Menu
2019-12-20T11:31:09-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Negócio bilionário

Santander compra participação do Banco BS2 na Olé Consignado

Unidade brasileira do banco espanhol vai pagar R$ 1,6 bilhão pela participação de 40% do Banco BS2 (antigo Bonsucesso) no negócio de crédito consignado

20 de dezembro de 2019
11:30 - atualizado às 11:31
Santander
Sede do Santander Brasil - Imagem: Shutterstock

O Santander Brasil fechou a compra da participação do Banco BS2 (antigo Bonsucesso) na Olé Consignado, por R$ 1,6 bilhão.

Os bancos firmaram a associação para atuar no mercado de crédito com desconto em folha de pagamento em 2015. O Santander possui atualmente 60% da Olé, enquanto que o BS2 detém os outros 40%.

O contrato estabelecia que o BS2 poderia exercer uma opção de venda no negócio, o que aconteceu em março deste ano, mas a negociação sobre o valor da participação acabou adiando o fechamento da operação.

O Santander informou que o valor pela participação do BS2 será pago na data de fechamento da operação, que depende da aprovação dos órgãos reguladores. Após a conclusão, o banco passará a deter 100% do capital do Banco Olé.

Comentários
Leia também
ENCRUZILHADA FINANCEIRA

Confissões de um investidor angustiado

Não vou mais me contentar com os ganhos ridículos que estou conseguindo hoje nas minhas aplicações. Bem que eu queria ter alguém extremamente qualificado – e sem conflito de interesses – para me ajudar a investir. Só que eu não tenho o patrimônio do Jorge Paulo Lemann. E agora?

Socorro

Parecer no Senado inclui trabalhador intermitente no auxílio emergencial

Senado Federal vai estender o auxílio emergencial de R$ 600 a trabalhadores intermitentes que estão com o vínculo inativo, ou seja, não estão atuando no momento

Associações fazem cobrança

Varejistas encaminham lista de pedidos e cobram agilidade de BC e ministério

Conjunto de cinco associações nacionais de varejistas disparou na manhã desta segunda-feira, 30, uma lista de pedidos para que o governo federal agilize medidas de socorro à economia brasileira

Demissões

Até 40% das empresas cortaram pessoal por pandemia, diz Fed de Nova York

Levantamento do Fed aponta que 40% das empresas do setor de serviços e 30% daquelas do setor manufatureiro estão informando reduções de pessoal

Já caiu tudo o que tinha?

Recuperação será firme, mas não se sabe se mercado chegou ao fundo do poço, diz CEO da BlackRock

“Por mais dramático que isto tenha sido, acredito que a economia se recuperará de modo firme, em parte porque a situação carece de alguns dos obstáculos à recuperação de uma crise financeira típica”, escreveu Fink

Altas e baixas

Klabin, Eletrobras, Ultrapar e BR Distribuidora: os destaques do Ibovespa nesta segunda-feira

As units da Klabin (KLBN11) reagem positivamente à compra de ativos da IP Brasil, enquanto as ações da Eletrobras sobem após o balanço trimestral da companhia

recomendação

Magazine Luiza, Pão de Açúcar e Vivara são melhores opções do varejo, diz XP

Corretora divide as ações das empresas em duas categorias: ganhadoras de curto prazo – o que inclui serviços essenciais – e de longo prazo – varejistas com sólido caixa

período é de crise

GM propõe suspensão temporária de contratos e redução de salários, diz sindicato

Liberação dos funcionários foi uma reivindicação do sindicato, por meio de licença remunerada e sem redução dos salários.

diante da crise

Paradas, pequenas empresas não têm fôlego nem para um mês

Segundo especialistas, a maioria não tem fluxo de caixa suficiente para bancar um período longo sem receitas

Riscos

Metade das grandes empresas tem caixa para suportar até 3 meses sem receita

Metade das empresas de capital aberto tem recursos para aguentar até três meses sem faturar, segundo levantamento com 245 companhias

Horizonte negativo

Fitch revisa perspectiva do setor bancário do Brasil de estável para negativa

Segundo a Fitch, o choque macroeconômico global por causa da doença impõe “desafios de execução para todos os setores no Brasil”

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements