O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ana vê no controle fiscal o caminho para baixar mais os juros no País, que ainda não cederam no ritmo da queda da taxa Selic, em 6,5% ano
O Brasil não vai conseguir crescer de maneira sustentável e com inclusão social se não equilibrar suas contas públicas, na opinião da presidente do Grupo Santander Ana Botín. As reformas em andamento são essenciais, principalmente a da Previdência, que, segundo ela, deve beneficiar mais brasileiros do que os afetados pelas mudanças na aposentadoria oficial.
Ana não quis, contudo, precisar o tamanho da reforma da Previdência necessária para o Brasil ajustar suas contas. O governo de Jair Bolsonaro almeja uma economia de ao menos R$ 1 trilhão em dez anos, mas o mercado já trabalha com o risco de desidratação no Congresso.
"A sustentabilidade fiscal determina se uma economia terá oportunidades de crescimento inclusivo e sustentável. É a ação mais importante (no Brasil) desde o controle da inflação. É difícil, é duro, mas é a única maneira", disse a banqueira, durante evento do banco, em Boadilla, na Espanha.
Além de ser um gatilho para a volta do crescimento sustentável no Brasil, Ana vê no controle fiscal o caminho para baixar mais os juros no País, que ainda não cederam no ritmo da queda da taxa Selic, em 6,5% ano, patamar mais baixo da história brasileira. "Precisamos de sustentabilidade fiscal para termos juros mais baixos no Brasil, que nos últimos anos estão muito mais baixos", afirmou Ana.
As mudanças tecnológicas também podem ajudar nesse sentido. Embora desafiem os bancos devido à multiplicação das novatas digitais, as fintechs tendem a contribuir para a queda dos juros ao permitir maior eficiência e redução de custos. Segundo ela, repassar esse ganho em forma de crédito mais barato é o melhor que o setor pode fazer à sociedade.
Nesse contexto, o Santander Brasil deve responder por 30% dos ¤ 2 bilhões que o grupo espanhol pretende investir em tecnologia neste ano. A fatia faz parte de um orçamento maior do conglomerado, superior a ¤ 20 bilhões, em tecnologia e digitalização nos próximos anos.
Leia Também
Um dos movimentos que deve consumir parte dos recursos é a expansão global da plataforma de inclusão financeira, a Superdigital. Adquirida em 2015 de uma fintech, ainda sob o nome ContaSuper, a conta digital pré-paga já está disponível, conforme Ana, no Chile e no México, mas o banco quer ir além.
Sobre o tamanho da filial brasileira no grupo espanhol, que bateu a marca história de 29% dos resultados globais em março, Ana disse que o banco está em “outro nível” no País. "Nos últimos quatro anos, o peso do Brasil, que era de 20% nos resultados globais do grupo, passou para 30%", disse.
Em 2015, em visita ao País, a banqueira havia dito que o Santander ainda não tinha o tamanho que gostaria no País. Questionada sobre se a representatividade atual da operação brasileira já a satisfaz, Ana resumiu: "Se não está no Brasil, não está na América Latina".
O conglomerado espanhol também vê, conforme ela, "enormes oportunidades" para crescer na América Latina devido à melhoria da inclusão social na região. Nos últimos 15 anos, foram inseridas 60 milhões de pessoas na classe média e outro contingente da mesma proporção deverá ser incluído na próxima década, servindo de motores para a expansão dos serviços financeiros.
Há, contudo, 300 milhões de pessoas que ainda não estão totalmente inseridas no sistema financeiro e outras 200 milhões excluídas, conforme Ana.
Com um discurso pautado pelo feminismo, Ana defendeu mais mulheres empregadas e ocupando cargos de liderança em um "mundo que ainda é dos homens".
Contrária às ondas de protecionismo ao redor do globo, a presidente do Grupo Santander não vê propostas efetivas em governos populistas. O mundo inteiro sofre com as guerras comerciais, segundo Ana, que ainda assim vê oportunidades.
Para ela, o México, alvo do presidente Donald Trump por questões de imigração, pode se beneficiar da guerra comercial dos Estados Unidos com a China por conta de sua proximidade. Quanto ao Brexit, saída do Reino Unido da União Europeia, Ana defendeu a Europa como um "modelo que funciona" ao combinar "crescimento com inclusão".
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Mesmo sem estar acumulada, a Lotofácil promete prêmio de R$ 7 milhões nesta quinta-feira. Isso porque o número do concurso tem final zero. Mega-Sena só paga mais que a Quina hoje.
Mesmo sem feriados nacionais, março garante folgas regionais. Dia 19 de março permite descanso em dois estados e algumas cidades
Diretores do Banco Central optaram por seguir a sinalização anterior, mas o corte de hoje não significa o início do ciclo de afrouxamento monetário
Paralisação de dez dias causou desabastecimento generalizado e ainda serve de alerta em meio ao aumento do diesel
Enquanto a inflação projetada para o ano é de 3,9%, a tarifa de energia deve subir muito mais
Medida proposta nesta quarta-feira (18) busca segurar preços diante da alta do petróleo e evitar paralisações
A estatal ressaltou ainda que, mesmo após o reajuste, os preços do diesel A acumulam queda de R$ 0,84 por litro desde dezembro de 2022 — uma redução de 29,6%, considerando a inflação do período
Alta de custos, queda na qualidade e mudanças climáticas redesenham a indústria do chocolate e desafiam produtores
Bilhões de imagens capturadas por jogadores do Pokémon Go agora estão sendo usadas para treinar robôs de entrega nos EUA
Enquanto três apostas dividiram o prêmio principal da Mega-Sena, os vencedores da Quina e da Lotofácil ganharam sozinhos. Dia de Sorte e Timemania acumularam. +Milionária pode pagar R$ 31 milhões hoje (18).
Apesar da possível pressão inflacionária, o juro real elevado e a estratégia de “calibração” do BC sustentam a aposta em um primeiro corte hoje
Pagamento do Bolsa Família segue calendário por NIS, garante valor mínimo de R$ 600 e inclui adicionais para famílias com crianças, gestantes e adolescentes
A estratégia inicial, segundo a Abrava, é promover uma paralisação voluntária, com caminhoneiros deixando de aceitar cargas
Imprevisibilidade da guerra impõe novos desafios ao Banco Central, que se vê diante de um corte já antecipado ou uma manutenção pelo novo risco inflacionário
Fraudes e golpes em concursos públicos acontecem com certa frequência; veja como se proteger
Anvisa recolhe produtos de beleza devido a presença de substância proibida e irregularidades
Os repasses do Bolsa Família seguem um cronograma escalonado de acordo com o dígito final do NIS; o valor mínimo é de R$ 600
Intenção cai em relação a 2025, quando 72% das empresas investiram
Anvisa proíbe a venda de azeite da marca San Olivetto devido a irregularidades apontadas nas ações da distribuidora e da fabricante
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na segunda-feira (16). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Em contrapartida, os prêmios em jogos aumentaram.