Minha fama de mau
Mercado partiu para o carnaval com um clima azedo e ainda tentando digerir as falas de Bolsonaro sobre a Previdência
Erasmo Carlos estava no auge da carreira lá pelos idos de 1968. O cantor e compositor apresentava nas tardes de domingo na TV o programa Jovem Guarda e dominava as paradas de sucesso com as canções em parceria com o “rei” Roberto.
Mal sabia ele que apenas alguns meses depois seria atropelado por um fenômeno chamado Tropicália. “Bicho, eu não estava entendendo nada”, diz o ator Chay Suede, que encarna o cantor no filme “Minha Fama de Mau”, em cartaz nos cinemas.
Erasmo ficou sentado à beira do caminho por alguns anos até entrar em sua melhor fase nos anos 1970, com uma mistura de MPB, rock e soul. E hoje é reverenciado pela atual geração de músicos.
Para usar um termo da moda, o tropicalismo foi uma “disrupção” da Jovem Guarda. Algo que se tornou bem corriqueiro não só na música como no mundo empresarial.
O ex-banqueiro Jorge Paulo Lemann chegou ao topo do mundo dos negócios com uma estratégia que parecia à prova de falhas: comprar marcas sólidas e implementar um “choque de gestão” com base no corte de custos e na meritocracia.
A fórmula, porém, dá sinais claros de esgotamento. A perda de mercado da cervejaria AB Inbev, dona da Ambev, e os problemas da empresa de alimentos processados Kraft Heinz pesaram no bolso de Lemann, que perdeu o posto de homem mais rico do país. "Sou um dinossauro apavorado", chegou a dizer no ano passado.
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Vale ou não vale?
Pouco mais de um mês depois da tragédia do rompimento da barragem de Brumadinho (MG), ainda não está claro qual será o tamanho da conta que a Vale terá de pagar. Uma entrevista publicada hoje com o secretário do Ministério de Minas e Energia, Alexandre Vidigal, provocou um rebuliço no mercado. Ele apontou que a fatura poderia chegar a 20% do faturamento anual da empresa, o equivalente a R$ 25 bilhões. A notícia colocou pressão sobre as ações da mineradora. Só que mais tarde o secretário deu outra entrevista dizendo que não era bem assim.
Mercado desidratado
A bolsa entrou em clima de Carnaval, mas não houve muita razão para folia. As declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre uma possível flexibilização da reforma da Previdência ainda pesam sobre o mercado. Foi nesse clima de “desidratação” que os negócios se desenrolaram ao longo do dia, o que levou o Ibovespa a fechar em queda e o dólar a engatar nova alta. Confira como foi a sexta-feira nos mercados.
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Nada a declarar
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