurus viverem um ‘boom’ na bolsa

Ela chamou (e muito) a atenção do mercado com a eleição de Jair Bolsonaro. Para entender melhor esse fenômeno, fui até a fábrica da Taurus no Rio Grande do Sul e conheci o passo a passo da produção de armas

Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
12 de março de 2019
5:46 - atualizado às 18:44
Taurus Armas, na cidade de São Leopoldo/RS - Imagem: Felipe Nogs/Agência Preview

Lembro como se fosse hoje a primeira vez que vi o filme "RED: aposentados e perigosos". Eu tinha pouco mais de 17 anos e fui ao cinema com um amigo que adora filmes de ação. De fato, a atuação dos seis veteranos do cinema como protagonistas do filme era muito boa, mas o que mais me impressionou foi a quantidade (e variedade) de armas que os personagens tinham disponíveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse foi o filme que me veio à cabeça quando visitei a fábrica da Taurus Armas, em São Leopoldo (RS). Logo na entrada, o forte esquema de revista não deixavam dúvidas de que aquela não era uma indústria comum.

Visita a fábrica de armas da Taurus Armas, na cidade de São Leopoldo/RS - Imagem: Felipe Nogs/Agência Preview

As diversas bandeiras do Brasil espalhadas pela planta só não chamaram mais a minha atenção do que a linha de montagem das armas em si. Deixando o produto de lado, a linha poderia facilmente ser confundida com qualquer outra fábrica: homens lado a lado, montando e testando cada parte do produto, no clássico estilo "Toyota" de produção. Mas bastava um olhar mais atento para captar vários testes de gatilho sendo feitos ao mesmo tempo.

A área de testes impressiona. Por lá, as armas passam por vários procedimentos de estresse, de areias ultrafinas a super-congeladores. Me surpreendi com a tranquilidade que o guia manuseava cada uma das armas, como se fosse a última novidade em aparelhos celulares e não um instrumento capaz de matar. Ao longo da visita, diversas vezes me peguei instintivamente ativando a autodefesa ao desviar da mira das pistolas Taurus durante as explicações sobre o funcionamento de cada produto.

Arma da Taurus durante teste com areia fina - Imagem: Felipe Nogs/Agência Preview

Não são apenas os detalhes que impressionam, os números também. Por dia, são 4 mil armas fabricadas em São Leopoldo, a maioria delas (cerca de 70%) com um destino certo: os Estados Unidos. Conheça mais sobre a Taurus no vídeo abaixo:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia Também

A tal da 'bolha'

A ideia de conhecer a Taurus surgiu durante uma das reuniões de pauta do Seu Dinheiro. As ações da empresa bombaram na bolsa durante as eleições presidenciais do ano passado, mais especificamente quando a vitória de Jair Bolsonaro parecia algo praticamente consolidado. E motivos não faltavam para isso: o então candidato do PSL ao Planalto foi defensor ferrenho da flexibilização do porte de armas para o brasileiro.

As ações da empresa saltaram da faixa dos R$ 2 no meio de setembro de 2018 para pouco mais de R$ 16 em meados de outubro. Uma invejável valorização de 700%.

Naquela mesma época, entretanto, muita gente no mercado entortou o nariz para os papéis da Taurus, classificando o tal salto como uma boa e velha “bolha”. De fato, boa parte dos ganhos das ações se foi após a assinatura do decreto de Bolsonaro sobre o porte de armas, que mostrou a realidade política do tema: o presidente, sozinho, não é capaz de grandes mudanças na legislação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, o preço dos papéis da Taurus se manteve na faixa dos R$ 4 a R$ 5, muito longe da média de R$ 1,70 que a empresa sustentou nos últimos três anos.

Aí fica a dúvida: se o assunto Taurus era efetivamente uma bolha, como a empresa conseguiu sustentar parte desses ganhos?

Foi exatamente para responder a essa pergunta que visitei São Leopoldo. Por lá, além de visitar o complexo industrial da Taurus, tive a oportunidade de entrevistar com exclusividade o presidente, Salesio Nuhs. A conversa completa, inclusive, você pode conferir nesta matéria. Veja o que de concreto está acontecendo na Taurus antes de decidir embarcar nas ações.

Desfazendo o mito

Voltando aos negócios da empresa, quero desmistificar a ideia de que qualquer movimento nas ações da Taurus foi unicamente influenciado pelas questões envolvendo Bolsonaro. Como todo papel da bolsa, existem diversos fatores capazes de guiar os caminhos que o ativo vai seguir, e minha missão aqui é te mostrar todos eles.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A primeira coisa que quero falar é sobre o mercado consumidor da Taurus. Cerca de 85% do faturamento da companhia vem do mercado externo e apenas 15% vem do Brasil. Com isso, verifica-se que qualquer notícia sobre a política nacional impactaria em um percentual dos negócios muito mais baixo do que alguns imaginam.

Conversei com alguns analistas de mercado que acompanham de perto o setor de armas na bolsa. Segundo eles, uma coisa importante é lembrar que o próprio Bolsonaro foi crítico da Taurus nos últimos anos. Para o agora presidente, a companhia desempenha um monopólio no mercado brasileiro e o setor deveria ser aberto ao capital estrangeiro.

Mas, nesse tema da concorrência, o Salesio Nuhs rebate afirmando que existem diversas empresas de armas que atuam no país. Além disso, segundo ele, uma vez tendo o mercado exterior como grande motor de negócios e concorrendo com as empresas lá de fora, a Taurus pouco seria impactada pela abertura maior às empresas gringas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um passado para esquecer

Fugindo do fator Bolsonaro, há questões mais interessantes sobre a Taurus capazes de influenciar no valor da ação. Não sei se você sabe, mas a Taurus passou por maus bocados nos últimos dez anos e beirou a recuperação judicial. Foram vários trimestres de resultados negativos e que fizeram o endividamento da companhia subirem balanço após balanço.

Mas daí você me pergunta: “Fernando, a empresa não fez nada para reverter tal situação?”. Fez sim. Existe um plano de recuperação em curso desde o início da década, mas sua execução travou em diversos momentos, o que deixou a companhia cada vez mais frágil.

Foi somente a partir de 2015 que as coisas de fato começaram a mudar. A primeira "virada" veio com a unificação das unidades de produção: até então, a Taurus tinha três fábricas no Brasil, sendo uma em Porto Alegre e duas em São Leopoldo. Após as mudanças, duas delas foram desativadas, ficando apenas a maior, em São Leopoldo.

A unificação da fábrica reduziu custos, mas não acabou com os problemas da Taurus, conta Salesio. A companhia teve de transformar seus métodos de produção, abandonando muitos sistemas considerados “artesanais” na produção de armas. Ficou mais eficiente e melhorou a qualidade das armas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A reestruturação também envolveu mudanças nos processos financeiros, comerciais e de marketing da Taurus. A diretoria reduziu em 18% o número de funcionários, em grande parte devido ao emprego de tecnologias dentro da linha de produção, contam os analistas que acompanham a fabricante.

A lição de casa - ou "tema", como dizem os gaúchos - continuou na esfera comercial e na linha de produção. O prazo entre o pedido do cliente e a entrega caiu de uma média de 30 dias para apenas 3. Um ganho de eficiência que faz diferença para o acionista.

Marketing é tudo

Vale lembrar ainda que, no passado, a Taurus sofreu com uma série de problemas de qualidade de suas armas, fator que manchou a imagem da companhia no Brasil e no exterior. Foi pensando nisso que a diretoria da empresa decidiu investir em um marketing pesado, sobretudo nos EUA, para vender a “nova Taurus”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O principal caminho foi a participação em feiras de exposição de armas nas terras americanas para colocar os produtos em contato direto com o consumidor final. Isso foi importante porque nos EUA a maioria das armas são comercializadas no varejo e em contratos com a fabricante.

Para atrair novos clientes, a Taurus também reduziu o preço das suas armas, que chegam a custar 40% menos do que as concorrentes na mesma linha. O resultado disso: enquanto as vendas de armas nos Estados Unidos como um todo subiram 6% entre 2014 e 2017, a Taurus vendeu 71% mais no período.

Os frutos dessas iniciativas também podem ser vistos nos últimos balanços divulgados pela empresa. O resultado do 3º trimestre de 2018, por exemplo, mostra que a geração de caixa da Taurus, medida pelo Ebitda, passou de R$ 27,4 milhões negativos nos nove primeiros meses de 2017 para saldo positivo de R$ 97,1 milhões no mesmo período.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tirando a corda do pescoço

Como dizem alguns operadores do mercado, caixa maior não é garantia de dívida paga. A reestruturação em diversos setores da Taurus não foi suficiente para reverter o quadro de endividamento, que ao longo de 2018 continuou sua trajetória de alta.

No 3º trimestre de 2018, a dívida líquida da companhia cresceu 10,1% em relação ao 2º trimestre e acumulava alta de 22,8% na comparação com o encerramento do ano anterior. Traduzidos em números, são R$ 887,5 milhões que a empresa tinha a pagar. E parte significativa dela estava com vencimentos de curto prazo.

Dentro desse xadrez financeiro, a Taurus promoveu um processo de reestruturação de dívida ao longo do ano passado, que incluiu a extensão dos prazos de vencimento das dívidas com os credores. Nesse caso, o total estendido somava US$ 161,8 milhões, com novo prazo de pagamento de cinco anos.

Os resultados foram notáveis no balanço. Para se ter uma ideia, em junho de 2018 a Taurus sustentava uma dívida de curto prazo de R$ 675,4 milhões e uma dívida de longo prazo de R$ 139,6 milhões. Já em setembro, a dívida de curto prazo caiu para R$ 166,5 milhões e a de longo prazo subiu para R$ 735,4 milhões o que, na prática, significa fôlego extra para conseguir liquidar o saldo devedor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De acordo com o presidente, essas mudanças possibilitaram uma redução de 50% da taxa de juros dos empréstimos, reduzindo em mais de R$ 120 milhões os encargos sobre o endividamento durante o período de cinco anos.

Enquanto a dívida rola, o plano da Taurus foi utilizar o “método Marie Kondo” de arrumação de casas. Em seu livro, a escritora japonesa diz que as pessoas devem se desfazer de tudo aquilo que não lhes traz mais alegria. Traduzindo para o mundo dos negócios, a Taurus busca agora se desfazer de tudo aquilo que não lhe traz lucro.

Na conversa que tive com o Salesio, ele me contou que pretende vender alguns ativos da Taurus em breve. O primeiro deles é o terreno da antiga fábrica de Porto Alegre, e o segundo é a própria fábrica de capacetes e motocicletas que o grupo mantém em Curitiba (PR). Ele espera arrecadar R$ 150 milhões com os dois negócios.

Salesio Nuhs, CEO da Taurus Armas, na cidade de São Leopoldo/RS - Imagem: Felipe Nogs/ Agência Preview

O tal aumento de capital

Em outubro de 2018, às vésperas das eleições e no auge da euforia com as ações da empresa, a Taurus causou polêmica no mercado ao anunciar um aumento de capital por subscrição de ações. Para os analistas que acompanham os papéis da companhia na bolsa, essa foi a principal “tacada” da empresa no sentido de melhorar sua saúde financeira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A capitalização tem potencial de render até R$ 400 milhões aos cofres da empresa por meio de uma emissão de bônus de subscrição de ações preferenciais. De acordo com Salesio, até a marca de R$ 300 milhões, tudo o que for conquistado no plano irá diretamente para o pagamento de dívida.

Os bônus foram emitidos em quatro séries - custando de R$ 0,10 a R$ 0,20 centavos cada - e deram direito aos acionistas de comprarem ações da fabricante de armas por um valor entre R$ 4 e R$ 7 cada até outubro de 2020.

No fechamento desta segunda-feira, 11, as ações da Taurus eram negociadas a R$ 4,23. Para os acionistas, portanto, exercer os bônus agora acaba não sendo a melhor alternativa, já que renderiam muito pouco. Vale lembrar que os papéis já chegaram a bater em R$ 16 nas máximas.

Agora, por tudo que pude ver na fábrica da Taurus, devo dizer que, em termos de negócios, a empresa está conseguindo se reerguer. Se você pensa em comprar ações da Taurus, mais do que prestar atenção no burburinho político, vale acompanhar o andamento do plano de recuperação da empresa. O balanço do quarto trimestre sai no fim deste mês. Fica a dica!

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

COMO SE DESTACAR

As habilidades que vão colocar profissionais em destaque no mercado de trabalho em 2026, segundo rede social de networking profissional

25 de fevereiro de 2026 - 10:21

Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas

REDUÇÃO DAS TAXAS

Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

25 de fevereiro de 2026 - 9:54

Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

O QUE ESTÁ NA MESA DA XERIFE

CVM tem 6 investigações em andamento sobre Master, Reag e outras entidades

25 de fevereiro de 2026 - 9:31

Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3620 tem 15 vencedores, mas só um deles fica milionário com o prêmio; Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões

25 de fevereiro de 2026 - 6:49

Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil

BULA MENTIROSA?

Remédio que combate o colesterol ‘ruim’ tem menos efeitos colaterais do que se imaginava

24 de fevereiro de 2026 - 11:25

Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão

PREPARE O BOLSO

Listagem sugere GTA 6 com preço mais alto do esperado no Brasil; saiba o valor

24 de fevereiro de 2026 - 11:17

Expectativa com o lançamento do GTA 6 reacende debate sobre reprecificação no mercado de games; produtora ainda não divulgou o preço oficial.

MAPA DA REMUNERAÇÃO

Salários no Brasil variam até 60% de um Estado para outro; veja onde se ganha mais – e menos

24 de fevereiro de 2026 - 9:47

Confira como os rendimentos variam entre os estados e onde estão as melhores e piores remunerações do país

ATENÇÕES DIVIDIDAS

Lotofácil 3619 tem 5 ganhadores e Quina 6959 sai para vencedor único, mas ninguém fica milionário; Mega-Sena pode pagar R$ 116 milhões hoje

24 de fevereiro de 2026 - 7:19

Lotofácil não foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira, mas foi a que deixou os sortudos mais próximos da marca de R$ 1 milhão.

INVESTIDOR CAUTELOSO

Renda fixa domina e ações seguem pressionadas: o equilíbrio entre risco e retorno, segundo a Moody’s

23 de fevereiro de 2026 - 19:58

Ranking avalia desempenho ajustado ao risco em três anos e mostra preferência crescente do investidor por estratégias mais previsíveis

DE OLHO NA ESTABILIDADE

Concurso em São Paulo abre inscrições com salários de até R$ 10,2 mil; veja vagas

23 de fevereiro de 2026 - 15:35

Certame oferece oportunidades para níveis fundamental, médio e superior; provas estão previstas para abril

SÁMI DE INARI

Ela esteve próxima de se transformar em língua morta, mas foi salva da extinção por um grupo de crianças

23 de fevereiro de 2026 - 15:29

Crianças da Lapônia, região situada no Círculo Polar Ártico, salvam a língua sámi de Inari da extinção

BOLADA DE R$ 116 MILHÕES

O que fazer com R$ 116 milhões? Veja quanto rende o prêmio da Mega-Sena com a Selic a 15%

23 de fevereiro de 2026 - 14:06

Bolada da Mega-Sena que será sorteada nesta terça-feira (24) teria potencial de gerar ganhos milionários mesmo em investimentos conservadores

‘VARÍOLA DOS MACACOS’

Mpox: Doença tem 55 casos confirmados no Brasil; nova variante é detectada no Reino Unido e na Índia; veja sintomas e tratamento

23 de fevereiro de 2026 - 13:21

Mpox registrou 1.056 casos confirmados e dois óbitos relacionados à doença no Brasil em 2025

LOTERIAS

Com R$ 116 milhões em jogo, Mega-Sena promete maior prêmio da semana, mas Lotofácil acumulada rouba a cena hoje

23 de fevereiro de 2026 - 7:03

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Lotomania e a Lotofácil são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (23); confira os valores.

VIAJOU NO ESPAÇO?

Centros de dados para IA no espaço? Ideia de Elon Musk é “ridícula”, diz CEO da OpenAI, dona do ChatGPT

22 de fevereiro de 2026 - 15:50

Elon Musk, homem mais rico do mundo e dono da SpaceX e Tesla, afirma que quer construir os centros no espaço, com uso de energia solar

DEPOIS DO TARIFAÇO

“Com alíquota igual para todos nos EUA, Brasil não perde competitividade”, e ainda tem vantagens, diz Alckmin — veja onde indústria brasileira pode ganhar agora

22 de fevereiro de 2026 - 13:12

A competitividade dos produtos brasileiros vai aumentar, na visão do vice-presidente. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem”, disse

MERCADO DE TRABALHO

Até os empregos mais qualificados podem acabar até 2030 — e o melhor que você pode fazer por si é evitá-los (ou procurar outra coisa)

22 de fevereiro de 2026 - 11:47

Relatório do Fórum Econômico Mundial aponta que até 22% dos empregos atuais serão impactados até 2030, com profissões qualificadas também na linha de corte

GUERRA COMERCIAL

Governo brasileiro vai insistir no diálogo com os EUA após Trump anunciar tarifa de 15%: “Não queremos nova Guerra Fria”, diz Lula

22 de fevereiro de 2026 - 10:40

“Sei que os EUA têm alguma inquietação, que na verdade é com a China. Mas não queremos outra Guerra Fria”, declarou Lula, em viagem à Índia

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar