🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

LUTO

Morre Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo

Ele estava internado desde o dia 19 no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O líder tucano tivera uma hemorragia durante uma operação no crânio

Estadão Conteúdo
1 de setembro de 2019
16:50
Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo
Alberto Goldman, ex-governador de São Paulo - Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Morreu neste domingo, 01, o ex-governador de São Paulo e deputado federal Alberto Goldman. Ele estava internado desde o dia 19 no hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O líder tucano tivera uma hemorragia durante uma operação no crânio. Ex-comunista, Goldman aderiu á social-democracia e se tornou um de seus maiores nomes no País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nascido em 12 de outubro de 1937, em São Paulo, filho de Dora, uma dona de casa, e de um alfaiate polonês, Wolf Goldman. Seu avô paterno tinha uma pequena loja de tecidos em uma cidade da região de Lublin, no interior da Polônia - recentemente, ele viajara ao país e tentara encontrar os antigos jazigos da famílias, mas o cemitério havia sido destruído e nada sobrara da memória dos Goldman no lugar. Nem uma lápide. "Impressionante. Os nazistas levaram os vivos e os mortos também."

Nascido em 12 de outubro de 1937, Goldman era engenheiro formado pela Escola Politécnica, foi deputado estadual por dois mandatos (1971-1978), deputado federal por seis mandatos (1979-1986 e 1991-2006), Ministro dos Transportes (Governo Itamar Franco), secretário de Estado, vice-governador e governador de São Paulo.

Alberto Goldman deixa esposa, cinco filhos e quatro netos.

No Brasil, seu pai começou a trabalhar como alfaiate e, depois, com o irmão montou uma confecção de roupas masculina. Moravam no Bom Retiro, no centro de São Paulo, bairro que então concentrava a população judaica de São Paulo. Alberto Goldman cursou a Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo, onde se formou engenheiro civil. Ali começou a militância política. "No primeiro ano da Poli me filiei ao partido. A base era grande." Era 1955.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O partido era o Partido Comunista Brasileiro, o PCB. "Minha mãe havia sido militante do partido comunista na Polônia. E meu pai não era propriamente militante, mas era próximo." O menino conviveu com discussões em casa, durante a guerra, sobre os acontecimentos no mundo. "Fui me aproximando dessa posição."

Leia Também

Participou do movimento estudantil. Quando deixou a faculdade não se vinculou a nenhuma outra base do partido, mas permaneceu ligado ao grupo da comunidade judaica do Bom Retiro ao lado de militantes como Max Altman e Jacob Wolfenson. "Era um pessoal muito bem formado." Trabalhava então em uma empresa de engenharia que ele abriu depois de sair da faculdade.

Ligou-se aos Comitês Municipal e estadual do partido, uma militância clandestina. "Participava das reuniões e discussões." Tinha já três filhos quando, em 1969, após o Ato Institucional-5 (AI-5) , foi procurado em seu escritório de engenharia pelo dirigentes do partido Moacir Longo e Hércules Correa dos Reis, ambos cassados pelo regime. "Em nome do comitê estadual, eles me comunicaram que o partido queria que eu fosse candidato a deputado estadual." Os militares haviam acabado de cassar em 1968 o deputado estadual Fernando Perrone (MDB), que era o homem do partido na Assembleia Legislativa.

"Resisti durante meses. Não queria entrar nisso. Era um loucura, pois era a pior época para isso (entrar na política)." Quando decidiu ser candidato, teve de enfrentar a oposição do pai. "Meu pai fazia campanha contra mim, achando que eu havia enlouquecido. E acho que ele tinha razão", lembrava décadas depois. Era o começo de uma carreira que não teria mais fim. "Tento, tento e não consigo deixar a política", dizia o ex-governador.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Goldman só aceitou se candidatar porque acreditava que não seria eleito. "Mais do que isso. Eu não acreditava que seria registrado no tribunal eleitoral." Quando o desembargador Adriano Marrey recebeu o processo para decidir pelo registro da candidatura, disse: "Tem aqui uma série de informações do Dops, mas para mim informações do Dops não valem nada."

Depois do registro da candidatura, o engenheiro teve de enfrentar a campanha. Goldman lembrava que então a repressão contra o partido não era forte. Mesmo assim, durante a campanha, teve os passos vigiados pela polícia política. "Onde eu ia eles me acompanhavam." Fazia comícios na porta de fábricas, com um caixote e um megafone para discursar contra o governo. Usava um Fusca para se deslocar. Elegeu-se em 1970 pelo MDB com o apoio do partido. Recebeu 17.226 votos.

"Fui eleito pelo trabalho do partido. O partido tinha bases em vários lugares, como entre os ferroviários, na Lapa, na zona norte e na Vila Formosa. E no estado, na área da Sorocabana e em Santos. E nas associações de amigos de bairro e em sindicatos, como o dos metalúrgicos e da construção civil." Foi o oitavo mais votado em sua legenda, o MDB.

Depois de eleito, passou a manter encontros com integrantes do Comitê Central em casa e em restaurantes. Os contatos eram esparsos. "Comecei a fazer os discursos que tinha de fazer e meus colegas achavam que eu ia ser cassado." Com o tempo a repressão se abateu sobre a estrutura do partido, que buscava uma política de frente democrática contra a ditadura militar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após as primeiras prisões em 1972, Goldman pensou que seria logo preso. Aproveitou um convite do Departamento de Estado americano para acompanhar as eleições presidenciais entre o republicano Richard Nixon e o democrata George McGovern para ficar 20 dias fora do país. "Quando voltei estava mais calmo." Era o início da ação da repressão contra o partido. "Por algum fator que não sei explicar, nunca fui cassado".

Atravessou a década de 1970 com certeza que continua sob vigilância. Foi avisado por Ivahir Rodrigues Garcia, delegado de polícia e deputado estadual, que tinha os passos controlados. "Sou teu colega aqui. Você tem duas funcionárias aqui, uma delas é agente do Dops.", disse o delegado. Goldman nunca manteve nada arquivado, Mantinha nomes e endereços na memória. "Sabia que era vigiado e que a qualquer momento podia ser apanhado."

Em 1974, é reeleito deputado estadual com 75 mil votos. Tornara-se o segundo mais votado do estado em meio avalanche de votos dada ao MDB. "Fazia palestras em universidades. Passei a ser uma referência de oposição ao regime. Sempre procurei fazer meus discurso, muito duros, mas nunca ultrapassando uma linha e evitando as agressões pessoais."

Tornou-se líder da bancada do MDB, que tinha então dois terços da Assembleia Legislativa paulista. "Eu podia aprovar o que quisesse e derrubar o que quisesse." Conviveu com o governador Paulo Egídio Martins (Arena), que lhe mandava os projetos antes, iniciando uma relação que se transformaria em amizade pessoal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 1975, após a prisão e morte do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do Destacamento de Operações de Informações (DOI), do 2.º Exército, o governador Paulo Egídio chamou a bancada do MDB ao palácio dos Bandeirantes para um encontro com o presidente Ernesto Geisel. Disse então para o Geisel: "Presidente, estão matando gente em São Paulo." Geisel ouviu o relato de Goldman, com a bancada do MDB em torno dos dois. "Eu sei", disse.

Meses depois, após mais uma morte no DOI - a do operário Manoel Fiel Filho - o presidente removeria do comando do 2.º Exército o general Ednardo D'Ávila Mello. Para acalmar a linha dura, cassaria dois deputados comunistas - Nelson Fabiano e Marcelo Gatto.

"Na hora que sabia de uma informação de uma prisão, ia para os jornais denunciar. Era a forma de anunciara que a pessoa havia sido presa para preservar a vida dele." Foi assim com o dirigente comunista Marco Antônio Tavares Coelho, preso no Rio e trazido para São Paulo. "Isso preservava a vida das pessoas."

Em 1977, propôs a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a invasão da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, invadida pela polícia de São Paulo para impedir um congresso estudantil. Presidiu a comissão que interrogou o então secretário da Segurança, o coronel Erasmo Dias. Ia então para Buenos Aires para encontrar com integrantes da direção do partido no exílio. Em 1978, elegeu-se deputado federal. Elegeu-se com 102 mil votos e seria reeleito em 1982 pelo MDB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 1986, após a legalização do PCB em 1985, torna-se líder do partido na Câmara dos Deputados e integrante do Comitê Central do partido. Candidata-se pelo partido e, pela primeira e última vez não é reeleito. "Meu voto era muito PMDB. E na lei de então prevalecia o nome do partido."

