🔴 CHEGOU A HORA DE PROGRAMAR OS SEUS AGENTES DE IA – CONFIRA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Presidente do Grupo Santander

Equilibrar contas públicas é ação mais importante desde o real, diz Ana Botín

Ana vê no controle fiscal o caminho para baixar mais os juros no País, que ainda não cederam no ritmo da queda da taxa Selic, em 6,5% ano

Sede do Santander Brasil
Sede do Santander Brasil - Imagem: Shutterstock

O Brasil não vai conseguir crescer de maneira sustentável e com inclusão social se não equilibrar suas contas públicas, na opinião da presidente do Grupo Santander Ana Botín. As reformas em andamento são essenciais, principalmente a da Previdência, que, segundo ela, deve beneficiar mais brasileiros do que os afetados pelas mudanças na aposentadoria oficial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ana não quis, contudo, precisar o tamanho da reforma da Previdência necessária para o Brasil ajustar suas contas. O governo de Jair Bolsonaro almeja uma economia de ao menos R$ 1 trilhão em dez anos, mas o mercado já trabalha com o risco de desidratação no Congresso.

"A sustentabilidade fiscal determina se uma economia terá oportunidades de crescimento inclusivo e sustentável. É a ação mais importante (no Brasil) desde o controle da inflação. É difícil, é duro, mas é a única maneira", disse a banqueira, durante evento do banco, em Boadilla, na Espanha.

Além de ser um gatilho para a volta do crescimento sustentável no Brasil, Ana vê no controle fiscal o caminho para baixar mais os juros no País, que ainda não cederam no ritmo da queda da taxa Selic, em 6,5% ano, patamar mais baixo da história brasileira. "Precisamos de sustentabilidade fiscal para termos juros mais baixos no Brasil, que nos últimos anos estão muito mais baixos", afirmou Ana.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As mudanças tecnológicas também podem ajudar nesse sentido. Embora desafiem os bancos devido à multiplicação das novatas digitais, as fintechs tendem a contribuir para a queda dos juros ao permitir maior eficiência e redução de custos. Segundo ela, repassar esse ganho em forma de crédito mais barato é o melhor que o setor pode fazer à sociedade.

Leia Também

E AGORA, PETROBRAS?

EUA podem fechar a torneira do diesel e deixar o Brasil mais vulnerável, segundo Citi; é hora de rever a carteira de BDRs?

CASAS DE APOSTAS

R$ 1,7 bilhão na mesa: bets terão de devolver dinheiro a 22,9 milhões de apostadores após MP de Lula

Investimento

Nesse contexto, o Santander Brasil deve responder por 30% dos ¤ 2 bilhões que o grupo espanhol pretende investir em tecnologia neste ano. A fatia faz parte de um orçamento maior do conglomerado, superior a ¤ 20 bilhões, em tecnologia e digitalização nos próximos anos.

Um dos movimentos que deve consumir parte dos recursos é a expansão global da plataforma de inclusão financeira, a Superdigital. Adquirida em 2015 de uma fintech, ainda sob o nome ContaSuper, a conta digital pré-paga já está disponível, conforme Ana, no Chile e no México, mas o banco quer ir além.

Sobre o tamanho da filial brasileira no grupo espanhol, que bateu a marca história de 29% dos resultados globais em março, Ana disse que o banco está em “outro nível” no País. "Nos últimos quatro anos, o peso do Brasil, que era de 20% nos resultados globais do grupo, passou para 30%", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2015, em visita ao País, a banqueira havia dito que o Santander ainda não tinha o tamanho que gostaria no País. Questionada sobre se a representatividade atual da operação brasileira já a satisfaz, Ana resumiu: "Se não está no Brasil, não está na América Latina".

O conglomerado espanhol também vê, conforme ela, "enormes oportunidades" para crescer na América Latina devido à melhoria da inclusão social na região. Nos últimos 15 anos, foram inseridas 60 milhões de pessoas na classe média e outro contingente da mesma proporção deverá ser incluído na próxima década, servindo de motores para a expansão dos serviços financeiros.

Há, contudo, 300 milhões de pessoas que ainda não estão totalmente inseridas no sistema financeiro e outras 200 milhões excluídas, conforme Ana.

Com um discurso pautado pelo feminismo, Ana defendeu mais mulheres empregadas e ocupando cargos de liderança em um "mundo que ainda é dos homens".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contrária às ondas de protecionismo ao redor do globo, a presidente do Grupo Santander não vê propostas efetivas em governos populistas. O mundo inteiro sofre com as guerras comerciais, segundo Ana, que ainda assim vê oportunidades.

Para ela, o México, alvo do presidente Donald Trump por questões de imigração, pode se beneficiar da guerra comercial dos Estados Unidos com a China por conta de sua proximidade. Quanto ao Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, Ana defendeu a Europa como um "modelo que funciona" ao combinar "crescimento com inclusão".

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bill Gates 27 de setembro de 2026 - 17:01
Especialistas discutem cenário para o Brasil durante o Inter Invest Summit. Foto: Divulgação 26 de setembro de 2026 - 17:19
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 26 de setembro de 2026 - 16:08
Dolphin Mini 26 de setembro de 2026 - 15:00
26 de setembro de 2026 - 11:24
IA, Dinheiro, lucro, Esquecido 26 de setembro de 2026 - 9:00
bets apostas online cassinos online inadimplentes 25 de setembro de 2026 - 18:58
Ibovespa na bolsa brasileira, com investidores acompanhando o mercado em meio às perspectivas para ações e ao risco fiscal. 25 de setembro de 2026 - 18:40
Greve na Caixa: Montagem com o logotipo da Caixa diante dos logotipos de Tenda, Cury, Direcional, MRV e Plano&Plano. 25 de setembro de 2026 - 16:36
Máquina de milionários das loterias em manutenção. Lotofácil, Quina, Mega-Sena. 25 de setembro de 2026 - 6:48
Pilhas de moedas ao fundo com cesta cheia de alimentos na frente 25 de setembro de 2026 - 6:03
Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central do Brasil, está sentado, com um microfone e um copo de água sobre a mesa que está a sua frente 24 de setembro de 2026 - 17:30
Logo da Cogna (COGN3) 24 de setembro de 2026 - 16:45
24 de setembro de 2026 - 15:49
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar