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Relatório do Mercado Focus, divulgado na manhã de hoje, 22, indica que a expansão será de 1,71%. Na semana passada, o crescimento indicado estava em 1,95%.

Há um mês o mercado esperava um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,00% para 2019. Os mesmos economistas, que têm suas projeções divulgadas semanalmente no boletim Focus, do Banco Central, indicam, no relatório de hoje, que estão esperando um avanço de módicos 1,71% no PIB nacional.
Na semana passada, o crescimento indicado estava em 1,95%. Os números pra 2020 hoje estão em 2,50%, ante 2,58%. Quatro semanas atrás estava em 2,78%.
O relatório mostra que a mediana para o IPCA este ano recuou de alta de 4,06% para 4,01%. Na semana passada, a estimativa havia subido de 3,90% para 4,06%. Já há um mês, estava em 3,89%.
A projeção para o índice em 2020 seguiu em 4,00%. Estava no mesmo nível há um mês.
Em relação ao IPCA em 2021, segue em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa também permanece em 3,75%. Há quatro semanas, essas projeções eram de 3,75% para ambos os casos.
Os economistas do mercado financeiro ainda mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica de juros) para 2019 em 6,50%. Há um mês estava no mesmo patamar. Para o fim de 2020, segue em 7,50% ao ano — igual quatro semanas atrás.
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No mês passado, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção da Selic em 6,50% ao ano. Foi a oitava vez consecutiva que a taxa básica de juros ficou nesse patamar.
O Banco Central também indicou que o risco de uma inflação mais baixa, por conta da ociosidade da economia, tem o mesmo peso do risco de uma inflação mais alta, por conta do andamento das reformas e do cenário externo.
O relatório divulgado hoje mostra alteração no cenário para a moeda norte-americana neste ano e em 2020. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano passou de R$ 3,70 para 3,75, ante R$ 3,70 de um mês atrás.
Para 2020, a projeção para o câmbio no fim de ano foi de R$ 3,78 para R$3,80, ante R$3,75 de quatro pesquisas atrás.
* Com Estadão Conteúdo
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