Se torna secretário de coordenação de programas do governo de Orestes Quércia (PMDB) em 1987 e, em seguida, deixa o PCB e retorna ao PMDB. Depois seria secretário de administração. Em 1990, apoia a candidatura de Luiz Antonio Fleury Filho ao governo do estado. "Foi uma invenção nossa. Uma infeliz invenção." No quercismo, o ex-governador permaneceria até 1996. Ingressou então com outros emedebistas no PSDB.

Em 1990, voltou a se candidatar e a ser eleito deputado federal. No governo Itamar Franco (1992-1995), tornou-se ministro dos Transportes. Como tucano, elegeu-se deputado ainda em 1998 e 2002. Em 2006, elegeu-se vice-governador na chapa de José Serra (PSDB), assumindo o governo do Estado em 2010 após a renúncia do colega, que se candidatou à presidência.

"Quando saí do governo em 2011, decidi pagar minhas dívidas com os filhos e netos. Nesses 40 anos de política não os vi crescerem. Um dos meus filhos é traumatizado com a política. Não deixava meus netos falarem em política." O menino assistia à televisão nos anos 1970 e ouviu o nome do pai. Era um militar que o acusava Goldman de subversão. "Meu filho me perguntou: 'Pai, você é comunista?' Hoje ele tem 50 anos. Ficou traumatizado."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Levava os netos ao cinema. Tornou-se vice-presidente do PSDB e um dos principais adversários do atual governador João Doria, que lutou pela sua expulsão do partido. Bem-humorado, gostava de fustigar o adversário. Na segunda-feira, dia 19 de agosto, foi internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. Passou por uma cirurgia no cérebro e teve um sangramento. "Minha vida política foi mais do que fazer proselitismo. Foi minha forma de contribuir com o País."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SÓ DEU ELA

Lotofácil 3631 faz primeiro milionário da semana nas loterias da Caixa; Mega-Sena 2982 pode alcançar R$ 60 milhões hoje

10 de março de 2026 - 6:58

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (9). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.

SER OU NÃO SER?

Bets pressionam governo a tratar Polymarket e Kalshi, da bilionária brasileira Luana Lopes, como casas de aposta; entenda o motivo

9 de março de 2026 - 16:04

Bets alegam que a Kalshi e a Polymarket não têm sede nem autorização para atuar no Brasil e pressionam para suas atividades sejam suspensas.

MADE IN BRASIL

O novo celular da Apple, o iPhone 17e, é “made in Brazil” e está disponível para pré-venda

9 de março de 2026 - 15:03

O iPhone 17e já pode ser adquirido e está sendo produzido no interior de São Paulo

METRÔ AQUÁTICO

Projeto da Prefeitura de São Paulo pode começar a transformar a capital paulista em uma Amsterdã

9 de março de 2026 - 12:26

Projeto de transporte hidroviário deverá conectar represas da zona sul de São Paulo aos rios Pinheiros e Tietê

O QUE TRAZES PRA MIM?

Dupla de Páscoa vem aí! Caixa divulga data e prêmio do primeiro sorteio especial de 2026

9 de março de 2026 - 10:27

A Dupla de Páscoa abre o calendário de sorteios especiais das loterias da Caixa, que conta também com a Quina de São João, a Lotofácil da Independência e a Mega da Virada.

CARRO-CHEFE

Vai R$ 60 milhões aí? Mega-Sena tem maior prêmio em jogo da semana (de novo), mas Quina acumulada é o destaque de hoje entre as loterias da Caixa

9 de março de 2026 - 7:02

Como a Mega-Sena só corre amanhã, a Quina e a Dupla Sena são as loterias da Caixa com os maiores prêmios em jogo na noite desta segunda-feira (9); confira os valores em disputa.

BOMBOU NO SD

Imposto de renda 2026 com prazo mais curto, a revanche dos bancões e o ‘cofrinho’ de 140% do CDI do Mercado Pago: veja as mais lidas da semana

8 de março de 2026 - 13:03

O atraso da Receita Federal bombou no Seu Dinheiro na última semana, junto com bancos grandes e pequenos

LOTERIAS

Lotofácil 3630 faz quatro novos milionários, enquanto Mega-Sena e Quina acumulam seus milhões

8 de março de 2026 - 9:57

Camaçari, Rio de Janeiro e Osasco tem novos milionários da Lotofácil; Mega-Sena e Quina acumulam prêmios maiores

A REUNIÃO IDEAL

Fórmula perfeita? Por que Jeff Bezos não usa power point e começa as reuniões com silêncio de 30 minutos

8 de março de 2026 - 9:30

Jeff Bezos não gosta de apresentações e valoriza a opinião dos funcionários, mesmo os mais juniores

FAVORITAS DO MERCADO

Axia (AXIA3) e Vale (VALE3) são as ações ‘queridinhas’ para o mês de março; veja a lista completa

7 de março de 2026 - 17:00

Ranking reúne as ações mais citadas por bancos e corretoras nas carteiras recomendadas do mês

METAIS PRECIOSOS

Ouro termina semana em queda de 3%: o que explica o movimento do metal em meio à tensão no Oriente Médio?

7 de março de 2026 - 16:00

Ouro sobre nesta sexta-feira (6), mas fecha semana no vermelho; entenda o que mexeu com o metal

IMPÉRIO MILIONÁRIO 

Hábitos financeiros: 3 coisas que sabotam sua riqueza, segundo um milionário “self-made”

7 de março de 2026 - 13:45

O melhor símbolo de status para um milionário é uma conta bancária robusta, segundo Brian David Crane

FICOU MAIS CARO

Em meio a guerra entre EUA e Irã, petróleo dispara 35% na semana, maior salto desde 1983

7 de março de 2026 - 11:45

Escalada do conflito no Oriente Médio provoca disparada histórica do petróleo, que ultrapassa os US$ 90; alta impulsiona ações da Petrobras na bolsa

FII DE HOSPITAL

Aquisição de R$ 334,2 milhões: TRXF11 mira no setor hospitalar e compra lajes corporativas alugadas ao Albert Einstein

6 de março de 2026 - 19:55

A compra e o contrato de locação de 25 anos envolvem 11 imóveis destinados a atividades médico-hospitalares

BOMBOU NO STREAMING

Anita Harley e a guerra por bilhões fazem sucesso no streaming: conheça a história da herdeira das Pernambucanas

6 de março de 2026 - 19:01

Documentário lidera ranking da plataforma de streaming ao detalhar a batalha judicial entre uma secretária de confiança e uma suposta esposa

PAPEL QUE VALE OURO?

Fim das cédulas clássicas de real: se você tem uma nota antiga do Banco Central, pode estar com um tesouro escondido e nem imagina

6 de março de 2026 - 15:45

Enquanto o Banco Central recolhe as cédulas da primeira família do real, a disputa pelos itens cresce e preços que já ultrapassam R$ 5 mil

IGUALDADE DE GÊNERO

Dia Internacional da Mulher não é feriado, mas é data significativa para luta pela igualdade de gênero; veja a história do 8 de Março

6 de março de 2026 - 12:11

Entenda a origem do Dia da Mulher, marcada por lutas e pala reivindicação de direitos, igualdade e reconhecimento.

DE REPENTE, MILIONÁRIA

Depois de quatro anos ignorando conselho do marido, mulher ganha casa na “loteria” e agora pode ser considera multimilionária

6 de março de 2026 - 10:09

Nicola Dickinson, do Reino Unido, ganhou sorteio e agora é dona de uma casa avaliada em muitos milhões

ENTRE A TEIMOSIA E A SIMPLICIDADE

Lotofácil 3628 deixa duas pessoas mais perto do primeiro milhão; Mega-Sena 2980 acumula e prêmio vai a R$ 50 milhões

6 de março de 2026 - 6:48

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (5). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Consequentemente, os prêmios em jogo aumentaram.

FATURA DO SOCORRO

A conta chegou: FGC confirma antecipação de 5 anos de contribuições para cobrir rombo do Master

5 de março de 2026 - 19:15

Segundo o Fundo Garantidor de Crédito, 94% do montante total a ser pago já foi distribuído, e 675 mil credores já receberam seus valores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar