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O mercado financeiro tem todo um linguajar próprio, com uma penca de termos em inglês. Alguns deles já foram “tropicalizados”, por assim dizer, e fazem parte do dia a dia de quem acompanha as negociações.
É o caso do IPO, que é a sigla para oferta pública inicial (ou initial public offering), como é chamada a abertura do capital de uma empresa na bolsa. Importamos inclusive a pronúncia estrangeira “Ai Pi Ou” ao nos referirmos a esse processo.
Quando vou a eventos com a presença de profissionais do mercado, é comum também ouvir termos em inglês vertidos para a nossa língua, criando novos verbos, adjetivos e substantivos.
Longe de mim ser um purista da língua, mas confesso que fiquei com calafrios ao ouvir certa vez um alto executivo de um banco falar em “writetoffar” um crédito em atraso do balanço.
A tal expressão foi derivada do original “write-off”, mas ele poderia simplesmente dizer que o banco daria baixa no tal empréstimo depois de levar um calote.
Felizmente, alguns termos do mercado encontram bons equivalentes em português. É o caso dos momentos em que os investidores estão com apetite para comprar ações de novas empresas, que chamamos de “janelas de oportunidade”.
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O ano começou promissor para as companhias que estão em busca de recursos para crescer e planejavam lançar suas ações na bolsa. Mas essa janela se fechou, ou pelo menos ficou mais estreita, com as indefinições políticas deste começo de governo.
A boa notícia é que as empresas não ficaram paradas esperando a janela se abrir novamente. Os bancos que coordenam os IPOs (ou “Ai Pi Ous”) já têm R$ 40 bilhões em ofertas de ações contratadas, ou seja, que estão na porta da bolsa. E esse número poderia ser ainda maior, como eu conto para você nesta matéria.
A bolsa passou a semana tentando recolher os cacos do tsunami da semana passada, e no fim das contas acabou conseguindo. Apesar da leve queda hoje, o balanço final desde segunda-feira foi de uma alta acumulada de 4%. O dólar também deu um respiro e voltou a ficar mais próximo do patamar de R$ 4,00, depois de ter passado dos R$ 4,10 nos piores momentos. O que aconteceu? Melhor deixar para o Victor Aguiar contar para você como foi a semana dos investidores na bolsa.
A Marina Gazzoni trouxe para você de manhã notícias sobre uma possível saída de Paulo Guedes do Ministério da Economia caso a reforma da Previdência ficasse aquém do esperado. Mas será que de fato o posto Ipiranga teria partido para o tudo ou nada? Essa foi a pergunta que o Edu Campos fez logo que soube das informações. Ele resolveu ir conversar com pessoas próximas ao ministro e descobriu que a situação não é bem assim.
Vanessa da Mata ou Beatles? O embate sobre qual referência usar na nota que contaria sobre o fim da Avianca surgiu com o Fernando Pivetti, que escreve a newsletter comigo todas as noites. Mas no fim tive de reconhecer que a música da cantora brasileira expressa melhor o momento da empresa aérea. Afinal, “é só isso, não tem mais jeito, acabou...” Em um golpe fatal, a Anac decidiu suspender todos os voos da aérea a partir de hoje. Saiba todos os detalhes sobre essa decisão e o que os passageiros da companhia com viagem marcada devem fazer.
Quem poderá retirar a economia brasileira do brejo? Para Salim Mattar com certeza é o capital privado. Em mais uma de suas aparições públicas, o homem das privatizações de Bolsonaro comparou nosso país com uma locomotiva imensa, mas que está inteiramente atolada pela paralisia estatal estimulada pelos governos passados. Eu acompanhei o evento com o secretário aqui em São Paulo e conto mais sobre a expectativa para o plano de privatizações que pode recolocar a locomotiva nos trilhos.
Megaespeculador sem escrúpulos ou lenda dos mercados? O nome do magnata George Soros sempre esteve envolto em polêmica. Depois de passar boa parte da vida criticado por grupos de esquerda avessos ao capitalismo, ele também se indispôs com a extrema-direita quando decidiu bancar projetos de defesa dos direitos humanos. Mas Soros também ficou famoso por suas previsões econômicas, e nesta semana acabou soltando algumas novas expectativas para o futuro. Saiba todas elas neste link.
Mais uma semana de investimentos se vai, e o melhor momento para comentar tudo o que rolou de mais importante no mercado é, claro, no happy hour do Seu Dinheiro. A Marina Gazzoni, o Edu Campos e eu para participar da mais nova edição do Podcast Touros e Ursos, e no bate-papo de hoje tem “NaturaAvon”, a briga pela Netshoes e a semana em Brasília depois do tsunami. Te convido para participar desse encontro. Aperta o play!
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