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Se a votação da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ocorresse hoje, o governo perderia ou, o que é mais provável, a votação seria obstruída, segundo o presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, fez hoje um duro diagnóstico sobre as perspectivas de aprovação da reforma da Previdência sem a formação de uma base no Congresso.
Para ele, o presidente Jair Bolsonaro ficou "refém" do discurso de campanha, no qual atacou a classe política e prometeu governar de forma diferente dos antecessores.
"Os partidos querem saber qual tipo de aliança o governo quer construir com o parlamento", afirmou Maia, que participou do evento CEO Conference, promovido pelo BTG Pactual, em São Paulo.
Maia afirmou que, se a votação da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ocorresse hoje, o governo perderia ou, o que é mais provável, a votação seria obstruída.
O presidente da Câmara disse que não se trata de distribuir cargos em troca de apoio, como fizeram governos anteriores. Mas ele afirmou que, como a reforma da Previdência terá um peso muito forte no sucesso do governo, os deputados querem saber se agenda positiva que seguirá à votação será de todos ou apenas do poder executivo.
"Nós também temos os nossos eleitores, que nos demandam realizações nos nossos Estados", disse.
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Maia disse que não há como estimar quantos votos a reforma da Previdência tem na Câmara, mas afirmou que a base de Bolsonaro hoje se limita aos parlamentares do PSL, partido do presidente.
O presidente da Câmara defendeu que a reforma seja negociada com os partidos, e não com as chamadas bancadas temáticas. "As bancadas são construídas basicamente para defender uma agenda corporativa público ou privada", afirmou.
Apesar das incertezas sobre a base de apoio, a expectativa é que a reforma esteja pronta para ir a plenário no fim de maio ou até o início de junho. Mas para o deputado a discussão sobre a data não é tão importante.
"A pressa pode derrotar a reforma", advertiu.
Maia disse que considera um erro o governo ainda não ter se organizado nas redes sociais na defesa da proposta de reforma da Previdência.
"Acho um erro primário o governo não ter preparado as redes com essa guerrilha", disse o deputado, que considera essa comunicação decisiva para o sucesso da reforma. Maia afirmou que o PSL já possui hoje a melhor estrutura de comunicação via WhatsApp.
Maia defendeu ainda a retirada do projeto da nova Previdência do ponto que trata do BPC, que pode reduzir a R$ 400 o benefício concedido à população de baixa renda acima de 60 anos, e do aumento do tempo mínimo de contribuição de 15 para 20 anos.
O presidente da Câmara também disse ser difícil construir um consenso em relação a mudanças na aposentadoria rural. E defendeu a aprovação da medida provisória para combater as fraudes na concessão do benefício.
A tramitação da MP será o primeiro teste de articulação da base da novo governo. O deputado Paulo Martins, do PSC, foi escolhido para ser o relator do projeto na Câmara.
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